Frases do livro
Cem Anos de Solidão

Cem Anos de Solidão
Gabriel García MárquezTítulo original Cien años de soledad (Espanhol, 1967)

Cem Anos de Solidão é uma obra do escritor colombiano Gabriel García Márquez, Prêmio Nobel da Literatura em 1982, e é atualmente considerada uma das obras mais importantes da literatura latino-americana. Essa obra tem a peculiaridade de ser umas das mais lidas e traduzidas de todo o mundo. Durante o IV Congresso Internacional da Língua Espanhola, realizado em Cartagena, na Colômbia, em março de 2007, Cem Anos de Solidão foi considerada a segunda obra mais importante de toda a literatura hispânica, ficando apenas atrás de Dom Quixote de la Mancha. Utilizando o estilo conhecido como realismo mágico e do romance histórico, Cem Anos de Solidão cativou milhões de leitores e ainda atrai milhares de fãs à literatura constante de Gabriel García Márquez.


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„Você não imagina como eu gostaria de lhe dar prazer, mas Deus é testemunha de que não posso.“

—  Gabriel García Márquez, livro Cem Anos de Solidão

Arcadio agarrou-a pela cintura com a sua tremenda força hereditária, e sentiu que o mundo se apagava ao contato da sua pele. “Não se faça de santa”, dizia. “Afinal, todo mundo sabe que voce e uma puta!
Cem anos de solidão, Capítulo 6

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„Afastem-se, vacas, que a vida é curta“

—  Gabriel García Márquez, livro Cem Anos de Solidão

One Hundred Years of Solitude
Cem anos de solidão, Capítulo 17
Variante: Afastem-se, vacas, que a vida é curta.

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„O mundo terá acabado de se foder”, disse então, “no dia em que os homens viajarem de primeira classe e a literatura no vagão de carga.“

—  Gabriel García Márquez, livro Cem Anos de Solidão

One Hundred Years of Solitude
Cem anos de solidão, Capítulo 20
Variante: O mundo terá acabado de se foder, disse então, no dia em que os homens viajarem de primeira classe e a literatura no vagão de carga.

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