Frases sobre a história

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da história, vida, vida, ser.

Melhores frases sobre a história

  • A história será gentil para mim, pois pretendo escrevê-la. – Winston Churchill
  • O perdão é a única maneira de reverter o fluxo irreversível da história. – Hannah Arendt
  • Toda dor pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história. – Hannah Arendt
  • A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes. – Karl Marx
  • Amar-se a si mesmo é o começo de uma aventura que dura a vida inteira. – Oscar Wilde
  • Mulheres comportadas, raramente fazem história – Marilyn Monroe
  • A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa? – Karl Marx
  • Não serei plateia dessa sociedade doente, serei autor da minha história! – Augusto Cury
  • Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos. – Winston Churchill
  • Os romances maus contam histórias, os bons romances mostram-nos a nós mesmos. – António Lobo Antunes

Todas frases sobre a história

Total 1006 citações história, filtro:

Isaac Newton photo
Esta tradução está aguardando revisão. Está correcto?
Anne Rice photo
Cléo Pires photo

„Não tem nada mais cafona do que essa história de feminista e machista. Sou como Madonna, humanista“

—  Cléo Pires Atriz e cantora brasileira 1982

Fonte: Revista ISTOÉ Gente, Edição 243 http://www.terra.com.br/istoegente/243/frases/index.htm (05/04/2004)

Neil Gaiman photo
Oscar Wilde photo

„Amar-se a si mesmo é o começo de uma aventura que dura a vida inteira.“

—  Oscar Wilde Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa 1854 - 1900

Albert Einstein photo
Cornelia Funke photo

„Dar a Jesus


Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. Romanos 6:11


Eles o chamam de “A Pegada do Diabo”. É uma impressão em forma de pé no granito em uma colina ao lado de uma igreja. De acordo com a lenda local, a “pegada” aconteceu num dia de outono em 1740, quando o evangelista George Whitefield pregou tão poderosamente que o diabo saltou do campanário da igreja, pousando na rocha ao sair da cidade.

Embora seja apenas uma lenda, a história lembra uma verdade encorajadora da Palavra de Deus. Tiago 4:7 nos lembra: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”

Deus nos deu a força que precisamos para enfrentar nosso adversário e as tentações em nossa vida. A Bíblia nos diz que “…o pecado não terá domínio sobre vós” (Romanos 6:14) por causa da graça amorosa de Deus para conosco através de Jesus Cristo. Quando a tentação vem e corremos para Jesus, Ele nos capacita a permanecer em Sua força. Nada que enfrentamos nesta vida é capaz de vencê-lo, porque Ele “venceu o mundo” (João 16:33).

À medida que nos submetemos ao nosso Salvador, e ao mesmo tempo lhe entregamos a nossa vontade em obediência à Palavra de Deus, Ele nos ajuda. Quando nos entregamos a Ele em vez de ceder à tentação, Deus é capaz de lutar as nossas batalhas. Nele podemos vencer.

A oração do santo mais débil é um terror para Satanás. 
Oswald Chambers
James Banks“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

Ken Follett photo
Clive Staples Lewis photo
Max Weber photo
Oscar Wilde photo

„A Humanidade se leva muito a sério. É o pecado original do mundo. Se o homem das cavernas soubesse rir, a história teria sido diferente.“

—  Oscar Wilde, livro O Retrato de Dorian Gray

"Humanity takes itself too seriously. It is the world's original sin. If the caveman had known how to laugh, history would have been different.
O Retrato de Dorian Gray

John Locke photo

„(…) todo homem livre da Carolina deve ter absoluto poder e autoridade sobre seus escravos negros seja qual for sua opinião e religião.“

—  John Locke Filósofo e médico inglês. pai do liberalismo clássico. 1632 - 1704

In The Fundamental Constitutions of Carolina (1669) in Political Writings, (org.) David Wooton, Penguin Books, London-New York, p. 196 (art. CX) apud Losurdo, Dominico in Contra-História do Liberalismo, 2006, p. 15.

Adolf Hitler photo
Arthur Schopenhauer photo
Jean Baudrillard photo

„O único referente que ainda funciona é o da maioria silenciosa. Todos os sistemas atuais funcionam sobre essa entidade nebulosa, sobre essa substância flutuante cuja existência não é mais social mas estatística, e cujo único modo de aparição é o da sondagem. Simulação no horizonte do social, ou melhor, no horizonte em que o social já desapareceu.

O fato de a maioria silenciosa (ou as massas) ser um referente imaginário não quer dizer que ela não existe. Isso quer dizer que não há mais representação possível. As massas não são mais um referente porque não têm mais natureza representativa. Elas não se expressam, são sondadas. Elas não se refletem, são testadas.
(…)Bombardeadas de estímulos, de mensagens e de testes, as massas não são mais do que um jazigo opaco, cego, como os amontoados de gases estelares que só são conhecidos através da análise do seu espectro luminoso - espectro de radiações equivalente às estatísticas e às sondagens. Mais exatamente: não é mais possível se tratar de expressão ou de representação, mas somente de simulação de um social para sempre inexprimível e inexprimido. Esse é o sentido do seu silêncio. Mas esse silêncio é paradoxal - não é um silêncio que fala, é um silêncio que proíbe que se fale em seu nome. E, nesse sentido, longe de ser uma forma de alienação, é uma arma absoluta.

Ninguém pode dizer que representa a maioria silenciosa, e esta é sua vingança. As massas não são mais uma instância à qual se possa referir como outrora se referia à classe ou ao povo. Isoladas em seu silêncio, não são mais sujeito (sobretudo, não da história), elas não podem, portanto, ser faladas, articuladas, representadas, nem passar pelo “estágio do espelho” político e pelo ciclo das identificações imaginárias. Percebe-se que poder resulta disso: não sendo sujeito, elas não podem ser alienadas - nem em sua própria linguagem (elas não têm uma), nem em alguma outra que pretendesse falar por elas. Fim das esperanças revolucionárias. Porque estas sempre especularam sobre a possibilidade de as massas, como da classe proletária, se negarem enquanto tais. Mas a massa não é um lugar de negatividade nem de explosão, é um lugar de absorção e de implosão.“

—  Jean Baudrillard, livro In the Shadow of the Silent Majorities

In the Shadow of the Silent Majorities

Eduardo Galeano photo
Andre Rodrigues Costa Oliveira photo
Julio Cortázar photo
Virginia Woolf photo
Adolf Hitler photo
Adolf Hitler photo
Adolf Hitler photo
Eduardo Galeano photo
Noam Chomsky photo
Auguste Comte photo
Orhan Pamuk photo

„Quando aquela senhora que me lembrava minha tia disse que me conhecia, ela não estava dizendo que conhecia minha história de vida e minha família, que sabia onde eu morava, que escolas frequentei, os romances que escrevi e as dificuldades políticas que enfrentei. Nem que conhecia minha vida particular, meus hábitos pessoais ou minha natureza essencial e minha visão de mundo, que eu tentara expressar relacionando-as com minha cidade natal em meu livro Istambul. A velha senhora não estava confundindo a minha história com as histórias de minhas personagens fictícias. Ela parecia falar de algo mais profundo, mais íntimo, mais secreto, e senti que a entendia. O que permitiu que a tia perspicaz me conhecesse tão bem foram minhas próprias experiências sensoriais, que inconscientemente eu colocara em todos os meus livros, em todas as minhas personagens. Eu projetara minhas experiências em minhas personagens: como me sinto quando aspiro o cheiro da terra molhada de chuva, quando me embriago num restaurante barulhento, quando toco a dentadura de meu pai depois de sua morte, quando lamento estar apaixonado, quando eu consigo me safar quando conto uma mentirinha, quando aguardo na fila de uma repartição pública segurando um documento molhado de suor, quando observo as crianças jogando futebol na rua, quando corto o cabelo, quando vejo retratos de paxás e frutas pendurados nas bancas de Istambul, quando sou reprovado na prova de direção, quando fico triste depois que todo mundo deixou a praia no fim do verão, quando sou incapaz de me levantar e ir embora no final de uma longa visita a alguém apesar do adiantado da hora, quando desligo o falatório da TV na sala de espera do médico, quando encontro um velho amigo do serviço militar, quando há um súbito silêncio no meio de uma conversa interessante. Nunca me senti embaraçado quando meus leitores pensavam que as aventuras de meus heróis também haviam ocorrido comigo, porque eu sabia que isso não era verdade. Ademais, eu tinha o suporte de três séculos de teoria do romance e da ficção, que podia usar para me proteger dessas afirmações. E estava bem ciente de que a teoria do romance existia para defender e manter essa independência da imaginação em relação à realidade. No entanto, quando uma leitora inteligente me disse que sentira, nos detalhes do romance, a experiência da vida real que "os tornavam meus", eu me senti embaraçado como alguém que confessou coisas íntimas a respeito da própria alma, como alguém cujas confissões escritas foram lidas por outra pessoa.“

—  Orhan Pamuk escritor turco, vencedor do Prêmio Nobel de literatura de 2006 1952

The Naive and the Sentimental Novelist

Samuel Butler (1835-1902) photo

„Um argumento a favor do diabo: É preciso recordar que nós ouvimos só uma versão da história. Deus escreveu todos os livros.“

—  Samuel Butler (1835-1902) 1835 - 1902

Variante: Uma apologia ao Diabo: é preciso lembrar que apenas ouvimos uma versão da história. Deus escreveu todos os livros.

Adolf Hitler photo