Frases de André Gide

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André Gide

Data de nascimento: 22. Novembro 1869
Data de falecimento: 19. Fevereiro 1951
Outros nomes: André Paul Guillaume Gide

André Paul Guillaume Gide foi um escritor francês.

Recebeu o Nobel de Literatura de 1947. Oriundo de uma família da alta burguesia, foi o fundador da Editora Gallimard e da revista Nouvelle Revue Française. Gide não somente era homossexual assumido, como também falava abertamente em favor dos direitos dos homossexuais, tendo escrito e publicado, entre 1910 e 1924, um livro destinado a combater os preconceitos homofóbicos da sociedade de seu tempo, Corydon.

Liberdade e libertação recusando restrições morais e puritanas, a sua obra articula-se ao redor da busca permanente da honestidade intelectual: como ser igual a si mesmo, ao ponto de assumir a sua pederastia e a sua homossexualidade. Entre as suas obras mais importantes estão Os Frutos da Terra, a já mencionada Corydon, A Sinfonia Pastoral, O Imoralista e Os Moedeiros Falsos. Wikipedia

Photo: Ottoline Morrell (1873-1938) / Public domain

Obras

„Não acredites que a tua verdade possa ser encontrada por algum outro.“

—  André Gide, livro Les Nourritures terrestres

Ne crois pas que ta vérité puisse être trouvée par quelque autre.
"Les nourritures terrestres" - página 209, André Gide - Sociéte du Mercure de France, 1897 - 210 páginas
Os frutos da Terra (1897)
Variante: Não te convenças de que a tua verdade possa ser encontrada por qualquer outro.

„Na frente de certos ricos, como não se sentir uma alma de comunista?“

—  André Gide

En face de certains riches, comment ne pas se sentir une âme de communiste?
André Gide in: "Oeuvres complètes d'André Gide‎" - vol. 15, Página 125, N[ouvelle] r[evue] f[rançaise], 1932

„Nada impede mais a felicidade do que a lembrança da felicidade.“

—  André Gide

citado em "Frases Geniais" - Página 14, de PAULO BUCHSBAUM - Editora Ediouro Publicações, ISBN 8500015330, 9788500015335

„Não gosto dos que se acham com mérito por terem trabalhado penosamente. Porque, se o que fizeram foi penoso, seria por certo melhor que tivessem feito outra coisa. A sinceridade do meu prazer é o mais importante dos meus guias.“

—  André Gide, livro Les Nourritures terrestres

Je n’aime point ceux qui se font un mérite d’avoir péniblement œuvré. Car si c’était pénible, ils auraient mieux fait de faire autre chose. La joie que l’on y trouve est signe de l’appropriation du travail et la sincérité de mon plaisir, Nathanaël, m’est le plus important des guides
"Les nourritures terrestres" - página 43, André Gide - Sociéte du Mercure de France, 1897 - 210 páginas
Os frutos da Terra (1897)

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„Crê nos que buscam a verdade, duvida dos que a encontram.“

—  André Gide

Croyez ceux qui cherchent la vérité, doutez de ceux qui la trouvent.
"Jeux sont faits" - página 174, André Gide - Gallimard, 1952 - 197 páginas

„As mentiras mais detestáveis são as que mais se aproximam da verdade.“

—  André Gide, livro Se o grão não morre

Les plus détestables mensonges sont ceux qui se rapprochent le plus de la vérité
"Si le grain ne meurt" - página 340, André Gide - Gallimard, Éditions de la Nouvelle revue française, 1929, ed. 44 - 372 páginas

„Aprendi a agir sem julgar se a acção é boa ou má. Amar sem me inquietar se é o bem ou se é o mal. Uma existência patética em vez da tranquilidade. E a não desejar nenhum repouso sem ser o que chegar com o sono da morte.“

—  André Gide, livro Les Nourritures terrestres

Agir sans juger si l’action est bonne ou mauvaise. Aimer sans s’inquiéter si c’est le bien ou le mal. Nathanaël, je t’enseignerai la ferveur. Une existence pathétique, Nathanaël, plutôt que la tranquillité. Je ne souhaite pas d’autre repos que celui du sommeil de la mort.
"Les nourritures terrestres" - página 19, André Gide - Sociéte du Mercure de France, 1897 - 210 páginas
Os frutos da Terra (1897)

„Estamos ligados aos nossos actos como um fósforo à sua chama. Eles consomem-nos, é verdade, mas são eles que nos dão o nosso esplendor. E, se a nossa alma valeu alguma coisa, é porque ardeu com mais ardor do que outras.“

—  André Gide, livro Les Nourritures terrestres

Nos actes s'attachent à nous comme sa lueur au phosphore. Ils nous consument, il est vrai, mais ils nous font notre splendeur. Et si notre âme a valu quelque chose, c'est qu'elle a brûlé plus ardemment que quelques autres
"Les nourritures terrestres" - página 21, André Gide - Sociéte du Mercure de France, 1897 - 210 páginas
Os frutos da Terra (1897)

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