Frases sobre literatura

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da literatura, vida, outro, vida.

Melhores frases sobre literatura

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„Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida“

—  Fernando Pessoa, livro Livro do Desassossego

Variante: A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.
Fonte: The Book of Disquiet

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„A literatura nutre o alma e a consola.“

—  Voltaire volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines 1694 - 1778

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„Os governos suspeitam da literatura porque é uma força que lhes escapa.“

—  Emile Zola 1840 - 1902

Les gouvernements suspectent la littérature parce qu’elle est une force qui leur échappe.
"La république et la littérature" - Página 24; de Émile Zola - Publicado por G. Charpentier, 1879 - 40 páginas

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„A literatura é a expressão da sociedade, como a palavra é a expressão do homem.“

—  Bonald político francês 1754 - 1840

La littérature est l'expression de la société, comme la parole est l'expression de l'homme
Oeuvres complètes de M. de Bonald, Pair de France et Membre de l ..., Volume 3‎ http://books.google.com.br/books?id=mpx8hVKTcdcC&pg=PT382, Louis-Gabriel-Ambroise Bonald (vicomte de) - Migne, 1859

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„A literatura é sempre uma expedição à verdade.“

—  Franz Kafka Escritor austro-húngaro-tchecoslovaco 1883 - 1924

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Total 191 citações literatura, filtro:

„A árvore falante


…carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados… 1 Pedro 2:24


Um dos primeiros poemas cristãos da literatura inglesa é The Dream of the Rood [O sonho do poste]. A palavra rood se origina da palavra rod, poste em inglês arcaico, e se refere à cruz em que Cristo foi crucificado. Nesse antigo poema do século 7, a história da crucificação é recontada a partir da perspectiva da cruz. Quando o madeiro descobre que será usado para matar o Filho de Deus, ele rejeita a ideia de ser usado dessa maneira. Mas, nesse poema, Cristo pede a ajuda da árvore para proporcionar a redenção a todos os que crerão nele.

No jardim do Éden, uma árvore foi a origem do fruto proibido que nossos pais espirituais provaram, permitindo que o pecado entrasse na raça humana. E, quando o Filho de Deus derramou o Seu sangue como sacrifício definitivo pelo pecado de toda a humanidade, Ele foi pregado sobre o madeiro por nós. Cristo “…[carregou] ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados…” (1 Pedro 2:24).

A cruz é o ponto de conversão para todos os que confiam em Cristo para a salvação. E, desde a crucificação, ela se tornou o símbolo, que representa a morte sacrificial do Filho de Deus para a nossa libertação do pecado e da morte. A cruz é, indescritivelmente, a maravilhosa evidência do amor de Deus por nós.

Cristo entregou a Sua vida pregado numa cruz 
para a nossa salvação eterna. Dennis Fisher“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Permanecer ou morrer na praia?


…eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça… v.16


Havia uma propaganda que dizia: “O homem é eterno quando sua obra permanece”. Foi esse pensamento que motivou muitos no passado a fazer belas construções e obras de arte. Mas, na realidade nossas obras também passam. Até as pirâmides do Egito estão se desfazendo! Falando nisso: quem as construiu mesmo?

A Bíblia afirma que nós permanecemos quando damos fruto e esse fruto permanece. A diferença entre obra e fruto é que o segundo não é resultado de esforço. É consequência natural da seiva que percorre a árvore. E o fruto permanece porque tem em si a semente que produzirá mais frutos.

O permanecer que Jesus enfatiza aqui é o permanecer orgânico: ficar dentro, habitar, continuar. A ideia de fugir permeia nossa literatura e música. Desde quem quer ir para Pasárgada (Vou-me embora para Pasárgada, Manuel Bandeira) até os que desejam sumir. E o que Jesus fala? “Permaneçam em mim, como eu permaneço no Pai”. Permanecer mesmo no momento da poda, sabendo que o objetivo é que frutifiquemos mais. Que busquemos a seiva do amor com mais afinco!

Jesus afirmou que permanece nele quem ama ao próximo, como Ele nos amou (v.12). Isso é o que marca a diferença entre a vida produtiva e a estéril. Meu avô, em seu leito de morte, me ensinou uma grande lição: sob a perspectiva da morte iminente o que se leva dessa vida é o amor com que se ama. O que permanece é o fruto resultante do amor. O restante passa.

O fruto que permanece é aquele que é produzido 
pela seiva do amor de Deus. Davi Charles Gomes“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Atos aleatórios de bondade


…Como é que me favoreces e fazes caso de mim, sendo eu estrangeira? v.10


Alguns dizem que a escritora norte-americana Anne Herbert rabiscou a frase “Pratique atos aleatórios de bondade e atos insensatos de beleza” algo do tipo: “Pratique o bem sem olhar a quem” — numa toalha de mesa individual num restaurante em 1982. Desde então, esse sentimento foi popularizado pelo cinema e pela literatura, e incorporou-se à língua.

A pergunta é: “Por quê?” Por que devemos demonstrar bondade? Para aqueles que seguem Jesus, a resposta é clara: Para demonstrar a terna misericórdia e bondade de Deus.

No Antigo Testamento há um exemplo desse princípio na história de Rute, a emigrante de Moabe. Ela era estrangeira, vivendo em terra estranha cuja língua e cultura não entendia. Além disso, ela era desesperadamente pobre, totalmente dependente da caridade de pessoas que mal a percebiam.

No entanto, um israelita demonstrou graça a Rute e tocou-lhe o coração (Rute 2:13). Ele lhe permitiu respigar em seus campos, porém, mais do que simples caridade, ele lhe demonstrou por meio de sua compaixão a terna misericórdia de Deus, Aquele sob cujas asas ela poderia se refugiar. Rute se tornou esposa de Boaz, parte da família de Deus e fez parte da linhagem de ancestrais que levou a Jesus, que trouxe salvação ao mundo (Mateus 1:1-16).

Jamais imaginamos o alcance de algo feito em nome de Jesus.

Nunca é cedo demais para ser bondoso. David H. Roper“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Desafio de 15 minutos


Inclina-me o coração aos teus testemunhos… v.36


Dr. Charles O. Elliot, presidente de longa data da Universidade de Harvard, acreditava que as pessoas comuns que liam consistentemente da grande literatura do mundo por até alguns minutos por dia poderiam obter uma educação valiosa. Em 1910, ele compilou seleções de livros de história, ciência, filosofia e arte em 50 volumes chamados The Harvard Classics. Cada conjunto de livros incluiu o Guia de Leitura do Dr. Eliot intitulado “Quinze minutos por dia” contendo as seleções recomendadas de oito a dez páginas para cada dia do ano.

E se passássemos 15 minutos por dia lendo a Palavra de Deus? Poderíamos dizer com o salmista: “Inclina-me o coração aos teus testemunhos e não à cobiça. Desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no teu caminho” (vv.36,37).

Aos 15 minutos diários somam até 91 horas por ano. Mas para qualquer quantidade de tempo que decidimos ler a Bíblia a cada dia, consistência é o segredo e o ingrediente-chave não é a perfeição, mas a persistência. Se perdemos um dia ou uma semana, podemos começar a ler novamente. Como o Espírito Santo nos ensina, a Palavra de Deus move-se de nossa mente para o nosso coração, depois para nossas mãos e pés, nos levando além da educação para a transformação.

“Ensina-me, Senhor, […] Desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no teu caminho” (v.33).

A Bíblia é o único Livro cujo Autor 
está sempre presente quando ela é lida. David C. McCasland“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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„Homem e o Conhecimento – Uma Alegoria dialética.

Certa vez, um filósofo em busca de conhecimento e sabedoria foi ao encontro de um velho Monge, conhecido por seus grandes feitos na literatura e no conhecimento mundial.

Esse monge, conhecido como ‘’ Thoth o Sábio’’ Vivia no alto de um monte em uma biblioteca pessoal de livros escritos por ele mesmo.

Ao subir o grande monte com muito esforço e dedicação e adentrar os portões de ouro da sagrada biblioteca, o Filósofo se surpreende com aquele velho monge. Que se encontrava sentado em meio aos livros em posição de Lótus expressando tamanha sabedoria.

Com cautela, o Filósofo calmamente indaga uma forte questão ao sábio monge. Questão da qual, nunca a ele foi dirigida antes

― Como podes um homem tão sábio, possuir tamanha certeza de sua vasta sabedoria? Poderias tu, me guiar a sabedoria do mundo?

O Monge, abre calmamente seus olhos que antes estavam fechados e meditando calmamente. Ainda sentado na posição de Lótus, respondeu friamente

― Quem eres essa tola alma que ousas dirigir-me a palavra?

O Filósofo, ao ser chamado de tolo sorriu de maneira irônica com o canto de sua boca.

― Sou apenas um jovem poeta, um velho filósofo, muitas histórias eu escutei sobre ti. Homens que o seguem como um deus, mulheres que o idolatram como um símbolo, crianças que leem seus livros e tornam-se jovens revolucionários. Pensei, se tamanha mente existe, o que seria de mim então? Um tolo. Tu és de fato, o mais sábio dos homens por isso escalei o mais alto dos montes, com o único objetivo de conhecer o mais sábio dos homens.

O Sábio monge, orgulhoso de sua vasta sabedoria sendo elogiada por um jovem Filósofo. Se levanta, e caminha a um de seus muitos livros naquela vasta biblioteca. Pega um deles, intitulado ‘’ A Sabedoria do mundo’’ e então, abre em uma página com uma precisa marcação começando então a leitura de sua citação

― E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios. Tudo isto provei-o pela sabedoria; eu disse: Sabedoria adquirirei; mas ela ainda estava longe de mim. E vinham de todos os povos a ouvir a sabedoria de Salomão, e de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria. Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o tempo. Com ele está a sabedoria e a força; conselho e entendimento

Após escutar tal citação, o Filósofo reconhece que tal pensamento, não poderia ter advindo de tal homem, ele então indagou

― Essa citação do seu livro, não eres da Bíblia sagrada? Tenho certeza que eu poderia encontra-la em Jó 12:13.

O Monge, cai em gargalhadas. Colocando seu livro sobre uma velha mesa, perguntou ao Filósofo.

― E não são os homens diabos copiadores? Todo conhecimento adquirido pelo homem, adveio de outro homem mais sábio.

O Filósofo furioso, começa a caminhar por toda a biblioteca pegando todos os livros e abrindo-os de um a um.

― Friedrich Nietzsche, Zaratustra, William Godwin, Schopenhauer, mas isso é um absurdo! Como pode se dizer o grande sábio? Se nenhum destes livros foi escrito por você, são apenas ideias de outros homens! Você é uma grande fraude!!

Gritava o filósofo enquanto verificava e arremessava cada livro nas estantes.

O Monge, ainda mantendo sua plena calma, indaga ao Filósofo uma simples questão.

― Poderia me dizer, o que achas sobre Deus?

O Filósofo, escutando tal pergunta simples e tola responde rapidamente sem pestanejar

― Uma fantasia criada por homens, um mero mito, uma ideia, deus a muito tempo morreu e somos hoje homens da ciência!

O Monge caindo em gargalhadas responde

― Ainda não percebeu não é? Tudo o que disse, veio de outras mentes eu poderia categorizar sua resposta com o nome e o livro de cada pensador.

O Filósofo, escutando tal resposta começa a refletir, refletindo ele responde calmamente

― Não… essa resposta veio da minha mente, eu apenas a aprendi ao longo dos anos. No entanto, não me intitulo o grande sábio.

― Então poderia me dar uma resposta a respeito da existência de Deus, sem mencionar ou pensar sobre alguma literatura que leu ou aprendeu durante seus longos anos de vida? Perguntou o Monge.

O Filósofo caminha de um lado para o outro, seus neurônios queimando como um vulcão

― Mas é impossível! Desde os pré-socráticos a mente do homem… vem aprendendo e evoluindo como um coletivo, esse desafio que me propôs é humanamente impossível.

Respondeu o Filósofo com uma tonalidade séria em sua voz.

O Monge calmamente pega um caderno velho, com anotações por todas suas folhas e entrega nas mãos do Filósofo.

― Esta vendo cada anotação? Cada ideia? Todas as ideias que eu tive, toda a reflexão, em algum momento ela nasceu de algum outro homem. Até mesmo Nietzsche se inspirou em Stirner, todos os homens compartilham de uma filosofia coletiva, de uma ciência mental. Não se pode ser sábio, se negar o conhecimento preestabelecido pela humanidade.

O Filósofo confuso, vendo tais anotações enquanto sua mente conectava cada referência literária, coloca o caderno sobre a mesa e pergunta

― Como um monge, intitulado o sábio, nada mais é do que qualquer outro Filósofo, escritor ou homem que pisou nesse planeta? Me diga, o que diferencia você dos outros homens?

O Monge, caminha até o Filósofo enquanto desvia das pilhas de livros, coloca a mão em seu ombro e pede que o siga. Ambos sobem uma escada, que leva ao segundo andar daquela biblioteca. Aonde um grande telescópio apontando para o céu os aguardava

― Por favor, veja com seus próprios olhos

O Filósofo, se aproxima do telescópio e ao observar a imensidão do cosmos é chocado por uma realidade assustadora. Diante de seus olhos, foram apresentadas incontáveis galáxias, planetas e mundos distantes.

O Filósofo é claro, já havia lido em livros de astronomia sobre a imensidão do cosmos, mas nunca de fato o viu com seus próprios olhos.

O Filósofo então, ao tornar-se o sábio monge realizou em sua primitiva mente de macaco, que mesmo lendo todos os livros já escritos. O conhecimento realizado pelo homem, de nada importa para o universo.

Pois tudo que conhecemos, ou iremos conhecer não passa de um leve suspiro de uma criança que acabou de nascer mas morreu logo depois do parto.

A vida, a existência tudo o que conquistamos, ou iremos conquistar. É apenas um grito ecoante de desespero para nos convencer que somos importantes, mas no fundo todos nós sabemos que somos inúteis.

O Velho filósofo, tornou-se o sábio monge.

Sábio, por reconhecer o seu lugar no nada, como um nada. Pois mesmo com todo o conhecimento do mundo, o nosso mundo é apenas um pontinho luminoso no céu…“

—  Gerson De Rodrigues poeta, escritor e anarquista Brasileiro 1995

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„A mente verdadeiramente criativa em qualquer campo não é mais que isto: uma criatura humana nascida anormalmente, inumanamente sensível. Para ele, um toque é uma pancada, um som é um ruído, um infortúnio é uma tragédia, uma alegria é um extase, um amigo é um amante, um amante é um deus e o fracasso é a morte. Adicione-se a este organismo cruelmente delicado a subjugante necessidade de criar, criar, criar - de tal forma que sem a criação de música ou poesia ou literatura ou edifícios ou algo com significado, a sua respiração lhe é cortada. Ele tem que criar, deve derramar criação. Por qualquer estranha e desconhecida urgência interior, não está realmente vivo a menos que esteja criando.“

—  Pearl S. Buck 1892 - 1973

The truly creative mind in any field is no more than this: A human creature born abnormally, inhumanly sensitive. To him... a touch is a blow, a sound is a noise, a misfortune is a tragedy, a joy is an ecstasy, a friend is a lover, a lover is a god, and failure is death. Add to this cruelly delicate organism the overpowering necessity to create, create, create -- so that without the creating of music or poetry or books or buildings or something of meaning, his very breath is cut off from him. He must create, must pour out creation. By some strange, unknown, inward urgency he is not really alive unless he is creating.
citado em "Pearl S. Buck; a biography", Volume 2‎, Theodore F. Harris - John Day Co., 1971

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„A ciência é grosseira, a vida é sutil, e é para corrigir essa distância que a literatura nos importa.“

—  Roland Barthes 1915 - 1980

La science est grossière, la vie est subtile, et c'est pour corriger cette distance que la littérature nous importe
Leçon‎ - Página 18, Roland Barthes - Seuil, 1978, ISBN 202005003X, 9782020050036 - 45 páginas

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„A diferença entre a literatura e o jornalismo é que o jornalismo é ilegível e a literatura não é lida.“

—  Oscar Wilde Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa 1854 - 1900

Variante: A diferença entre literatura e jornalismo é que o jornalismo é ilegível e a literatura não é lida.

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„Da literatura à ecologia, da fuga das galáxias ao efeito de estufa, do tratamento do lixo às congestões do tráfego, tudo se discute neste nosso mundo. Mas o sistema democrático, como se de um dado definitivamente adquirido se tratasse, intocável por natureza até à consumação dos séculos, esse não se discute.“

—  José Saramago escritor português 1922 - 2010

pronunciamento no Forum Social Mundial, em Porto Alegre, fevereiro de 2002; citado em "Las leyes antidiscriminatorias en el Mercosur: Impactos de la III conferencia mundial contra el racismo, la discriminación racial, la xenofobia y las formas conexas de intolerancia, Durban, 2001: informe sobre el seminario realizado en Montevideo, 29 y 30 de abril de 2002", Por Organizaciones Mundo Afro, Publicado por Organizaciones Mundo Afro, 2002 163 páginas

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„A literatura é um assunto sério para um país, pois é afinal de contas o seu rosto.“

—  Louis Aragon 1897 - 1982

la littérature est une affaire sérieuse, pour un pays, elle est, au bout du compte, son visage.
J'abats mon jeu‎ - Página 112, de Louis Aragon - Publicado por Mercure de France, 1992, ISBN 2909823016, 9782909823010 - 287 páginas

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„"Meus pais não eram muito ligados em literatura e não se julgaram aptos a opinar; para eles, como para toda a burguesia vienense, era importante o que era elogiado na Neue Freie Presse e indiferente o que ela ignorava ou censurava".‎“

—  Stefan Zweig escritor austríaco 1881 - 1942

O mundo que eu vi - página 139 http://books.google.com.br/books?id=Vsc6at6LePwC&pg=PA139, Stefan Zweig, Editora Record, 1999, ISBN 8501055484, 9788501055484, 528 páginas

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„O mundo terá acabado de se foder”, disse então, “no dia em que os homens viajarem de primeira classe e a literatura no vagão de carga.“

—  Gabriel García Márquez, livro Cem Anos de Solidão

One Hundred Years of Solitude
Cem anos de solidão, Capítulo 20
Variante: O mundo terá acabado de se foder, disse então, no dia em que os homens viajarem de primeira classe e a literatura no vagão de carga.

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„Stephen King é literatura de terceira categoria. Se acreditam que existe em sua obra algum valor literário, realização estética ou sinal de inteligência humana criativa, estão dando o testemunho da própria imbecilidade.“

—  Harold Bloom 1930 - 2019

Harold Bloom, crítico literário, desqualificando o autor de suspense que acabava de ser premiado pela National Book Foundation; como citado em Revista Veja http://veja.abril.com.br/240903/vejaessa.html, Edição 1821 . 24 de setembro de 2003.

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„Mas, na minha idade, entupido de literatura inglesa a ponto de me tornar tão exigente como um Matthew Arnold, insistindo que a palavra escrita transmitisse apenas as mais altas verdades e seriedades, eu tratava esses tristes rebentos dos desejos frágeis e solitários de mil desconhecidos com o desprezo abstrato de um macaco catando piolhos do pelo.“

—  William Styron, livro A Escolha de Sofia

But at my age, with a snootful of English Lit. that made me as savagely demanding as Matthew Arnold in my insistence that the written word exemplify only the highest seriousness and truth, I treated these forlorn offspring of a thousand strangers' lonely and fragile desire with the magisterial, abstract loathing of an ape plucking vermin from his pelt.
"Sophie's Choice: A Novel" - Página 5; de William Styron - Publicado por Random House, 1979; ISBN 0394461096, 9780394461090 - 515 páginas

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„Não é preciso pressa na literatura. Um romance é como gravidez: aquilo fica dentro de voce, crescendo, incomodando, até sair.“

—  Rachel de Queiroz escritora e jornalista brasileira 1910 - 2003

citado em "O livro entre aspas: "o que se diz do que se lê" : frases para escritores, leitores, editores, livreiros e demais insensatos" - Página 38, Carlo Carrenho, Rodrigo Magno Diogo - Casa da Palavra, 2005, ISBN 8587220926, 9788587220929 - 93 páginas
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„A ambição é conceber uma verdade irrefutável, universal, eterna, de sabor bíblico, resumindo o dogma literário a uma única sentença, simples e linear: Quando a literatura não mata a humanidade, é a humanidade a matar a literatura.“

—  Diogo Mainardi 1962

Polígono das secas; Por Diogo Mainardi; Publicado por Companhia das Letras, 1995; ISBN 8571645078, 9788571645073; 118 páginas
Polígono das Secas

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„Minha maior contribuição à literatura brasileira é não escrever.“

—  Jaguar (cartunista) 1932

Jaguar, cartunista, que mesmo assim está lançando o livro Ipanema ­ Se Não Me Falha a Memória
Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/291100/vejaessa.html, Edição 1 677 - 29 de novembro de 2000

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„Em literatura, o meio mais seguro de ter razão é estar morto.“

—  Victor Hugo poeta, romancista e dramaturgo francês 1802 - 1885

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„Literatura: todos os seus géneros são bons, excepto o aborrecido.“

—  Voltaire volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines 1694 - 1778

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„A literatura antecipa sempre a vida. Não a copia, amolda-a aos seus desígnios.“

—  Oscar Wilde Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa 1854 - 1900

Variante: A literatura antecipa sempre a vida. Não a copia, molda-a aos seus desígnios.

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„Não é a beleza mas sim a humanidade o objectivo da literatura.“

—  Salamah Mussa

Variante: Não é a beleza mas sim a humanidade o objetivo da literatura.

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„Em literatura, o melhor meio de se tornar imortal é morrer.“

—  Victor Hugo poeta, romancista e dramaturgo francês 1802 - 1885

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