Frases sobre chama

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da chama.

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„Às vezes penso que me tornei um carvãozinho. Aí alguém chega, assopra e a chama volta.“

—  Hebe Camargo Apresentadora de TV brasileira 1929 - 2012

Hebe Camargo, afogueada apresentadora de TV, animada com novo disco e programa de rádio
Fonte: Revista Veja, Edição 1 674 - 8/11/2000 http://veja.abril.com.br/081100/vejaessa.html

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„A própria moda e os países determinam aquilo a que se chama beleza.“

—  Blaise Pascal, Pensées

La mode même et les pays règlent souvent ce que l'on appelle beauté.
Pensées, fragments et lettres de Blaise pascal, publiés pour la première fois conformément aux manuscrits, Volume 1 - Página 109 http://books.google.com.br/books?id=P1hJAAAAMAAJ&pg=RA1-PA109, Blaise Pascal, Armand Prosper Faugère - Andrieux, 1814

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„A marca de sua ignorância é a profundidade da sua crença na injustiça e na tragédia. O que a lagarta chama de fim de mundo, o mestre chama de borboleta.“

—  Richard Bach, livro Illusions

The mark of your ignorance is the depth of your belief in injustice and tragedy. What the caterpillar calls the end of the world, the master calls a butterfly.
Illusions: The Adventures of a Reluctant Messiah - Página 134; de Richard Bach - Publicado por Delacorte Press, 1977 ISBN 0440043182, 9780440043188 - 143 páginas
Ilusões: As aventuras de um Messias Indeciso

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„Nós não tivemos esse erro, ao contrário, usamos e abusamos da pimenta que nos veio da África, mas, por outro lado, temos como política imigratória, o não Ter política e, sim, um open door imprevidente e perigoso. No caminho que adotamos, podemos dar numa maionese perfeita, mas, como estes molhos, quando mal batidos - podemos desandar. O Brasil é sempre menos de portugueses e emigrantes e mais de indesejáveis entrantes - esquecendo que cada galego, por mais bruto e rude que seja, traz-nos cromossomos semelhantes aos navegadores, colonizadores e degredados - mantendo a nossa possibilidade de repetir um Nunálvares, um Mestre de Alviz, um Camões, um Herculano, um Egas Moniz, um Eça, um Antônio Nobre, um Fernando Pessoa. E não são eles mesmos que já repontaram aqui nos que escorraçaram o batavo e o francês e no gênio de José de Alencar, Machado de Assis, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade? Eu sei que não é possível princípios racistas no Brasil. Mas ao menos tenhamos uma imigração onde se procure manter a boa unidade do galinheiro. Não falo em unidade racial, Deus me livre! Peço é unidade cultural. Impossível é continuar nessa tentativa absurda de cruzar galinha com papagaio e pato com pomba-rola. Isso que se vê por aí não é democracia nem falta de preconceito, não, meus quindins. Isso não dá ovo e chama-se burrice. Mantenhamo-nos um pouco caboclos (orgulhosamente), bastante mulatos (gloriosamente), mas, principalmente, sejamos lusitanos. Vinde a nós portugas, galegos, mondrongos - mesmo se fordes da mesma massa de degredados que chegaram com os primeiros povoadores. O que esses tão degredados eram, não tinha nada demais. Ladrões? Assassinos? Nada disto. Criminosos sexuais, simpáticos bandalhos. Baste ler as Ordenanças e verificar a maioria dos motivos de degredo para o Brasil: comer mulher alheia, deflorar, estuprar, ser corno complacente e mais, e mais, e mais ainda - entretanto, nada de se temer. Fazer lembrar as delinqüências brejeiras de que um juiz mineiro que conheci, dizia, com inveja e depois de julgar -serem, exatamente, as que ele, juiz, tinha vontade de perpetrar.“

—  Pedro Nava, livro Baú de Ossos

Baú de Ossos