Citações de arte
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“A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal”

Raul Seixas (1945–1989) cantor e compositor brasileiro

Raul Seixas " https://books.google.com.br/books?id=S6tIBQAAQBAJ&pg=PA190&lpg=PA190&dq=a+arte+de+ser+louco+%C3%A9+jamais+cometer+a+loucura+de+ser+um+sujeito+normal+entrevista&source=bl&ots=oLZvqP8nlL&sig=ylGGN5lP0KwygATpbGJyNIRcYd4&hl=pt-BR&sa=X&ei=iGBoVZ_xGoyqyASwzoHwCA&ved=0CC8Q6AEwAw#v=onepage&q=a%20arte%20de%20ser%20louco%20%C3%A9%20jamais%20cometer%20a%20loucura%20de%20ser%20um%20sujeito%20normal%20entrevista&f=false"

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“É preciso ter o diabo no corpo para alcançar êxito em alguma arte.”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
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“A arte é o espelho social de uma época.”

Raul Seixas (1945–1989) cantor e compositor brasileiro
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“O amor não é um sentimento, é uma arte.”

Paul Morand (1888–1976) diplomata, novelista, dramaturgo e poeta francês
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“Toda a arte é completamente inútil.”

Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa
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“Calcula-se que a Peste Negra matou entre um terço e metade dos europeus, e que teve um impacto equivalente na China. Assinalou, para ambas as civilizações, o termo súbito e selvagem de uma era de crescimento e progresso, exacerbada por uma mudança no clima que trouxe invernos muito mais frios e colheitas devastadas. Na Europa, teria alguns efeitos surpreendentes. Excepcionalmente, uma vez que tanto do indispensável campesinato trabalhador nos países ocidentais, como França e Inglaterra, morreu, os que restaram puderam negociar melhores salários e libertar-se um pouco das exigências dos senhorios. Os começos de uma sociedade mais versátil, já não tão aferrada à propriedade da terra pelas famílias nobres, surgiram em consequência da matança bacteriana.
Estranhamente, na Europa Oriental o efeito foi quase inverso. Os proprietários de terras acabaram por ver o seu poder e alcance acrescidos e arrastaram gradualmente o campesinato sobrevivente para uma sujeição mais pesada, designada pelos historiadores como «segunda servidão». Isto foi possível porque os proprietários da Europa Oriental, que chegaram mais tarde ao feudalismo, eram um pouco mais poderosos e bem enraizados antes de ter chegado a epidemia. As cidades da actual Polónia, da Alemanha Oriental e da Hungria eram menos povoadas e poderosas do que as cidades mercantis – apoiadas no comércio da lã e do vinho – do norte de Itália e de Inglaterra. Os progressos nos direitos jurídicos e no poder das guildas na Europa Ocidental poderão não ter sido extraordinários pelos padrões actuais, mas foram suficientes para terem feito pender a vantagem contra a nobreza, num momento em que a força de trabalho era escassa. A leste, a aristocracia era mais impiedosa e deparava com menos resistência do campesinato disperso. Assim, uma modesta diferença no equilíbrio do poder, subitamente exagerada pelo abalo social decorrente da Peste Negra, provocou mudanças extremamente divergentes que, durante séculos, teriam como efeito um maior avanço e uma maior complexidade social da Europa Ocidental em comparação com territórios de aparência semelhante imediatamente a leste.
A França e a Holanda influenciaram todo o mundo; a Polónia e as terras checas influenciaram apenas o mundo da sua envolvência imediata.
Esses efeitos eram, obviamente, invisíveis para aqueles que atravessaram as devastações da peste, que regressaria periodicamente nos séculos mais próximos. No primeiro regresso, particularmente horrendo, as cidades tornaram-se espectros fantasmagóricos do espaço animado que em tempos haviam sido. Aldeias inteiras esvaziaram-se, deixando os seus campos regressarem ao matagal e aos bosques. Prosperaram a obsessão e o extremismo religiosos, e impregnou-se profundamente no povo cristão uma visão sombria do fim dos tempos. As autoridades vacilavam. As artes e os ofícios decaíram. O papado tremeu. Do outro lado da Eurásia, a glória da China Song desmoronou-se e também aí os camponeses se revoltaram. A mensagem de esperança de Marco Polo ecoou em vão entre povos que ainda não estavam suficientemente fortes para se esticarem e darem as mãos.”

Andrew Marr (1959) jornalista britânico

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“A incomparável arte de ler bem, essa condição necessária para a tradição da cultura”

Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX

O Anticristo/Ecce Homo/Nietzsche Contra Wagner

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“Montei, fui trotando travado. Diadorim e o Caçanje iam já mais longe, regulado umas duzentas braças. Arte que perceberam que eu vinha, se viraram nas selas. Diadorim levantou o braço, bateu mão. Eu ia estugar, esporeei, queria um meio-galope, para logo alcançar os dois. Mas, aí, meu cavalo f’losofou: refugou baixo e refugou alto, se puxando para a beira da mão esquerda da estrada, por pouco não deu comigo no chão. E o que era, que estava assombrando o animal, era uma folha seca esvoaçada, que sobre se viu quase nos olhos e nas orêlhas dele. Do vento. Do vento que vinha, rodopiado. Redemoinho: o senhor sabe — a briga de ventos. O quando um esbarra com outro, e se enrolam, o dôido espetáculo. A poeira subia, a dar que dava escuro, no alto, o ponto às voltas, folharada, e ramarêdo quebrado, no estalar de pios assovios, se torcendo turvo, esgarabulhando. Senti meu cavalo como meu corpo. Aquilo passou, embora, o ró-ró. A gente dava graças a Deus. Mas Diadorim e o Caçanje se estavam lá adiante, por me esperar chegar. — “Redemunho!” — o Caçanje falou, esconjurando. — “Vento que enviesa, que vinga da banda do mar…” — Diadorim disse. Mas o Caçanje não entendia que fosse: redemunho era d’Ele — do diabo. O demônio se vertia ali, dentro viajava. Estive dando risada. O demo! Digo ao senhor. Na hora, não ri? Pensei. O que pensei: o diabo, na rua, no meio do redemunho… Acho o mais terrível da minha vida, ditado nessas palavras, que o senhor nunca deve de renovar. Mas, me escute. A gente vamos chegar lá. E até o Caçanje e Diadorim se riram também. Aí, tocamos.”

Grande Sertão: Veredas

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“MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO

(1890-1916)

Atque in perpetuum, frater, ave atque vale!
CAT.

Morre jovem o que os Deuses amam, é um preceito da sabedoria antiga. E por certo a imaginação, que figura novos mundos, e a arte, que em obras os finge, são os sinais notáveis desse amor divino. Não concedem os Deuses esses dons para que sejamos felizes, senão para que sejamos seus pares. Quem ama, ama só a igual, porque o faz igual com amá-lo. Como porém o homem não pode ser igual dos Deuses, pois o Destino os separou, não corre homem nem se alteia deus pelo amor divino; estagna só deus fingido, doente da sua ficção.

Não morrem jovens todos a que os Deuses amam, senão entendendo-se por morte o acabamento do que constitui a vida. E como à vida, além da mesma vida, a constitui o instinto natural com que se a vive, os Deuses, aos que amam, matam jovens ou na vida, ou no instinto natural com que vivê-la. Uns morrem; aos outros, tirado o instinto com que vivam, pesa a vida como morte, vivem morte, morrem a vida em ela mesma. E é na juventude, quando neles desabrocha a flor fatal e única, que começam a sua morte vivida.

No herói, no santo e no génio os Deuses se lembram dos homens. O herói é um homem como todos, a quem coube por sorte o auxílio divino; não está nele a luz que lhe estreia a fronte, sol da glória ou luar da morte, e lhe separa o rosto dos de seus pares. O santo é um homem bom a que os Deuses, por misericórdia, cegaram, para que não sofresse; cego, pode crer no bem, em si, e em deuses melhores, pois não vê, na alma que cuida própria e nas coisas incertas que o cercam, a operação irremediável do capricho dos Deuses, o jugo superior do Destino. Os Deuses são amigos do herói, compadecem-se do santo; só ao génio, porém, é que verdadeiramente amam. Mas o amor dos Deuses, como por destino não é humano, revela-se em aquilo em que humanamente se não revelara amor. Se só ao génio, amando-o, tornam seu igual, só ao génio dão, sem que queiram, a maldição fatal do abraço de fogo com que tal o afagam. Se a quem deram a beleza, só seu atributo, castigam com a consciência da mortalidade dela; se a quem deram a ciência, seu atributo também, punem com o conhecimento do que nela há de eterna limitação; que angústias não farão pesar sobre aqueles, génios do pensamento ou da arte, a quem, tornando-os criadores, deram a sua mesma essência? Assim ao génio caberá, além da dor da morte da beleza alheia, e da mágoa de conhecer a universal ignorância, o sofrimento próprio, de se sentir par dos Deuses sendo homem, par dos homens sendo deus, êxul ao mesmo tempo em duas terras.

Génio na arte, não teve Sá-Carneiro nem alegria nem felicidade nesta vida. Só a arte, que fez ou que sentiu, por instantes o turbou de consolação. São assim os que os Deuses fadaram seus. Nem o amor os quer, nem a esperança os busca, nem a glória os acolhe. Ou morrem jovens, ou a si mesmos sobrevivem, íncolas da incompreensão ou da indiferença. Este morreu jovem, porque os Deuses lhe tiveram muito amor.

Mas para Sá-Carneiro, génio não só da arte mas da inovação nela, juntou-se, à indiferença que circunda os génios, o escárnio que persegue os inovadores, profetas, como Cassandra, de verdades que todos têm por mentira. In qua scribebat, barbara terrafuit. Mas, se a terra fora outra, não variara o destino. Hoje, mais que em outro tempo, qualquer privilégio é um castigo. Hoje, mais que nunca, se sofre a própria grandeza. As plebes de todas as classes cobrem, como uma maré morta, as ruínas do que foi grande e os alicerces desertos do que poderia sê-lo. O circo, mais que em Roma que morria, é hoje a vida de todos; porém alargou os seus muros até os confins da terra. A glória é dos gladiadores e dos mimos. Decide supremo qualquer soldado bárbaro, que a guarda impôs imperador. Nada nasce de grande que não nasça maldito, nem cresce de nobre que se não definhe, crescendo. Se assim é, assim seja! Os Deuses o quiseram assim.

Fernando Pessoa, 1924.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

Loucura...

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“Não há nada que a arte não possa exprimir.”

The Picture of Dorian Gray

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“Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.”

Luís Vaz de Camões (1524–1580) poeta português

Epic poetry, Os Lusíadas (1572), Canto I

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“Porém, pera cantar de vosso gesto
A composição alta e milagrosa
Aqui falta saber, engenho e arte.”

Luís Vaz de Camões (1524–1580) poeta português

Lyric poetry, Sonnets, Eu cantarei de amor tão docemente

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“O Brasil é um país miscigenado porém, muitas artistas sucumbem à colonização cultural, à crítica, aos curadores e deixam de lado à pluralidade. Mas ainda vejo coisas maravilhosas sendo produzidas na arte brasileira.”

Gilberto Salvador (1946) arquiteto brasileiro

Fonte: Gilberto Salvador — Museu de Arte Contemporânea de Campinas, DASartes, 10 de agosto de 2017 http://dasartes.com.br/agenda/gilberto-salvador-museu-de-arte-contemporanea-de-campinas/,

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“Todas as atividades do homem, incluindo-se evidentemente todas as artes, especialmente o teatro, são políticas. E o teatro é a forma artística mais perfeita de coerção. Que o diga Aristóteles.”

Augusto Boal (1931–2009)

"Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas" – Página 79; de Augusto Boal – Publicado por Civilização Brasileira, 2005 ISBN 9788520002650

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“Não gosto de ostentação, efeitos, truques e maquilagem extraordinários. O mesmo vale par ao roteiro. E, é claro, para a direção. A grande arte não deixa pistas.”

Carrière, Jean-Claude, "A Linguagem secreta do cinema", p. 191 - Nova Fronteira, 1994.

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“Os anúncios são a arte da caverna do vigésimo século.”

Marshall McLuhan (1911–1980)

Ads are the cave art of the twentieth century.
Marshall McLuhan (1911-1980), Cultura é nosso Negócio (Culture Is Our Business) - página 48, Ballantine Books, 1972, 336 páginas

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“A ciência do arquiteto é adornada com muitas disciplinas e erudição variada: ele deve ser capaz de julgar todas as obra que as artes individuais constroem.”

Vitrúvio (-80–-15 a.C.)

La scienza dell'architetto si adorna di molte discipline e di svariata erudizione: egli deve essere in grado di giudicare tutte quelle opere che le singole arti costruiscono.
Vitruvio como citado in Architterura civile - Página 5, Guarino Guarini - Edizione il Polifilo, 1968 - 471 páginas

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“Toda a arte de ensinar é apenas a arte de acordar a curiosidade natural nas mentes jovens, com o propósito de serem satisfeitas mais tarde, e a curiosidade é viva e saudável apenas nas mentes felizes.”

L'art d'enseigner n'est que l'art d'éveiller la curiosité des jeunes âmes pour la satisfaire ensuite, et la curiosité n'est vive et saine que dans les esprits heureux.
Le crime de Sylvestre Bonnard, membre de l'Institut - Volume 1 - Página 215 https://books.google.com.br/books?id=7CQPAAAAQAAJ&pg=PA215, Anatole France - Calmann-Lévy, 1849 - 323 páginas

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“Contar histórias sempre foi a arte de contá-las de novo, e ela se perde quando as histórias não são mais conservadas. Ela se perde porque ninguém mais fia ou tece enquanto ouve a história.”

Walter Benjamin (1892–1940)

Fonte: BENJAMIN. W. O narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. IN: BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 3.ed., 1987."

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“Visão é a arte de enxergar coisas invisíveis.”

Jonathan Swift (1667–1745) Escritor anglo-irlandês conhecido pela sua obra "As Viagens de Gulliver"

citado em IDEIAS SOBRE IDEIAS: Mais de quinhentos pensamentos inspiradores sobre criatividade - página 88 https://books.google.com.br/books?id=B-kLSogSWrkC&pg=PA88&dq=%22Vis%C3%A3o+%C3%A9+a+arte+de+enxergar+coisas+invis%C3%ADveis.%E2%80%9D&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwj0-pLEqdfKAhVDCpAKHRIyCzAQ6AEIHDAA#v=onepage&q=%22Vis%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20arte%20de%20enxergar%20coisas%20invis%C3%ADveis.%E2%80%9D&f=false, Roberto Menna Barreto, Summus Editorial, 17 de abr de 2002 - 128 páginas - ISBN 8532307663, 9788532307668

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“Os verdadeiros autores são aqueles que conseguiram uma verdadeira arte, tanto no épico, seja na tragédia ou na comédia, quer na história ou filosofia; que ensinou ou homens encantados. Outros de quem falamos estão entre os escritores assim como os zangões estão entre as aves.”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines

Les auteurs véritables sont ceux qui ont réussi dans un art véritable,soit dans l'épopée, soit dans la tragédie, soit dans la comédie, soit dans l'histoire, ou dans la philosophie ; qui ont enseigné ou enchanté les hommes. Les autres dont nous avons parlé sont parmi les gens de lettres ce que les frelons sont parmi les oiseaux.
Collection complette des oeuvres de M. de Voltaire: Questions sur l'encyclopédie, par des amateurs - Volume 21 de Collection complette des oeuvres de M. de Voltaire - página 473 https://books.google.com.br/books?id=yR4-AAAAYAAJ&pg=PA473, Voltaire, 1774

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“Porque quem não sabe a arte, não na estima.”

"Os Lusíadas, canto V"
Os Lusíadas (1572)

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