Frases sobre imaginação

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da imaginação, homem, homens, vida.

Melhores frases sobre imaginação

  • O riso é atemporal, a imaginação não tem idade e os sonhos são para sempre. – Walt Disney
  • A realidade deixa muito à imaginação. – John Lennon
  • Os verdadeiros valentes vencem a sua imaginação e fazem o que devem fazer. – Charles Bukowski
  • Sempre que estou triste, só imagino se bebês nascessem com bigodes. – Liam Payne
  • Quando fazemos fantasia, não devemos perder de vista a realidade. – Walt Disney
  • A felicidade não é um ideal da razão mas sim da imaginação – Immanuel Kant
  • O verdadeiro sinal de inteligência não é o conhecimento, e sim a imaginação. – Albert Einstein
  • Nas trevas, a imaginação trabalha mais activamente do que em plena luz. – Immanuel Kant
  • Para inventar, você precisa de uma boa imaginação e uma pilha de tralha. – Thomas Alva Edison
  • Você não pode confiar em seus olhos quando sua imaginação está fora de foco. – Mark Twain

Todas frases sobre imaginação

Total 368 citações imaginação, filtro:

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„A arte é um resumo da natureza feito pela imaginação.“

—  Eça de Queiroz Escritor e diplomata português 1845 - 1900

Variante: A arte é um compêndio da natureza formado pela imaginação.

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„Prazos largos são fáceis de subescrever; a imaginação os faz infinitos.“

—  Machado de Assis, livro Dom Casmurro

Dom Casmurro
Variante: Prazos largos são fáceis de subscrever; a imaginação os faz infinitos.

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„Quando aquela senhora que me lembrava minha tia disse que me conhecia, ela não estava dizendo que conhecia minha história de vida e minha família, que sabia onde eu morava, que escolas frequentei, os romances que escrevi e as dificuldades políticas que enfrentei. Nem que conhecia minha vida particular, meus hábitos pessoais ou minha natureza essencial e minha visão de mundo, que eu tentara expressar relacionando-as com minha cidade natal em meu livro Istambul. A velha senhora não estava confundindo a minha história com as histórias de minhas personagens fictícias. Ela parecia falar de algo mais profundo, mais íntimo, mais secreto, e senti que a entendia. O que permitiu que a tia perspicaz me conhecesse tão bem foram minhas próprias experiências sensoriais, que inconscientemente eu colocara em todos os meus livros, em todas as minhas personagens. Eu projetara minhas experiências em minhas personagens: como me sinto quando aspiro o cheiro da terra molhada de chuva, quando me embriago num restaurante barulhento, quando toco a dentadura de meu pai depois de sua morte, quando lamento estar apaixonado, quando eu consigo me safar quando conto uma mentirinha, quando aguardo na fila de uma repartição pública segurando um documento molhado de suor, quando observo as crianças jogando futebol na rua, quando corto o cabelo, quando vejo retratos de paxás e frutas pendurados nas bancas de Istambul, quando sou reprovado na prova de direção, quando fico triste depois que todo mundo deixou a praia no fim do verão, quando sou incapaz de me levantar e ir embora no final de uma longa visita a alguém apesar do adiantado da hora, quando desligo o falatório da TV na sala de espera do médico, quando encontro um velho amigo do serviço militar, quando há um súbito silêncio no meio de uma conversa interessante. Nunca me senti embaraçado quando meus leitores pensavam que as aventuras de meus heróis também haviam ocorrido comigo, porque eu sabia que isso não era verdade. Ademais, eu tinha o suporte de três séculos de teoria do romance e da ficção, que podia usar para me proteger dessas afirmações. E estava bem ciente de que a teoria do romance existia para defender e manter essa independência da imaginação em relação à realidade. No entanto, quando uma leitora inteligente me disse que sentira, nos detalhes do romance, a experiência da vida real que "os tornavam meus", eu me senti embaraçado como alguém que confessou coisas íntimas a respeito da própria alma, como alguém cujas confissões escritas foram lidas por outra pessoa.“

—  Orhan Pamuk escritor turco, vencedor do Prêmio Nobel de literatura de 2006 1952

The Naive and the Sentimental Novelist

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„A imaginação é a visão da alma.“

—  Joseph Joubert 1754 - 1824

L'imagination est l'œil de l'âme.
"Pensées, essais et maximes: Suives de lettres à ses amis et précédés d'une notice sur sa vie, son caractère et ses travaux" - Tome Premier Página 161 http://books.google.com.br/books?id=4gsQEKs0Jb0C&pg=PA161, de Joseph Joubert - Publicado por C. Gosselin, 1842

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„Quando fazemos fantasia, não devemos perder de vista a realidade.“

—  Walt Disney Cofundador da The Walt Disney Company 1901 - 1966

When we do fantasy, we must not lose sight of reality
citado em "The Disney version: the life, times, art, and commerce of Walt Disney" - página 200, Richard Schickel - Ivan R. Dee, 1997, ISBN 1566631580, 9781566631587 - 384 páginas
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„O verdadeiro sinal de inteligência não é o conhecimento, e sim a imaginação.“

—  Albert Einstein 1879 - 1955

The true sign of intelligence is not knowledge, but imagination.
The Gramophone - Volume 83 https://books.google.com.br/books?id=q9s4AQAAIAAJ, Edições 998-1000 - Página 3, C. Mackenzie, 2005
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„Você não pode confiar em seus olhos quando sua imaginação está fora de foco.“

—  Mark Twain escritor, humorista e inventor norte-americano 1835 - 1910

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