Frases sobre propriedade

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da propriedade.

Tópicos relacionados

Total 131 citações, filtro:


Margaret Thatcher photo
Liev Tolstói photo
Ayn Rand photo

„Eis o aborto da ideia da interdependência coletiva, da doutrina da não identidade, não propriedade, não fato. (…) A ideia de que a estatura moral de um indivíduo está a mercê da ação de um outro.“

—  Ayn Rand 1905 - 1982

A Revolta de Atlas / Ayn Rand; [tradução de Paulo Henriques Britto]. São Paulo: Arqueiro, 2010, Volume III, Cap. 6, p. 296
Fala do personagem Hank Rearden

Enéas Carneiro photo
Hubert Reeves photo
Agostinho da Silva photo
Étienne de La Boétie photo
Karl Marx photo
Frédéric Bastiat photo

„A vida, a liberdade e a propriedade não existem pelo simples fato de os homens terem feito leis. Ao contrário, foi pelo fato de a vida, a liberdade e a propriedade existirem antes que os homens foram levados a fazer as leis.“

—  Frédéric Bastiat, livro A Lei

Life, liberty, and property do not exist because men have made laws. On the contrary, it was the fact that life, liberty, and property existed beforehand that caused men to make laws in the first place.
The Law / Frédéric Bastiat; tradução do francês por Dean Russell - pagina 2 https://admin.fee.org/files/doclib/20121116_thelaw.pdf
A Lei

„O supérfluo dos ricos é propriedade dos pobres.“

—  Santo Agostinho

Variante: O supérfluo dos ricos é o necessário dos pobres.

Help us translate English quotes

Discover interesting quotes and translate them.

Start translating
Pepetela photo
Karl Marx photo

„Horrorizai-vos porque queremos abolir a propriedade privada. Mas em vossa sociedade a propriedade privada já está abolida para nove décimos de seus membros.“

—  Karl Marx filósofo, economista e sociólogo alemão 1818 - 1883

Variante: Horrorizai-vos porque queremos abolir a propriedade privada. Mas em vossa sociedade a propriedade privada está abolida para nove décimos de seus membros.

Jane Austen photo

„Receio bem que a agradabilidade de uma ocupação nem sempre revele a sua propriedade.“

—  Jane Austen romancista britânica 1775 - 1817

Variante: Receio bem que a agradibilidade de uma ocupação nem sempre revele a sua propriedade.

John Stuart Mill photo
Virginia Woolf photo
John Steinbeck photo

„Os pequenos fazendeiros observam como as dívidas sobem insensivelmente, como o crescer da maré. Cuidaram das árvores sem vender a colheita, podaram e enxertaram e não puderam colher as frutas.
Este pequeno pomar, para o ano que vem, pertencerá a uma grande companhia, pois o proprietário será sufocado por dívidas.
Este parreiral passará a ser propriedade do banco. Apenas os grandes proprietários podem subsistir, visto que também possuem fábricas de conservas.
A podridão alastra por todo o Estado e o cheiro doce torna-se uma grande preocupação nos campos. E o malogro paira sobre o Estado como um grande desgosto.
As raízes das vides e das árvores têm de ser destruídas, para se poderem manter os preços elevados. É isto o mais triste, o mais amargo de tudo. Carradas de laranjas são atiradas para o chão. O pessoal vinha de milhas de distâncias para buscar as frutas, mas agora não lhes é permitido fazê-lo. Não iam comprar laranjas a vinte cents a. dúzia, quando bastava pular do carro e apanhá-las do chão. Homens armados de mangueiras derramam querosene por cima das laranjas e enfurecem-se contra o crime, contra o crime daquela gente que veio à procura das frutas. Um milhão de criaturas com fome, de criaturas que precisam de frutas… e o querosene derramado sobre as faldas das montanhas douradas.
O cheiro da podridão enche o país.
Queimam café como combustível de navios. Queimam o milho para aquecer; o milho dá um lume excelente. Atiram batatas aos rios, colocando guardas ao longo das margens, para evitar que o povo faminto intente pescá-las. Abatem porcos, enterram-nos e deixam a putrescência penetrar na terra.
Há nisto tudo um crime, um crime que ultrapassa o entendimento humano. Há nisto uma tristeza, uma tristeza que o pranto não consegue simbolizar. Há um malogro que opõe barreiras a todos os nossos êxitos; à terra fértil, às filas rectas de árvores, aos troncos vigorosos e às frutas maduras. Crianças atingidas de pelagra têm de morrer porque a laranja não pode deixar de proporcionar lucros. Os médicos legistas devem declarar nas certidões de óbito; "Morte por inanição", porque a comida deve apodrecer, deve, por força, apodrecer.
O povo vem com redes para pescar as batatas no rio, e os guardas impedem-nos. Os homens vêm nos carros ruidosos apanhar as laranjas caídas no chão, mas as laranjas estão untadas de querosene. E ficam imóveis, vendo as batatas passarem flutuando; ouvem os gritos dos porcos abatidos num fosso e cobertos de cal viva; contemplam as montanhas de laranja, rolando num lodaçal putrefacto. Nos olhos dos homens reflecte-se o malogro. Nos olhos dos esfaimados cresce a ira. Na alma do povo, as vinhas da ira crescem e espraiam-se pesadamente, pesadamente amadurecendo para a vindima.“

—  John Steinbeck 1902 - 1968

„Disponível para todos


Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. v.45


Hoje ser celebridade é uma obsessão e há empresários que comercializam as “celebridades como produtos, vendendo o seu tempo e privacidade”. Um reconhecido jornal publicou que por 15 mil dólares, você pode encontrar-se com a cantora Shakira, e por 12 mil você e onze de seus convidados poderão almoçar com um famoso chef na propriedade dele.

Muitas pessoas tratavam Jesus como celebridade. Eles o seguiam por todo lugar, ouviam os Seus ensinamentos, observavam os Seus milagres e buscavam a cura por meio do Seu toque. E Jesus nunca foi orgulhoso ou distante, mas disponível para todos. Quando Seus discípulos, Tiago e João, discutiam a posição de cada um no Seu reino vindouro, Jesus lembrou os Seus discípulos: “…quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” (vv.43,44).

Após dizer isso, Ele parou uma procissão de pessoas que o seguiam para perguntar a um mendigo cego: “…Que queres que eu te faça?” (v.51), “que eu torne a ver”, respondeu o homem. “Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora” (v.52).

Jesus “…não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (v.45). Que possamos, como Ele, ser compassivos e disponíveis para os outros hoje.

Siga o exemplo de Jesus: 
Alcance os necessitados. David C. McCasland“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Árvore do rio


Porque ele é como a árvore plantada junto às águas… v.8


Esta árvore era digna de inveja. Crescendo na propriedade ribeirinha, não precisava se preocupar com boletins meteorológicos, temperaturas devastadoras, ou um futuro incerto. Nutrida e resfriada pelo rio, passou os seus dias levantando seus ramos para o sol, sedimentando a terra com as suas raízes, limpando o ar com suas folhas e oferecendo sombra a todos os que precisavam refugiar-se do sol.

Em contraste a isso, o profeta Jeremias apontou para um arbusto (17:6). Quando as chuvas pararam e o sol do verão transformou o chão em poeira, o mato murchou, não oferecendo sombra ou fruta para ninguém.

Por que o profeta compararia uma frondosa árvore a um arbusto murcho? Ele queria que o seu povo se lembrasse do que tinha acontecido desde o seu resgate milagroso dos campos de escravidão do Egito. Por 40 anos no deserto, eles viveram como a árvore plantada junto a um rio (2:4-6). No entanto, na prosperidade de sua Terra Prometida eles esqueceram a sua própria história; confiaram em si mesmos e em deuses que eles mesmo criaram (v.8), até ao ponto de voltar ao Egito em busca de ajuda (42:14).

Assim Deus, por intermédio de Jeremias, exortou, amorosamente, os filhos esquecidos de Israel para esperar e confiar no Senhor e ser como a árvore e não como o arbusto.

Vamos lembrar em tempos bons 
o que aprendemos em dias de angústia. Mart De Haan“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

Adolf Hitler photo

„Nós lutamos pela manutenção da propriedade privada… nós protegeremos a iniciativa privada como a mais eficiente, ou mais realista, forma de ordem econômica.“

—  Adolf Hitler militar, escritor, político e líder nazista alemão durante a Segunda Guerra Mundial 1889 - 1945

Adolf Hitler http://www.csun.edu/~vcmth00m/socialism.html

„Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Etiam egestas wisi a erat. Morbi imperdiet, mauris ac auctor dictum.“