Frases sobre vítima

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da vítima.

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„O assassino costuma ser um antigo amigo da vítima.“

—  Agatha Christie escritora, romancista, contista, dramaturga e poetisa britânica 1890 - 1976

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„Criminosos são uma pequena minoria em qualquer época ou país. E o dano que eles causaram à humanidade é infinitesimal quando comparado com os horrores-- o derramamento de sangue, as guerras, as perseguisões, as fomes, as escravizações, as destruições em grande escala-- perpetradas pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo é a mais perigosa ameaça aos direitos do homem: ele mantem o monopólio do uso de força física contra vítimas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo é o mais mortal inimigo do homem.“

—  Ayn Rand, livro The Virtue of Selfishness

Criminals are a small minority in any age or country. And the harm they have done to mankind is infinitesimal when compared to the horrors-the bloodshed, the wars, the persecutions, the confiscations, the famines, the enslavements, the wholesale destructions-perpetrated by mankind’s governments. Potentially, a government is the most dangerous threat to man’s rights: it holds a legal monopoly on the use of physical force against legally disarmed victims. When unlimited and unrestricted by individual rights, a government is men’s deadliest enemy.
The virtue of selfishness: a new concept of egoism‎ - Página 115, de Ayn Rand, Nathaniel Branden - Publicado por Signet/New American Library, 1964, ISBN 0-451-16393-1, 9780451163936 - 173 páginas

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„Tu és metade vítima, metade cúmplice, como todos os outros.“

—  Jean Paul Sartre Filósofo existencialista, escritor, dramaturgo, roteirista, ativista político e crítico literário francês 1905 - 1980

1948.
As Mãos Sujas

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Friedrich Nietzsche photo

„(…) não existe, talvez, nada mais assustador e mais sinistro em toda a pré-história do homem que a sua técnica para se lembrar das coisas.” Alguma coisa é impressa, para que permaneça na memória: apenas o que dói incessantemente é recordado” – este é uma proposição central da mais antiga (e, infelizmente, também a mais duradoura) filosofia na Terra. Uma pessoa pode até sentir-se tentada a dizer que algo deste horror – através da qual em tempos se fizeram promessas por toda a Terra e foram dadas garantias e empenhamentos -, algo disto ainda sobrevive sempre que a solenidade, seriedade, secretismo e cores sombrias se encontram na vida dos homens e das nações: o passado, o passado mais longo, mais profundo e mais desagradável, respira sobre nós e brota em nós sempre que nos tornamos “sérios”. As coisas nunca avançaram sem sangue, tortura e vítimas, quando o homem achou necessário forjar uma memória de si próprio. Os sacrifícios e as oferendas mais horrendos (…), as mutilações mais repulsivas (…), os rituais mais cruéis de todos os cultos religiosos ( e todas as religiões são, nas suas fundações mais profundas, sistemas de crueldade) - todas estas coisas tem origem naquele instinto que adivinhou que a mais poderosa ajuda da memória era a dor.
Num certo sentido, todo o ascetismo faz parte disto: algumas ideias tem de tornar-se inextinguíveis, omnipresentes, inesquecíveis, “fixas” – com o objectivo de hipnotizar todo o sistema nervoso e intelecto através destas “ideias fixas” – e os procedimentos e formas de vida ascéticos são o meio de libertar essas ideias da competição com todas as outras ideias, para torna-las “inesquecíveis”. Quanto maior era a memoria da humanidade, mais assustadores parecem ser os seus costumes; a dureza dos códigos de punição, em particular, dá uma medida da quantidade de esforço que é necessária para triunfar sobre o esquecimento e tornar estes escravos efémeros da emoção e do desejo atentos a alguns requisitos primitivos de coabitação social. (…) Para dominar (…) recorreram a meios assustadores (…) de apedrejamento, (…), a empalação na estaca, a dilaceração ou o espezinhamento por cavalos, (…), queimar o criminoso em azeite (…), a prática popular de esfolamento, (…) cobrir o criminoso de mel e deixá-lo às moscas num sol abrasador. Com a ajuda deste tipo de imagens e procedimentos, a pessoa acaba por memorizar cinco ou seis “Não farei”, fazendo assim a promessa em troca das vantagens oferecidas pela sociedade. E de facto! com a ajuda deste tipo de memória, a pessoa acaba por “ver a razão”! Ah, razão, seriedade, domínio das emoções, todo o caso sombrio que dá pelo nome de pensamento, todos esses privilégios e exemplos do homem: que preço elevado que foi pago por eles! Quanto sangue e horror está no fundo de todas as “coisas boas”!“

—  Friedrich Nietzsche filósofo alemão do século XIX 1844 - 1900

On the Genealogy of Morals

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„O remédio para o ciúme


Daquele dia em diante, Saul não via a Davi com bons olhos. v.9


Concordei alegremente em cuidar dos meus netos enquanto seus pais sairiam à noite. Depois dos abraços, perguntei-lhes sobre o fim de semana (cada um tinha tido aventuras diferentes). Bruno, 3 anos, contou quase sem fôlego como passara a noite com sua tia e tio, tomara sorvete, e também tinha brincado em um carrossel e assistido a um filme! Em seguida, foi a vez de Samuel, 5 anos. Ele respondeu: “Acampamento” “Você se divertiu?”, perguntei-lhe. “Não muito”, ele respondeu triste.

Samuel experimentou o ciúme. Esqueceu-se de como se divertira ao acampar com seu pai quando ouviu o irmão falar alegremente sobre o seu fim de semana.

Todos nós podemos ser vítimas de ciúmes. O rei Saul cedeu ao ciúme quando o louvor que Davi recebeu excedeu o dele: “Saul matou seus milhares, e Davi seus dezenas de milhares!” (v.7). Saul indignou-se e “daquele dia em diante, Saul não via a Davi com bons olhos” (v.9). Ele estava tão irritado que tentou matar Davi!

A comparação é tola e autodestrutiva. Alguém sempre terá algo que não temos ou desfrutará de experiências diferentes das nossas. Mas Deus já nos deu muitas bênçãos, incluindo tanto a vida nesta Terra como a promessa de vida eterna para todos os que creem. Depender de Sua ajuda e nos concentrarmos nele em atitude de gratidão pode nos ajudar a superar o ciúme.

O remédio para o ciúme 
é a gratidão a Deus. Alyson Kieda“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Apenas um toque


…Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe… v.3


Karin alegrou-se com a oportunidade de ir a uma área remota da África Oriental para ajudar numa missão médica, mas ela se sentia desconfortável, pois não tinha experiência na área de saúde, mas ainda assim, poderia fornecer cuidados básicos.

Lá, ela conheceu uma mulher com uma doença terrível, mas tratável. A perna desfigurada dessa mulher lhe causava repulsa, mas Karin sabia que tinha que fazer alguma coisa. Enquanto limpava e enfaixava a perna doente, sua paciente começou a chorar. Preocupada, Karin perguntou-lhe se a machucava. “Não”, ela respondeu: “é a primeira vez que alguém me toca em 9 anos.”

A lepra é mais uma das doenças que podem tornar suas vítimas repulsivas para os outros, e a antiga cultura judaica tinha diretrizes rígidas para evitar a sua propagação: “…Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial” (Levítico 13:46).

É por isso que é tão digno de nota que um leproso tenha se aproximado de Jesus para dizer: “…Senhor, se quiseres, podes purificar-me.” (Mateus 8:2). “E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo!” (v.3).

Ao tocar a perna doente de uma mulher solitária, Karin começou a demonstrar o amor destemido e restaurador de Jesus. Um único toque fez a diferença.

Podemos fazer diferença se superarmos os nossos medos 
e confiarmos em Deus para nos usar. Tim Gustafson“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„O nosso melhor amigo


…aos que o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. João 1:12


Quando eu tinha 12 anos, nos mudamos para uma cidade no deserto. Após as aulas de ginástica naquele ar quente na nova escola, corríamos para o bebedouro. Sendo magrinho e bem novo para a série, às vezes eu era empurrado para fora da fila de espera para beber. Um dia, meu amigo José, que era grande e forte para a sua idade, viu isso, entrou na fila e estendeu seu braço forte para abrir o meu caminho, dizendo: “Ei, pessoal, deixem primeiro o James beber!”. Nunca mais tive problemas no bebedouro.

Jesus entendeu o que era enfrentar a suprema crueldade dos outros. A Bíblia nos diz: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens…” (Isaías 53:3). Mas Jesus não era apenas uma vítima do sofrimento, Ele também se tornou o nosso Advogado. Ao dar Sua vida, Jesus abriu um “novo e vivo caminho” para termos um verdadeiro relacionamento com Deus (Hebreus 10:20). Ele fez por nós o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos, oferecendo-nos o dom gratuito da salvação quando nos arrependemos de nossos pecados e confiamos nele.

Jesus é o melhor amigo que podemos ter. Ele disse: “…e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (JOÃO 6:37). Outros podem manter-nos à distância de um braço ou até mesmo empurrar- nos para longe de si, mas Deus abriu os Seus braços para nós por meio da cruz. Como o nosso Salvador é forte!

O dom gratuito de Deus para nós 
lhe custou muito caro. James Banks“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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