Frases sobre íntimo

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da íntimo, ser, vida, outro.

Total 167 citações, filtro:

„O verdadeiro crescimento da Igreja, sob qualquer situação, quer de liberdade ou perseguição, só pode vir de um íntimo conhecimento do Deus Vivo.“
O verdadeiro crescimento da Igreja, sob qualquer situação, quer de liberdade ou perseguição, só pode vir de um íntimo conhecimento do Deus Vivo.

—  Tommy Tenney 1956

Os Caçadores de Deus

Mustafa Kemal Atatürk photo

„As regras e teorias de um velho sheik árabe chamado Maomé e as abstrusas interpretações de gerações de sujos e ignorantes padrecos fixaram a lei civil e penal da Turquia. Eles determinaram a forma da constituição, as mais pequenas acções e gestos do cidadão, a sua alimentação, as horas para levantar e dormir, tradições e hábitos e mesmo os mais íntimos pensamentos. O Islão, essa absurda teologia de um beduíno amoral, é um cadáver podre que envenena a nossa vida. A população da república turca, que reclama o direito a ser civilizada, tem de demonstrar a sua civilização através das suas ideias, sua mentalidade, através da sua vida familiar e seu modo de vida.“
As regras e teorias de um velho sheik árabe chamado Maomé e as abstrusas interpretações de gerações de sujos e ignorantes padrecos fixaram a lei civil e penal da Turquia. Eles determinaram a forma da constituição, as mais pequenas acções e gestos do cidadão, a sua alimentação, as horas para levantar e dormir, tradições e hábitos e mesmo os mais íntimos pensamentos. O Islão, essa absurda teologia de um beduíno amoral, é um cadáver podre que envenena a nossa vida. A população da república turca, que reclama o direito a ser civilizada, tem de demonstrar a sua civilização através das suas ideias, sua mentalidade, através da sua vida familiar e seu modo de vida.

—  Mustafa Kemal Atatürk marechal de campo e estadista revolucionário turco 1881 - 1938

Arthur Schopenhauer photo

„O espírito íntimo e o sentido da vida verdadeira e pura do claustro e do ascetismo em geral, é sentirmo-nos dignos e capazes de uma existência melhor do que a nossa, e querermos fortificar e manter esta convicção pelo desprezo de todos os vãos gozos deste mundo. Espera-se com segurança e calma o fim desta vida, livre das ilusões enganadoras, para saudar um dia a hora da morte como a da libertação.“
O espírito íntimo e o sentido da vida verdadeira e pura do claustro e do ascetismo em geral, é sentirmo-nos dignos e capazes de uma existência melhor do que a nossa, e querermos fortificar e manter esta convicção pelo desprezo de todos os vãos gozos deste mundo. Espera-se com segurança e calma o fim desta vida, livre das ilusões enganadoras, para saudar um dia a hora da morte como a da libertação.

—  Arthur Schopenhauer filósofo alemão 1788 - 1860

On the Suffering of the World

Lygia Fagundes Telles photo

„E inclusive mulheres velhas! [risos] É deprimente essa vontade de se exibir. Até mulheres grávidas gostam de mostrar a barriga de nove meses… por que tenho de ver a barriga dela? São coisas íntimas. Eu gosto da privacidade. Uma vez vi aqui perto de casa um casal transando na rua. Passei perto e ainda tive de ouvir: “Nunca viu, tia?”. Respondi: “Assim na esquina é a primeira vez” [risos]. Você não acha que há uma vulgaridade excessiva em nosso tempo?“
E inclusive mulheres velhas! [risos] É deprimente essa vontade de se exibir. Até mulheres grávidas gostam de mostrar a barriga de nove meses… por que tenho de ver a barriga dela? São coisas íntimas. Eu gosto da privacidade. Uma vez vi aqui perto de casa um casal transando na rua. Passei perto e ainda tive de ouvir: “Nunca viu, tia?”. Respondi: “Assim na esquina é a primeira vez” [risos]. Você não acha que há uma vulgaridade excessiva em nosso tempo?

—  Lygia Fagundes Telles escritora e advogada brasileira 1923

Frases

Epicuro photo

„O essencial para a nossa felicidade é a nossa condição íntima, e desta somos nós os senhores.“
O essencial para a nossa felicidade é a nossa condição íntima, e desta somos nós os senhores.

—  Epicuro -341 - -269 a.C.

Sigmund Freud photo

„Ao tomar uma decisão de menor importância, eu descobri que é sempre vantajoso considerar todos os prós e contras. Em assuntos vitais, no entanto, tais como a escolha de um companheiro ou profissão, a decisão deve vir do inconsciente, de algum lugar dentro de nós. Nas decisões importantes da vida pessoal, devemos ser governados, penso eu, pelas profundas necessidades íntimas da nossa natureza.“
Ao tomar uma decisão de menor importância, eu descobri que é sempre vantajoso considerar todos os prós e contras. Em assuntos vitais, no entanto, tais como a escolha de um companheiro ou profissão, a decisão deve vir do inconsciente, de algum lugar dentro de nós. Nas decisões importantes da vida pessoal, devemos ser governados, penso eu, pelas profundas necessidades íntimas da nossa natureza.

—  Sigmund Freud 1856 - 1939

Adolf Hitler photo

„Uma aliança cujo objetivo não compreenda o propósito de guerra não tem sentido nem valor. Alianças são feitas apenas para combater. E por mais distante no tempo que esteja o conflito no momento de concluir um pacto de aliança, a perspectiva de uma realização armada é, contudo, o íntimo pretexto para que aconteça.“
Uma aliança cujo objetivo não compreenda o propósito de guerra não tem sentido nem valor. Alianças são feitas apenas para combater. E por mais distante no tempo que esteja o conflito no momento de concluir um pacto de aliança, a perspectiva de uma realização armada é, contudo, o íntimo pretexto para que aconteça.

—  Adolf Hitler militar, escritor, político e líder nazista alemão durante a Segunda Guerra Mundial 1889 - 1945

Variante: Uma aliança cujo objectivo não compreenda o propósito de guerra não tem sentido nem valor. Alianças são feitas apenas para combater. E por mais distante no tempo que esteja o conflito no momento de concluir um pacto de aliança, a perspectiva de uma realização armada é, contudo, o íntimo pretexto para que aconteça.

Arthur Schopenhauer photo

„Assim, logo que nosso pensamento encontrou palavras, ele já deixa de ser algo íntimo, algo sério no nível mais profundo. Quando ele começa a existir para os outros, para de viver em nós, da mesma maneira que o filho se separa da mãe quando passa a ter sua existência própria.“
Assim, logo que nosso pensamento encontrou palavras, ele já deixa de ser algo íntimo, algo sério no nível mais profundo. Quando ele começa a existir para os outros, para de viver em nós, da mesma maneira que o filho se separa da mãe quando passa a ter sua existência própria.

—  Arthur Schopenhauer filósofo alemão 1788 - 1860

A Arte de Escrever

Arthur Schopenhauer photo

„A música não exprime nunca o fenômeno, mas unicamente a essência íntima de todo o fenômeno, numa palavra a própria vontade. Portanto não exprime uma alegria especial ou definida, certas tristezas, certa dor, o medo, os transportes, o prazer, a serenidade do espírito; exprime-lhes a essência abstrata e a geral, fora de qualquer motivo ou circunstância. E todavia nessa quinta essência abstrata, sabemos compreendê-la perfeitamente.“
A música não exprime nunca o fenômeno, mas unicamente a essência íntima de todo o fenômeno, numa palavra a própria vontade. Portanto não exprime uma alegria especial ou definida, certas tristezas, certa dor, o medo, os transportes, o prazer, a serenidade do espírito; exprime-lhes a essência abstrata e a geral, fora de qualquer motivo ou circunstância. E todavia nessa quinta essência abstrata, sabemos compreendê-la perfeitamente.

—  Arthur Schopenhauer filósofo alemão 1788 - 1860

Página 40
Dores do Mundo

Arthur Schopenhauer photo

„A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.“
A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.

—  Arthur Schopenhauer filósofo alemão 1788 - 1860

Mitleid mit den Tieren hängt mit der Güte des Charakters so genau zusammen, dass man zuversichtlich behaupten darf, wer gegen Tiere grausam ist, könne kein guter Mensch sein.
Schopenhauer citado in: Durch Wissen zum Glauben: eine Laien-philosophie - Página 192, Hugo Schneider - Haacke, 1897 - 236 páginas
Atribuídas

Arthur Schopenhauer photo

„Mesmo sem haver nenhum motivo especial, trazia em mim uma contínua e íntima preocupação, que me levava a ver e procurar perigos onde não havia. Isso amplia ao infinito a menor inquietação e me dificulta por completo o relacionamento com os seres humanos.“
Mesmo sem haver nenhum motivo especial, trazia em mim uma contínua e íntima preocupação, que me levava a ver e procurar perigos onde não havia. Isso amplia ao infinito a menor inquietação e me dificulta por completo o relacionamento com os seres humanos.

—  Arthur Schopenhauer filósofo alemão 1788 - 1860

Arthur Schopenhauer photo

„Num dia frio de inverno, alguns porcos-espinhos resolveram se aglomerar bem próximos uns dos outros para proteger-se do frio com o calor recíproco. No entanto, logo sentiram também os espinhos recíprocos, que os obrigaram a se afastar novamente uns dos outros. Quando então a necessidade de se esquentar voltou a aproximá-los, o segundo mal se repetiu, de modo que ficaram oscilando de um lado para o outro entre os dois sofrimentos, até encontrarem uma distância adequada em que pudessem se manter da melhor forma possível. Sendo assim, a necessidade da sociedade, que nasce do vazio e da monotonia do próprio íntimo, aproxima os homens uns dos outros. No entanto, suas inúmeras características repulsivas e seus erros insuportáveis voltam a afastá-los. A distância intermediária que, por fim, conseguem encontrar e que possibilita uma coexistência está na cortesia e nas boas maneiras. Àquele que não mantém essa distância, diz-se na Inglaterra: keep your distance! Com ela, a necessidade de calor recíproco é satisfeita de modo incompleto, porém não se sentem os espinhos alheios. Entretanto, quem possui muito calor interno prefere renunciar à sociedade para não provocar nem receber achaques.“
Num dia frio de inverno, alguns porcos-espinhos resolveram se aglomerar bem próximos uns dos outros para proteger-se do frio com o calor recíproco. No entanto, logo sentiram também os espinhos recíprocos, que os obrigaram a se afastar novamente uns dos outros. Quando então a necessidade de se esquentar voltou a aproximá-los, o segundo mal se repetiu, de modo que ficaram oscilando de um lado para o outro entre os dois sofrimentos, até encontrarem uma distância adequada em que pudessem se manter da melhor forma possível. Sendo assim, a necessidade da sociedade, que nasce do vazio e da monotonia do próprio íntimo, aproxima os homens uns dos outros. No entanto, suas inúmeras características repulsivas e seus erros insuportáveis voltam a afastá-los. A distância intermediária que, por fim, conseguem encontrar e que possibilita uma coexistência está na cortesia e nas boas maneiras. Àquele que não mantém essa distância, diz-se na Inglaterra: keep your distance! Com ela, a necessidade de calor recíproco é satisfeita de modo incompleto, porém não se sentem os espinhos alheios. Entretanto, quem possui muito calor interno prefere renunciar à sociedade para não provocar nem receber achaques.

—  Arthur Schopenhauer filósofo alemão 1788 - 1860

Josemaría Escrivá de Balaguer photo

„Amor verdadeiro é sair de si mesmo, entregar-se. O amor traz consigo a alegria, mas é uma alegria com as raízes em forma de cruz. Enquanto estivermos na terra e não tivermos chegado à plenitude da vida futura, não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do sacrifício, da dor. Uma dor que se saboreia, que é amável, que é fonte de íntima alegria, mas que é dor real, porque supõe vencer o egoísmo e tomar o amor como regra de todas e cada uma de nossas ações.“
Amor verdadeiro é sair de si mesmo, entregar-se. O amor traz consigo a alegria, mas é uma alegria com as raízes em forma de cruz. Enquanto estivermos na terra e não tivermos chegado à plenitude da vida futura, não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do sacrifício, da dor. Uma dor que se saboreia, que é amável, que é fonte de íntima alegria, mas que é dor real, porque supõe vencer o egoísmo e tomar o amor como regra de todas e cada uma de nossas ações.

—  Josemaría Escrivá de Balaguer Santo da Igreja Católica Apostólica Romana, fundador da prelazia Santa Cruz e Opus Dei 1902 - 1975

É Cristo que passa, 43.
Amor e sofrimento

Ernst Jünger photo

„Nós não escapamos às nossas fronteiras ou ao nosso ser mais íntimo. É verdade que podemos ser transformados, mas caminharemos sempre dentro das nossas fronteiras, dentro do círculo marcado.“
Nós não escapamos às nossas fronteiras ou ao nosso ser mais íntimo. É verdade que podemos ser transformados, mas caminharemos sempre dentro das nossas fronteiras, dentro do círculo marcado.

—  Ernst Jünger 1895 - 1998

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Vincent Van Gogh photo

„Amigos íntimos são verdadeiros tesouros da vida. Às vezes eles nos conhecem melhor do que nós mesmos. Com gentil honestidade, eles estão lá para nos guiar e nos apoiar, para compartilhar nosso riso e nossas lágrimas. Sua presença nos lembra que nunca estamos realmente sozinhos.“
Amigos íntimos são verdadeiros tesouros da vida. Às vezes eles nos conhecem melhor do que nós mesmos. Com gentil honestidade, eles estão lá para nos guiar e nos apoiar, para compartilhar nosso riso e nossas lágrimas. Sua presença nos lembra que nunca estamos realmente sozinhos.

—  Vincent Van Gogh pintor neerlandês 1853 - 1890

Orhan Pamuk photo

„Quando aquela senhora que me lembrava minha tia disse que me conhecia, ela não estava dizendo que conhecia minha história de vida e minha família, que sabia onde eu morava, que escolas frequentei, os romances que escrevi e as dificuldades políticas que enfrentei. Nem que conhecia minha vida particular, meus hábitos pessoais ou minha natureza essencial e minha visão de mundo, que eu tentara expressar relacionando-as com minha cidade natal em meu livro Istambul. A velha senhora não estava confundindo a minha história com as histórias de minhas personagens fictícias. Ela parecia falar de algo mais profundo, mais íntimo, mais secreto, e senti que a entendia. O que permitiu que a tia perspicaz me conhecesse tão bem foram minhas próprias experiências sensoriais, que inconscientemente eu colocara em todos os meus livros, em todas as minhas personagens. Eu projetara minhas experiências em minhas personagens: como me sinto quando aspiro o cheiro da terra molhada de chuva, quando me embriago num restaurante barulhento, quando toco a dentadura de meu pai depois de sua morte, quando lamento estar apaixonado, quando eu consigo me safar quando conto uma mentirinha, quando aguardo na fila de uma repartição pública segurando um documento molhado de suor, quando observo as crianças jogando futebol na rua, quando corto o cabelo, quando vejo retratos de paxás e frutas pendurados nas bancas de Istambul, quando sou reprovado na prova de direção, quando fico triste depois que todo mundo deixou a praia no fim do verão, quando sou incapaz de me levantar e ir embora no final de uma longa visita a alguém apesar do adiantado da hora, quando desligo o falatório da TV na sala de espera do médico, quando encontro um velho amigo do serviço militar, quando há um súbito silêncio no meio de uma conversa interessante. Nunca me senti embaraçado quando meus leitores pensavam que as aventuras de meus heróis também haviam ocorrido comigo, porque eu sabia que isso não era verdade. Ademais, eu tinha o suporte de três séculos de teoria do romance e da ficção, que podia usar para me proteger dessas afirmações. E estava bem ciente de que a teoria do romance existia para defender e manter essa independência da imaginação em relação à realidade. No entanto, quando uma leitora inteligente me disse que sentira, nos detalhes do romance, a experiência da vida real que "os tornavam meus", eu me senti embaraçado como alguém que confessou coisas íntimas a respeito da própria alma, como alguém cujas confissões escritas foram lidas por outra pessoa.“
Quando aquela senhora que me lembrava minha tia disse que me conhecia, ela não estava dizendo que conhecia minha história de vida e minha família, que sabia onde eu morava, que escolas frequentei, os romances que escrevi e as dificuldades políticas que enfrentei. Nem que conhecia minha vida particular, meus hábitos pessoais ou minha natureza essencial e minha visão de mundo, que eu tentara expressar relacionando-as com minha cidade natal em meu livro Istambul. A velha senhora não estava confundindo a minha história com as histórias de minhas personagens fictícias. Ela parecia falar de algo mais profundo, mais íntimo, mais secreto, e senti que a entendia. O que permitiu que a tia perspicaz me conhecesse tão bem foram minhas próprias experiências sensoriais, que inconscientemente eu colocara em todos os meus livros, em todas as minhas personagens. Eu projetara minhas experiências em minhas personagens: como me sinto quando aspiro o cheiro da terra molhada de chuva, quando me embriago num restaurante barulhento, quando toco a dentadura de meu pai depois de sua morte, quando lamento estar apaixonado, quando eu consigo me safar quando conto uma mentirinha, quando aguardo na fila de uma repartição pública segurando um documento molhado de suor, quando observo as crianças jogando futebol na rua, quando corto o cabelo, quando vejo retratos de paxás e frutas pendurados nas bancas de Istambul, quando sou reprovado na prova de direção, quando fico triste depois que todo mundo deixou a praia no fim do verão, quando sou incapaz de me levantar e ir embora no final de uma longa visita a alguém apesar do adiantado da hora, quando desligo o falatório da TV na sala de espera do médico, quando encontro um velho amigo do serviço militar, quando há um súbito silêncio no meio de uma conversa interessante. Nunca me senti embaraçado quando meus leitores pensavam que as aventuras de meus heróis também haviam ocorrido comigo, porque eu sabia que isso não era verdade. Ademais, eu tinha o suporte de três séculos de teoria do romance e da ficção, que podia usar para me proteger dessas afirmações. E estava bem ciente de que a teoria do romance existia para defender e manter essa independência da imaginação em relação à realidade. No entanto, quando uma leitora inteligente me disse que sentira, nos detalhes do romance, a experiência da vida real que "os tornavam meus", eu me senti embaraçado como alguém que confessou coisas íntimas a respeito da própria alma, como alguém cujas confissões escritas foram lidas por outra pessoa.

—  Orhan Pamuk escritor turco, vencedor do Prêmio Nobel de literatura de 2006 1952

The Naive and the Sentimental Novelist

Waldo Vieira photo

„O mundo íntimo da consciência é muito mais interessante que o universo exterior.“
O mundo íntimo da consciência é muito mais interessante que o universo exterior.

—  Waldo Vieira Autor e pesquisador parapsíquico brasileiro 1932 - 2015

O que é a Conscienciologia - contracapa, Waldo Vieira - Editares, 1994, 184 páginas

Carl Gustav Jung photo

„Ao observar a via de desenvolvimento daqueles que silenciosamente e como que inconscientemente se superavam a si mesmos, constatei que seus destinos tinham algo em comum: o novo vinha a eles do campo obscuro das possibilidades de fora ou de dentro, e eles o acolhiam e com isso cresciam. Parecia-me típico que uns o recebessem de fora e outros, de dentro, ou melhor, que em alguns o novo crescesse a partir de fora e em outros, a partir de dentro. Mas de qualquer forma, nunca o novo era algo somente exterior ou somente interior. Ao vir de fora, tornava-se a vivência mais íntima. Vindo de dentro, tornava-se acontecimento externo. Jamais era intencionalmente provocado ou conscientemente desejado, mas como que fluía na torrente do tempo.“
Ao observar a via de desenvolvimento daqueles que silenciosamente e como que inconscientemente se superavam a si mesmos, constatei que seus destinos tinham algo em comum: o novo vinha a eles do campo obscuro das possibilidades de fora ou de dentro, e eles o acolhiam e com isso cresciam. Parecia-me típico que uns o recebessem de fora e outros, de dentro, ou melhor, que em alguns o novo crescesse a partir de fora e em outros, a partir de dentro. Mas de qualquer forma, nunca o novo era algo somente exterior ou somente interior. Ao vir de fora, tornava-se a vivência mais íntima. Vindo de dentro, tornava-se acontecimento externo. Jamais era intencionalmente provocado ou conscientemente desejado, mas como que fluía na torrente do tempo.

—  Carl Gustav Jung psiquiatra e psicoterapeuta suíço 1875 - 1961

„Embeber-se da Palavra


Guardem […] as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos… vv.6,7


Quando o nosso filho Xavier era pequeno, nós o levamos para visitar um aquário. Ao entrar no edifício, mostrei-lhe uma grande escultura suspensa no teto. “Veja. Uma baleia jubarte.” Ele arregalou os olhos, dizendo “é enorme!”

Meu marido perguntou-me: “Como ele conhece essa palavra?”

“Deve ter nos ouvido dizer isso.” Encolhi os ombros, espantada que o nosso bebê tinha absorvido o vocabulário que nunca o ensináramos intencionalmente.

Em Deuteronômio 6, Deus incentivou o Seu povo a ser intencional sobre ensinar as gerações mais jovens a conhecer e obedecer às Escrituras. À medida que os israelitas aumentassem o seu conhecimento sobre Deus, eles e seus filhos seriam mais propensos a crescer em reverência a Deus e a desfrutar as recompensas que vêm por conhecê-lo intimamente, amando-o completamente e seguindo-o obedientemente (vv.2-5).

Ao saturar intencionalmente o nosso coração e nossa mente com as Escrituras (v.6), estaremos melhor preparados para compartilhar o amor e a verdade de Deus com as crianças durante nossas atividades cotidianas (v.7). Liderando pelo exemplo, podemos equipar e encorajar os jovens a reconhecer e respeitar a autoridade e a relevância da verdade imutável de Deus (vv.8,9).

À medida que as palavras de Deus fluem naturalmente de nosso coração e da nossa boca, podemos deixar um forte legado de fé para ser transmitido de geração em geração (4:9).

As palavras que escolhemos determinam o que falamos, 
vivemos e passamos para os que nos rodeiam. Xochitl Dixon“

Embeber-se da Palavra
 Guardem […] as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos… vv.6,7
 Quando o nosso filho Xavier era pequeno, nós o levamos para visitar um aquário. Ao entrar no edifício, mostrei-lhe uma grande escultura suspensa no teto. “Veja. Uma baleia jubarte.” Ele arregalou os olhos, dizendo “é enorme!” Meu marido perguntou-me: “Como ele conhece essa palavra?” “Deve ter nos ouvido dizer isso.” Encolhi os ombros, espantada que o nosso bebê tinha absorvido o vocabulário que nunca o ensináramos intencionalmente. Em Deuteronômio 6, Deus incentivou o Seu povo a ser intencional sobre ensinar as gerações mais jovens a conhecer e obedecer às Escrituras. À medida que os israelitas aumentassem o seu conhecimento sobre Deus, eles e seus filhos seriam mais propensos a crescer em reverência a Deus e a desfrutar as recompensas que vêm por conhecê-lo intimamente, amando-o completamente e seguindo-o obedientemente (vv.2-5). Ao saturar intencionalmente o nosso coração e nossa mente com as Escrituras (v.6), estaremos melhor preparados para compartilhar o amor e a verdade de Deus com as crianças durante nossas atividades cotidianas (v.7). Liderando pelo exemplo, podemos equipar e encorajar os jovens a reconhecer e respeitar a autoridade e a relevância da verdade imutável de Deus (vv.8,9). À medida que as palavras de Deus fluem naturalmente de nosso coração e da nossa boca, podemos deixar um forte legado de fé para ser transmitido de geração em geração (4:9). As palavras que escolhemos determinam o que falamos, 
vivemos e passamos para os que nos rodeiam. Xochitl Dixon

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

„Todos temos um diário íntimo, de tal maneira íntimo, que nem ousamos escrever nele. Um diário que guardamos no subconsciente e onde se inscrevem os nossos mais recônditos desejos. Por vezes, nem nós sabemos o que lá está registado.“
Todos temos um diário íntimo, de tal maneira íntimo, que nem ousamos escrever nele. Um diário que guardamos no subconsciente e onde se inscrevem os nossos mais recônditos desejos. Por vezes, nem nós sabemos o que lá está registado.

—  João Morgado escritor português 1965

Fonte: Diário dos Infiéis

François Guizot photo

„A consciência é a faculdade que o homem tem de contemplar quanto se passa no seu íntimo, assistir à própria existência, ser, por assim dizer, espectador de si próprio.“
A consciência é a faculdade que o homem tem de contemplar quanto se passa no seu íntimo, assistir à própria existência, ser, por assim dizer, espectador de si próprio.

—  François Guizot político francês 1787 - 1874

Theodor Plievier photo

„O mundo não poderá tomar um novo caminho se não conseguir uma união íntima da técnica e da moral.“
O mundo não poderá tomar um novo caminho se não conseguir uma união íntima da técnica e da moral.

—  Theodor Plievier 1892 - 1955

„Suas perguntas mais intimas serão respondidas na luz da experiência.“
Suas perguntas mais intimas serão respondidas na luz da experiência.

—  Rafael Silveira

Luigi Pirandello photo

„Cada qual se veste com a sua dignidade por fora, diante dos outros; mas sabe muito bem tudo de inconfessável que se passa no seu íntimo.“
Cada qual se veste com a sua dignidade por fora, diante dos outros; mas sabe muito bem tudo de inconfessável que se passa no seu íntimo.

—  Luigi Pirandello dramaturgo, poeta e romancista siciliano 1867 - 1936

O falecido Mattia Pascal, Luigi Pirandello - Nova Alexandria, 2007, ISBN 8574921521, 9788574921525- 215 páginas
Frases

Júlio Dantas photo

„Um livro mau e uma amiga íntima são os piores inimigos de uma mulher.“
Um livro mau e uma amiga íntima são os piores inimigos de uma mulher.

—  Júlio Dantas escritor português 1876 - 1962

Hermann Hesse photo

„Entre os seres humanos, mesmo se intimamente unidos, permanece sempre aberto um abismo que apenas o amor pode superar, e mesmo assim somente como uma passagem de emergência.“
Entre os seres humanos, mesmo se intimamente unidos, permanece sempre aberto um abismo que apenas o amor pode superar, e mesmo assim somente como uma passagem de emergência.

—  Hermann Hesse 1877 - 1962

Hugo Von Hofmannsthal photo

„Amadurecer significa separar de forma mais nítida, ligar de forma mais íntima.“
Amadurecer significa separar de forma mais nítida, ligar de forma mais íntima.

—  Hugo Von Hofmannsthal 1874 - 1929

George Washington photo

„Seja cortês com todos, mas íntimo de poucos, e deixe estes poucos serem bem testados antes que você dê a eles a sua confiança. A verdadeira amizade é uma planta de crescimento lento, e deve experimentar e resistir os choques da adversidade antes de ser receber o nome de amizade.“
Seja cortês com todos, mas íntimo de poucos, e deixe estes poucos serem bem testados antes que você dê a eles a sua confiança. A verdadeira amizade é uma planta de crescimento lento, e deve experimentar e resistir os choques da adversidade antes de ser receber o nome de amizade.

—  George Washington primeiro presidente dos Estados Unidos da América 1732 - 1799

Wayne Walter Dyer photo

„Ninguém é nem mesmo remotamente parecido com você em termos de sentimentos íntimos, pensamentos, desejos. Se aceitar essa idéia, vai também se perguntar seriamente por que deveria usar o exemplo de alguém como motivo para fazer ou deixar de fazer alguma coisa.“
Ninguém é nem mesmo remotamente parecido com você em termos de sentimentos íntimos, pensamentos, desejos. Se aceitar essa idéia, vai também se perguntar seriamente por que deveria usar o exemplo de alguém como motivo para fazer ou deixar de fazer alguma coisa.

—  Wayne Walter Dyer 1940 - 2015

Edward Verrall Lucas photo

„O problema do casamento é que, enquanto toda mulher é no íntimo uma mãe, todo homem é um solteiro.“
O problema do casamento é que, enquanto toda mulher é no íntimo uma mãe, todo homem é um solteiro.

—  Edward Verrall Lucas 1868 - 1938

The trouble with marriage is that while every woman is at heart a mother, every man is at heart a bachelor.
Over Bremerton's: an easy-going chronicle‎ - Página 159, Edward Verrall Lucas - Macmillan, 1909 - 282 páginas