Frases sobre coisa
página 8

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“Deixar de fumar é a coisa mais fácil do mundo. Sei muito bem do que se trata, já o fiz uma centena de vezes.”

Mark Twain (1835–1910) escritor, humorista e inventor norte-americano

Giving up smoking is the easiest thing in the world. I've done it a hundred times.
atribuído s Mark Twain, conforme citado em The pleasures of smoking: as expressed by those poets, wits and tellers of tales who have drawn their inspiration from the fragrant weed - página 177, Sylvestre Cornelius Watkins - H. Schuman, 1948 - 203 páginas
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“Pelo jeito que a coisa vai, em breve o terceiro sexo estará em segundo.”

Stanislaw Ponte Preta (1923–1968)

Stanislaw Ponte Preta como citado in Citações da Cultura Universal - Página 257 https://books.google.com.br/books?id=adQWhMA1x0YC&pg=PA257, Alberto J. G. Villamarín - Editora AGE Ltda, 2002 - 574 páginas
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“Não possuir alguma das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade.”

to be without some of the things you want is an indispensable part of happiness
The Conquest of Happiness - Página 14 https://books.google.com.br/books?id=xbpBCwAAQBAJ&pg=PA14, Bertrand Russell - Lulu.com, 1931, ISBN 1329735447, 9781329735446, 252 páginas
Variante: Não possuir algumas das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade.

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“Os homens nunca sentem remorsos por coisas que estão habituados a fazer.”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
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“Eu acredito em apenas uma coisa: o poder da vontade humana.”

Josef Stalin (1879–1953) secretário geral do Partido Comunista da União Soviética
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“Eu perdi o meu medo, o meu medo da chuva Pois a chuva voltando pra terra traz coisas do ar. Apendi o segredo, o segredo da vida Vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar…”

Raul Seixas (1945–1989) cantor e compositor brasileiro

Variante: Eu perdi o meu medo, o meu medo da chuva pois a chuva voltando pra terra traz coisas do ar Aprendi o segredo, o segredo da vida vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar

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“A fé é a substância de coisas esperadas
e o argumento das que não aparecem;
e isso parece-me ser a essência da fé.”

Dante Alighieri (1265–1321) italiano autor da epopéia, A divina comédia, considerado um entre os maiores poetas de todos os tempos; sua…
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“Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.”

Reinhold Niebuhr (1892–1971)

Variante: Concedei-nos Senhor, Serenidade necessária, para aceitar as coisas que não podemos modificar, Coragem para modificar aquelas que podemos e Sabedoria para distinguirmos umas das outras.

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“Eu tenho um grande medo dessa coisa de ser 'normal'.”

John Lennon (1940–1980) foi um músico, cantor, compositor, escritor e ativista britânico
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“Que ondas enormes… - exclamou Thomas Buddenbrook.- Repara como se aproximam e rebentam, se aproximam e rebentam, uma atrás da outra, sem fim, sem propósito, mecânica e desordenadamente. E, no entanto, o seu marulhar é tão tranquilizador e reconfortante, como todas as coisas simples e necessárias da vida. Aprendi a gostar cada vez mais do mar… dantes, talvez preferisse as montanhas, porque ficavam mais longe daqui. Agora já não me atraem nada. Creio que apenas sentiria medo e vergonha. É que elas são muito caprichosas, tão irregulares, tão diversas… de certeza que me iria sentir muito pequeno ao pé delas. Que espécie de pessoas serão essas que preferem a monotonia do mar? Tenho a impressão de que são as que observaram por demasiado tempo- e com demasiada profundidade- as teias do seu mundo interior e que a única coisa que exigem agora, pelo menos do mundo exterior, é simplicidade… Não se trata de comparar as escaladas audazes pela montanha com o descanso sereno na areia da praia. Adiferença reside no olhar que se dirige numa e noutra direcção. Olhos seguros, obstinados e felizes, transbordantes de iniciativa, determinação e vitalidade, erram de cume em cume, ao passo que sobre a imensidão do mar- e das ondas que, conduzidas por um fatalismo místico e hipnótico, dançam e volteiam- repousa um olhar sonhador e velado, sábio e desalentado, o olhar de quem já alguma vez espreitou as profundezas e vislumbrou o triste caos da existência… Saúde e doença, é essa a grande diferença. Intrépidos, escalamos a extraordinária diversidade das montanhas denteadas e acidentadas, das alturas que rasgam os céus, a fim de pormos à prova a nossa vitalidade, intacta ainda. Repousamos, contudo, na ampla simplicidadedo mundo exterior, quando estamos cansados do caos que reina no interior.”

Buddenbrooks: The Decline of a Family

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“Os animais foram
imperfeitos,
compridos de rabo, tristes
de cabeça.
Pouco a pouco foram se
compondo,
fazendo-se paisagem,
adquirindo manchas, graça, voo.
O gato
só gato
apareceu completo
e orgulhoso
nasceu completamente terminado,
caminha sozinho e sabe o que quer.

O homem quer ser peixe e pássaro,
a serpente queria ter asas,
o cachorro é um leão desorientado,
o engenheiro quer ser poeta,
a mosca estuda para ser andorinha,
o poeta tenta imitar a mosca,
mas o gato só quer ser gato
e todo gato é gato
do bigode até o rabo,
do pressentimento ao rato vivo,
da noite até seus olhos de ouro.

Não existe unidade
como ele,
nem têm a lua nem a flor
tal contextura:
é uma coisa só
como o sol ou o topázio,
e a elástica linhade seu contorno
firme e sutil é como
a linha da proa de uma nave.
Seus olhos amarelos
deixaram uma só
ranhura
para pôr as moedas da noite.

Ó pequeno imperador sem orbe,
conquistador sem pátria,
mínimo tigre de salão, nupcial
sultão do céu
das telhas eróticas,
o vento do amor
na intempérie
reclamas
quando passas
e pousas
quatro pés delicados
no solo,
farejando,
desconfiado
de tudo que é terrestre,
porque tudo
é imundo
para o imaculado pé do gato.

Ó fera independente
da casa, arrogante
vestígio da noite,
preguiçoso,
ginástico,
e alheio,
profundíssimo gato,
polícia secreta
das moradas,
talvez não sejas mistério,
todo mundo sabe-te e pertences
ao habitante menos misterioso,
talvez todos o creiam,
todos se creiam donos,
proprietários, tios
de gatos, companheiros,
colegas,
discípulos ou amigos
de seu gato.

Eu não.
Eu não concordo.
Eu não conheço o gato.
Tudo sei, a vida e seu arquipélago,
o mar e a cidade incalculável,
a botânica,
o gineceu com seus extravios,
o mais e o menos da matemática,
os funis vilcânicos do mundo,
a casca irreal do crocodilo,
a bondade ignorada do bombeiro, o atavismo azul do sacerdote,
mas não posso decifrar um gato.
Minha razão resvalou em sua indiferença,
seus olhos têm números de ouro.”

Pablo Neruda (1904–1973) Escritor

Navegaciones y Regresos

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“Não se pode explicar alguma coisa meramente lhe dando um nome.”

Yukio Mishima (1925–1970)

Death in Midsummer and Other Stories

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“Eu digo ao meu piano as coisas que eu costumava dizer à você.”

Frédéric Chopin (1810–1849) pianista e compositor polonês do século XIX
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“Não há coisa mais espantosa que a ignorância em acção.”

Johann Wolfgang von Goethe (1749–1832) escritor alemão

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“O capitalismo é a crença mais estarrecedora de que o mais insignificante dos homens fará a mais insignificante das coisas para o bem de todos.”

John Maynard Keynes (1883–1946)

Capitalism is the astounding belief that the most wickedest of men will do the most wickedest of things for the greatest good of everyone.
citado em "Moving Forward: Programme for a Participatory Economy" (2000), por Michael Albert, p. 128
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“A coisa mais estranha que eu já tentei cheirar? Meu pai. As cinzas do meu pai"[…]"Ele foi cremado e eu não pude resistir a misturá-lo com um pouco de pó (cocaína). Meu pai não se importaria"[…]"E desceu muito bem. Eu ainda estou vivo.”

Portal G1 Atualizado em 03/04/07 - 18h22 http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL17762-7085,00-KEITH+RICHARDS+CHEIREI+AS+CINZAS+DE+MEU+PAI.html
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