Frases sobre a natureza

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da natureza, ser, homem, homens.

Melhores frases sobre a natureza

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“A natureza não faz nada em vão.”

Vatiações: ...não faz nada sem propósito./não desperdiça nada.
Livro I, 1253.a8
Das partes dos animais, Política

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“Todo homem, por natureza, quer saber.”

Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego

Variante: Todos os homens, por natureza, desejam saber.

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“Em todas as coisas da natureza existe algo de maravilhoso.”

Aristoteles (-384–-321 a.C.) filósofo grego

Livro I, 645.a16
Das partes dos animais

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“A natureza do homem é a história.”

Antonio Gramsci (1891–1937) Pensador marxista

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“Antes ser um homem da sociedade, sou-o da natureza.”

Marqués de Sade (1740–1814) Aristocrata francês e escritor libertino

Je suis l'homme de la nature, avant que d'être celui de la société
La nouvelle Justine ou Les malheurs de la vertu: Ouvrage orné d'un frontispiece et de 40 sujets gravés avec soin: Volume 2 - Página 108 http://books.google.com.br/books?id=X_AUAAAAYAAJ&pg=PA108, Sade (marquis de) - 1797

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Frases sobre a natureza

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“Adote o ritmo da natureza: seu segredo é a paciência.”

Ralph Waldo Emerson (1803–1882)

Adopt the pace of nature: her secret is patience
Lectures and Biographical Sketches‎ (1884) - Página 80, de Ralph Waldo Emerson - Publicado por Kessinger Publishing, 2004 ISBN 0766189198, 9780766189195 - 252 páginas

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“As coisas nos parecem absurdas ou más porque delas temos um conhecimento parcial, e somos completamente ignorantes quanto à ordem e à coerência da natureza como um todo.”

Spinoza (1632–1677) Filósofo Holandês

Whenever, then, anything in nature seems to us ridiculous, absurd, or evil, it is because we have but a partial knowledge of things, and are in the main ignorant of the order and coherence of nature as a whole
The chief works of Benedict de Spinoza - Volume 1, página 295, Benedictus de Spinoza, Robert Harvey Monro Elwes - G. Bell, 1887

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“A natureza melhor da criança deve ser encorajada o mais cedo possível a combater a força prepotente do instinto animal.”

Fonte: Revista Nova Escola, 171, abr04 http://novaescola.abril.com.br/ed/171_abr04/html/pensadores.htm

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“Tudo o que precisamos


…pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade… v.3


Muitas vezes me sinto inadequado para as tarefas que tenho. Quer seja ensinar na Escola Dominical, aconselhar um amigo ou escrever artigos para esta publicação. O desafio parece ser maior do que minha capacidade. Como Pedro, tenho muito a aprender.

O Novo Testamento revela as falhas de Pedro enquanto tentava seguir o Senhor. Ao caminhar sobre as águas até Jesus, ele começou a afundar (Mateus 14:25-31). Quando Jesus foi preso, Pedro o negou (Marcos 14:66-72). Porém o encontro com o Cristo ressuscitado e o poder do Espírito Santo transformaram a vida dele.

Pedro entendeu que pelo “divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude” (2 Pedro 1:3). Surpreende-nos que esta declaração veio de um homem com muitas falhas!

Deus tem nos doado: “…as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas [nos tornemos] coparticipantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção…” (v.4).

O nosso relacionamento com o Senhor Jesus Cristo é a fonte da sabedoria, paciência e poder que precisamos para honrar a Deus, ajudar os outros e enfrentar os desafios de hoje. Por meio dele, podemos superar as nossas hesitações e sentimentos de inadequação.

Em cada situação, Ele nos concedeu tudo o que precisamos para servir e honrá-lo.

Deus promete nos conceder tudo o que precisamos 
para honrá-lo com a nossa vida. David C. McCasland”

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“‎"Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis."”

Os Miseráveis
Variante: Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis.
Fonte: "Os Miseráveis" - Prefácio

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“Com efeito, se a existência precede a essência, nada poderá jamais ser explicado por referência a uma natureza humana dada e definitiva; ou seja, não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade.”

Jean Paul Sartre (1905–1980) Filósofo existencialista, escritor, dramaturgo, roteirista, ativista político e crítico literário francês

O existencialismo é humanismo

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“O homem é déspota por natureza e a mulher, tirana.”

Dostoiévski, Fiodor. O Jogador. Tradução Pietro Nassetti. São Paulo, 2010. Editora Martin Claret Ltda. Página 52
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, O Jogador

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“Se a realidade viesse atingir diretamente nossos sentidos e nossa consciência, se pudéssemos entrar em comunicação imediata com as coisas e com nós mesmos, estou certo de que a arte seria inútil, ou antes, que seríamos todos artistas, porque nossa alma vibraria então continuamente em uníssono com a natureza. Nossos olhos, ajudados pela
memória, recortariam no espaço e fixariam no tempo quadros inimitáveis. Nosso olhar captaria de passagem, esculpidos no mármore vivo do corpo humano, fragmentos de estátua tão belos como os da estatuária antiga. Ouviríamos cantar no fundo de nossas almas, como música por vezes alegre, o mais das vezes lamentosa, sempre original, a melodia ininterrupta de nossa vida interior. Tudo isso está em torno de nós, tudo isso está em nós, e no entanto nada de tudo isso é percebido por nós distintamente. Entre a natureza e nós, apenas? Entre nós e nossa própria consciência um véu se interpõe, espesso para o comum dos homens, leve e quase transparente para o artista e o poeta. Que fada teceu esse véu? Terá sido por malícia ou amizade? Impunha-se viver, e a vida exige que apreendamos as coisas na relação que elas mantêm com nossas necessidades. Viver consiste em agir. Viver é aceitar dos objetos só a impressão útil para a eles reagir de modo adequado: as demais impressões devem se obscurecer ou só nos chegarem confusamente. Enxergo o que creio ver, escuto o que creio ouvir, analiso-me e creio ler no fundo do meu peito. Mas o que vejo e o que ouço do mundo exterior é simplesmente o que meus sentidos extraem dele para esclarecer minha conduta; o que conheço de mim mesmo é o que aflora à superfície, o que toma parte na ação. Meus sentidos e minha consciência só me proporcionam da realidade uma simplificação prática. Na visão que me dão das coisas e de mim mesmo, as diferenças inúteis ao homem são apagadas, as semelhanças úteis ao homem são acentuadas, as vias me são traçadas de antemão por onde minha ação enveredará. Essas são as mesmas pelas quais toda a humanidade passou antes de mim. As coisas foram classificadas com vistas à vantagem que poderei tirar delas. E é essa classificação que percebo, muito mais que a cor e a forma das coisas.”

Laughter: An Essay on the Meaning of the Comic

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“Quando aquela senhora que me lembrava minha tia disse que me conhecia, ela não estava dizendo que conhecia minha história de vida e minha família, que sabia onde eu morava, que escolas frequentei, os romances que escrevi e as dificuldades políticas que enfrentei. Nem que conhecia minha vida particular, meus hábitos pessoais ou minha natureza essencial e minha visão de mundo, que eu tentara expressar relacionando-as com minha cidade natal em meu livro Istambul. A velha senhora não estava confundindo a minha história com as histórias de minhas personagens fictícias. Ela parecia falar de algo mais profundo, mais íntimo, mais secreto, e senti que a entendia. O que permitiu que a tia perspicaz me conhecesse tão bem foram minhas próprias experiências sensoriais, que inconscientemente eu colocara em todos os meus livros, em todas as minhas personagens. Eu projetara minhas experiências em minhas personagens: como me sinto quando aspiro o cheiro da terra molhada de chuva, quando me embriago num restaurante barulhento, quando toco a dentadura de meu pai depois de sua morte, quando lamento estar apaixonado, quando eu consigo me safar quando conto uma mentirinha, quando aguardo na fila de uma repartição pública segurando um documento molhado de suor, quando observo as crianças jogando futebol na rua, quando corto o cabelo, quando vejo retratos de paxás e frutas pendurados nas bancas de Istambul, quando sou reprovado na prova de direção, quando fico triste depois que todo mundo deixou a praia no fim do verão, quando sou incapaz de me levantar e ir embora no final de uma longa visita a alguém apesar do adiantado da hora, quando desligo o falatório da TV na sala de espera do médico, quando encontro um velho amigo do serviço militar, quando há um súbito silêncio no meio de uma conversa interessante. Nunca me senti embaraçado quando meus leitores pensavam que as aventuras de meus heróis também haviam ocorrido comigo, porque eu sabia que isso não era verdade. Ademais, eu tinha o suporte de três séculos de teoria do romance e da ficção, que podia usar para me proteger dessas afirmações. E estava bem ciente de que a teoria do romance existia para defender e manter essa independência da imaginação em relação à realidade. No entanto, quando uma leitora inteligente me disse que sentira, nos detalhes do romance, a experiência da vida real que "os tornavam meus", eu me senti embaraçado como alguém que confessou coisas íntimas a respeito da própria alma, como alguém cujas confissões escritas foram lidas por outra pessoa.”

Orhan Pamuk (1952) escritor turco, vencedor do Prêmio Nobel de literatura de 2006

The Naive and the Sentimental Novelist

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“Pena que a Natureza fizesse de ti um só indivíduo. Porque havia matéria para um homem digno e para um patife.”

Arthur Conan Doyle (1859–1930) escritor e médico escocês

O Signo dos Quatro e A Morte Chantagista

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“A arte é um resumo da natureza feito pela imaginação.”

Eça de Queiroz (1845–1900) Escritor e diplomata português

Variante: A arte é um compêndio da natureza formado pela imaginação.

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“Nossas mentes possuem por natureza um insaciável desejo de saber a verdade.”

Cícero (-106–-43 a.C.) orador e político romano

Variante: A natureza colocou em nossas mentes um insaciável desejo de ver a verdade.

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“A alma das crianças é um espelho em que se retrata a natureza.”

Cícero (-106–-43 a.C.) orador e político romano

Cícero citado em "Cintilações" - página 56, Sabino Lino Conte - Editôra F.T.D., 1966 - 158 páginas
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“O poder não corrompe o homem; é o homem que corrompe o poder. O homem é o grande poluidor, da natureza, do próprio homem, do poder. Se o poder fosse corruptor, seria maldito e proscrito, o que acarretaria a anarquia.”

Ulysses Guimarães (1916–1992) político brasileiro

Rompendo o cerco - página 19 (Volume 2 de Coleção Documentos da democracia brasileira), Ulysses Guimãraes.
Fonte: discurso proferido em 18 de junho de 1967, em Florianópolis.
Fonte: "Rompendo o Cerco" - coletânea de discursos proferidos pelo deputado Ulysses Guimarães, 2ª edição, editora Paz e Terra, Rio de Janeiro, RJ (1978), 188 páginas.

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“Nada sucede ao homem que sua natureza não seja capaz de suportar.”

Marco Aurelio (121–180)

The Meditations, V, 18

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“Para que terei inveja de seus olhos verdes se o vermelho dos meus olhos vem do verde da natureza.”

Bob Marley (1945–1981) foi um cantor, guitarrista (raggae) e compositor jamaicano famoso por popularizar o gênero
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“Qualquer fórmula que expressa uma lei da natureza é um hino de louvor a Deus.”

Maria Mitchell (1818–1889)

Every formula which expresses a law of nature is a hymn of praise to God
Maria Mitchell: life, letters, and journals - página 185, Maria Mitchell, National American Woman Suffrage Association Collection (Library of Congress) - Lee and Shepard, 1896 - 293 páginas

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“Nenhum homem recebeu da natureza o direito de comandar os outros.”

Denis Diderot (1713–1784)

Aucun homme n'a reçu de la nature le droit de commander aux autres
"Autorité" in: "Œuvres de Denis Diderot", Volume 13‎ - Página 386 http://books.google.com.br/books?id=e6UGAAAAQAAJ&pg=PA386, Denis Diderot, Jacques André Naigeon - J.L.J. Brière, 1821

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“Minha atitude em relação à vida também era minha atitude em relação à ciência. Jesus disse que é preciso nascer de novo, e tornar-se criança. Ele não deve deixar preguiça, medo ou teimosia impedi-lo de cumprir seu dever. Se ele nascesse de novo, veria a vida a partir de tal plano, teria a energia de não ser impedido em seu dever por esses vários desvios e inibições. Meu trabalho, minha vida, deve estar no espírito de uma criança que busca apenas conhecer a verdade e segui-la. Somente o meu propósito deve ser o propósito de Deus - aumentar o bem-estar e a felicidade do Seu povo. A natureza não permitirá um vácuo. Será preenchido com alguma coisa. A necessidade humana é realmente um grande vácuo espiritual que Deus procura preencher ... Com uma mão na mão de um homem necessitado e a outra na mão de Cristo, Ele poderia atravessar o vácuo e eu me tornei um agente. Então a passagem, "Eu posso fazer todas as coisas através de Cristo que me fortalece", passou a ter um significado real. Enquanto eu trabalhava em projetos que atendiam a uma necessidade humana real, forças estavam trabalhando através de mim, o que me surpreendeu. Eu costumava dormir com um problema aparentemente insolúvel. Quando acordei, a resposta estava lá. Por que, então, nós que cremos em Cristo ficamos tão surpresos com o que Deus pode fazer com um homem disposto em laboratório? Algumas coisas devem ser desconcertantes para o crítico que nunca nasceu de novo.”

George Washington Carver (1864–1943)
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“Rezar a Deus é pensar que com palavras se mudará a natureza toda.”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
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“A nossa natureza está no movimento, o repouso completo é a morte.”

Blaise Pascal (1623–1662)

Variante: Nossa natureza está no movimento; o inteiro repouso é a morte.

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“O homem superior é impassível por natureza: pouco se lhe dá que o elogiem ou censurem, ele não ouve senão a voz da própria consciência.”

Napoleão Bonaparte (1769–1821) monarca francês, militar e líder político

L'homme supérieur, dit Napoléon, est impassible de sa nature; on le loue, on le blâme, peu lui importe; c'est sa conscience qu'il écoule.
Napoleão Bonaparte como citado in: Le Spectateur militaire: Recueil de science, d'art et d'histoire militaires, página 113 https://books.google.com.br/books?id=ZFo8AAAAYAAJ&pg=PA113, Jean Maximilien Lamarque, ‎Franciois Nicolas baron Fririon - Bureau de Spectateur militaire, 1877
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“Nada é tão maravilhoso que não possa existir, se admitido pelas leis da Natureza.”

Michael Faraday (1791–1867) Físico e químico inglês

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/frases/coletanea-02.html
Nothing is too wonderful to be true, if it be consistent with the laws of nature
The Life and Letters of Faraday - v.2 Página 253, de Bence Jones, Michael Faraday - Publicado por Longmans, Green and co., 1870

“Julgamento por fogo


Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, […] receberá a coroa da vida… v.12


No inverno passado ao visitar um museu de história natural, aprendi alguns fatos interessantes sobre uma árvore chamada Aspen. Um bosque de álamos, de troncos delgados e brancos podem crescer a partir de uma única semente e compartilhar o mesmo sistema radicular. Estes sistemas radiculares podem existir por milhares de anos, mesmo sem produzir árvores. Eles dormem no subsolo, à espera de incêndio, inundação ou avalanche para limpar-lhes um espaço nas sombras da floresta. Após um desastre natural limpar a terra, as raízes dessa árvore podem finalmente sentir o sol. As raízes, então, produzem mudas, que se tornam árvores.

Para estes álamos, a devastação causada pela natureza lhes possibilita o crescimento. Tiago escreve que o nosso crescimento na fé, se torna possível pelas dificuldades: “…tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes. “ (Tiago 1:2-4).

É difícil ser alegre nas provações, mas podemos ter a esperança de que Deus usará as circunstâncias difíceis para nos ajudar a atingir a maturidade. Como árvores de álamo, a fé pode crescer em tempos de provação quando a dificuldade liberar espaço em nosso coração para a luz de Deus habitar em nós.

Nossas experiências e provações 
podem nos aproximar de Cristo. Amy Peterson”

“Aprecie a vista


Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes. v.3


Pores do sol. As pessoas tendem a parar o que estão fazendo para observá-los, tirar fotos e apreciar a bela vista.

Minha esposa e eu assistimos ao pôr do sol no Golfo do México recentemente. Uma multidão de pessoas nos cercava, em sua maioria estranhos que tinham se reunido na praia para assistir a este fenômeno noturno. No momento em que o sol se pôs totalmente abaixo do horizonte a multidão irrompeu em aplausos.

Por que as pessoas reagem assim? O livro de Salmos oferece uma pista. O salmista escreveu sobre Deus ordenar o Sol para louvar o seu Criador (v.3). E por onde quer que os raios do sol brilhem em toda a Terra, as pessoas são tocadas para louvar junto com os astros.

A beleza da natureza nos fala à alma como poucas coisas o fazem. Ela não só tem a capacidade de nos interromper no que estivermos fazendo e cativar a nossa atenção, mas também tem o poder de nos fazer prestar mais atenção no Criador dessa beleza em questão.

A maravilha da imensa criação de Deus pode nos levar a fazer uma pausa e lembrarmo-nos do que é verdadeiramente importante. Em última análise, nos lembra de que existe um Criador no início e fim de cada dia; Alguém que amou tanto o mundo que criou a ponto de vir habitar nele, para redimir e restaurá-lo.

Junte-se a Deus em desfrutar 
de tudo o que Ele tem feito. Jeff Olson”

“Sementes de dispersão


Mas o que foi semeado em boa terra […] produz a cem, a sessenta e a trinta por um. v.23.


Recebi um e-mail maravilhoso de uma mulher que escreveu: “Sua mãe foi minha professora de primeiro ano em 1958. Ela era uma grande professora, muito gentil, mas rigorosa! Ela nos fez memorizar o Salmo 23 e dizê-lo na frente da classe, e fiquei horrorizado. Mas esse foi o único contato que tive com a Bíblia até 1997, quando me tornei cristão. E as lembranças da Sra. McCasland inundaram minha mente enquanto eu relia a Bíblia.”

Jesus contou a uma grande multidão a parábola sobre o fazendeiro que semeou, e cujas sementes caíram em diferentes tipos de terreno, uma à beira do caminho, outra em solo rochoso, entre espinhos e, por fim, em bom terreno (vv.1-9). Enquanto algumas sementes nunca germinaram, “a semente que cai em terra boa refere-se a alguém que ouve a palavra e a entende” e “produz a cem, a sessenta e a trinta por um” o que foi semeado (v.23).

Durante os 20 anos que a minha mãe lecionou na primeira série nas escolas públicas, a leitura, a escrita e a aritmética, ela espalhou as sementes da bondade e a mensagem do amor de Deus.

O e-mail de seu ex-aluno concluía: “Tive outras influências em minha caminhada cristã mais tarde na vida, é claro. Mas meu coração sempre retorna ao Salmo 23 e à natureza gentil de sua mãe.”

Uma semente do amor de Deus semeado hoje pode produzir uma colheita extraordinária.

Nós semeamos — Deus produz a colheita. David C. McCasland”

“Salmos de acampamento


Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!… v.1


Quando meu marido e eu saíamos a passear pela natureza, levamos as nossas câmeras para fotografar as pequenas plantas por onde caminhamos, que são como microcosmos do mundo. Vemos a variedade e a beleza surpreendente, mesmo nos fungos que brotam durante a noite e pontilham as madeiras com salpicos de laranja brilhante, vermelho e amarelo!

Os instantâneos da vida que nos rodeiam, me inspiram a levantar os olhos para o Criador que fez não só os cogumelos, mas também as estrelas nos céus. Ele projetou um mundo de infinitas variedades. E o Senhor fez você e eu e nos colocou no meio de toda essa beleza para a desfrutarmos e dominarmos ou governarmos sobre ela (Gênesis 1:27,28, Salmo 8:6-8).

Meus pensamentos se voltam para um dos “salmos de acampamentos” da nossa família os quais lemos sentados ao redor da fogueira. “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. […] Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres e o filho do homem, que o visites?” (8:1-4).

É maravilhoso saber que o grande Deus, que criou o mundo em todo o seu esplendor, se preocupa com você e comigo!

O Deus sábio o suficiente para me criar e também criar o mundo 
em que vivo é sábio o suficiente para cuidar de mim. Philip Yancey Alyson Kieda”

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