Citações de vida
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“OBSESSÃO QUE CONSUMIA SUA VIDA, um DESEJO ARDENTE”

Napoleon Hill (1883–1970) Sucesso

Pense e Fique Rico ~ Brasil: Este Livro Pode Valer Um Milhao de Dolares Para Voce!

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“Nada do que ele fez em sua vida foi tão apropriado quanto esse despedir-se dela.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

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“A vida é um perpétuo desvio que nem sequer permite darmo-nos conta de que é que se desvia.”

Franz Kafka (1883–1924) Escritor austro-húngaro-tchecoslovaco

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“A guerra cria um outro ciclo no tempo. Já não são os anos, as estações que marcam as nossas vidas. Já não são as colheitas, as fomes, as inundações. A guerra instala o ciclo do sangue. Passamos a dizer: "antes da guerra, depois da guerra". A guerra engole os mortos e devora os sobreviventes.”

Mia Couto (1955)

A Varanda do Frangipani
Variante: A guerra cria um outro ciclo no tempo. Já não são os anos, as estações que marcam as nossas vidas. Já não são as colheitas, as fomes, as inundações. A guerra instala o ciclo do sangue. Passamos a dizer: “antes da guerra, depois da guerra”. A guerra engole os mortos e devora os sobreviventes.

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“Poema - 1 Reis 19:3-4

Sinfonias tristes
vagam pelo universo
como as lágrimas nos olhos
daqueles que sofrem em silencio

Acolhida pelas trevas
e renegada pelos deuses

Lilith havia sido amaldiçoada
com um abismo em seu coração

A sua vida
era como uma alegoria ao suicídio

Enforcava-se na escuridão
todas as vezes
que não conseguia encontrar
a luz das estrelas

Sentindo-se
sozinha em um mundo
do qual não escolheu viver

Trancafiada nos cárceres privados
da sua própria mente
era assombrada pelos mais terríveis demônios

As paredes do seu quarto
jorravam o sangue
das suas tentativas de suicídio

Embora as suas lágrimas
clamassem pela salvação
daquele terrível abismo

A sua essência
banhava-se na escuridão

Em seus olhos habitavam
o desejo de dilacerar os seus punhos
enquanto afogava-se em uma banheira
repleta de sangue e lágrimas

Mas em seu coração
haviam as chamas negras de uma fênix
que renascia a cada segundo

Então ela se enforcava
em seus sonhos sublimes

Deitava-se na cama
com os olhos fechados
imaginando-se dependurada
enquanto matava as suas dores

E ao abrir os olhos
repletos de lágrimas
havia renascido mais uma vez

As feridas em seu peito
espalhavam-se como um câncer

Gritos ensurdecedores emanavam
das janelas daquele quarto hostil

– Já tive o bastante, Senhor!
matem-me sem nenhum perdão!
pois não estão matando uma alma inocente
apenas crucificando as suas dores

Mas quem poderia escutá-la?
quem poderia salvá-la?

Não se pode salvar uma alma
que sorri para o abismo
e se banha em seu próprio sangue

Gritando aos deuses
ela sorriu pela ultima vez
enquanto as suas angustias
tornavam-se sinfonias tristes

A vagar pelo universo
como as lágrimas nos olhos
daqueles que sofrem em silencio…

- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Niilismo Morte Existencialismo Ateísmo Deuses Nietzsche

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“O caminhar e o olhar são firmados em um vazio similar ao vazio de sua vida.”

Autofagia, livro I Tempos Sombrios

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“A seriedade moral na vida pública é como a pornografia: difícil de definir, fácil de se identificar quando se vê. Representa uma coerência entre intenção e ação, uma ética de responsabilidade política. Toda política é a arte do possível. Contudo, até a arte tem sua ética.”

Tony Judt (1948–2010)

No original: "Moral seriousness in public life is like pornography: hard to define but you know it when you see it. It describes a coherence of intention and action, an ethic of political responsibility. All politics is the art of the possible. But art too has its ethic."
O Chalé da Memória (2010)
Fonte: Capítulo III - Austeridade. Tradução de Celso Nogueira.

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“Não há nada como enxergar o coração de uma pessoa através de seus olhos, e aprender mais sobre a altura, a largura e profundidade de sua alma em uma hora, o que levaria uma vida inteira para descobrir, se ele ou ela não quisesse revelar, ou se você não tiver discernimento para entender.”

There is such a thing as looking through a person's eyes into the heart, and learning more of the height, and breadth, and depth of another's soul in one hour than it might take you a lifetime to discover, if he or she were not disposed to reveal it, or if you had not the sense to understand it.
The Tenant of Wildfell Hall (1848), Chapter 11

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“O coração é o relógio da vida. Quem não o consulta, anda naturalmente fora do tempo.”

Machado de Assis (1839–1908) escritor brasileiro

A mão e a luva - Página 100, Machado de Assis - 1922
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“Minha atitude em relação à vida também era minha atitude em relação à ciência. Jesus disse que é preciso nascer de novo, e tornar-se criança. Ele não deve deixar preguiça, medo ou teimosia impedi-lo de cumprir seu dever. Se ele nascesse de novo, veria a vida a partir de tal plano, teria a energia de não ser impedido em seu dever por esses vários desvios e inibições. Meu trabalho, minha vida, deve estar no espírito de uma criança que busca apenas conhecer a verdade e segui-la. Somente o meu propósito deve ser o propósito de Deus - aumentar o bem-estar e a felicidade do Seu povo. A natureza não permitirá um vácuo. Será preenchido com alguma coisa. A necessidade humana é realmente um grande vácuo espiritual que Deus procura preencher ... Com uma mão na mão de um homem necessitado e a outra na mão de Cristo, Ele poderia atravessar o vácuo e eu me tornei um agente. Então a passagem, "Eu posso fazer todas as coisas através de Cristo que me fortalece", passou a ter um significado real. Enquanto eu trabalhava em projetos que atendiam a uma necessidade humana real, forças estavam trabalhando através de mim, o que me surpreendeu. Eu costumava dormir com um problema aparentemente insolúvel. Quando acordei, a resposta estava lá. Por que, então, nós que cremos em Cristo ficamos tão surpresos com o que Deus pode fazer com um homem disposto em laboratório? Algumas coisas devem ser desconcertantes para o crítico que nunca nasceu de novo.”

George Washington Carver (1864–1943)
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“Existem apenas duas maneiras de viver a vida. Uma é tal que nada é um milagre. Na outra, tudo o é.”

Albert Einstein (1879–1955)

A frase é citada por Gilbert Fowler White em um artigo ao Journal of France and Germany (1942-44), em cujo excerto publicado no livro Living with Nature's Extremes: The Life of Gilbert Fowler White http://books.google.com/books?id=_2qfZRp9SeEC&lpg=PP1&pg=PA62#v=onepage&q&f=false (2006) de Robert E. Hinshaw, pág. 62 não se deixa claro se Einstein de fato dizia aquilo na conversa como algo pessoal ou se estava repetindo uma frase. Na ausência de uma fonte primária, a citação é por cautela não atribuída ao físico. A afirmação de que ele "acredita nesta última" não possui fontes e não consta nos registros desta citação. Ademais, Albert Einstein não acreditava em milagres, como explica em uma conversa com David Reichinstein publicada no livro Einstein on Religion (1999) pág. 89, Max Jammer; 1931.
Disputadas
Variante: "Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre. Eu acredito nessa última"

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“O sortilégio da história e sua lição enigmática consistem, no fato de que, de uma época a outra, nada muda, e contudo todas as coisas são completamente diferentes. Em personagens de outras épocas e culturas estranhas, reconhecemos nossos egos demasiadamente humanos, e contudo temos consciência de que o sistema de referências no qual moldamos nossas vidas mudou, até se tornar irreconhecível, proposições que pareciam incontestáveis são agora indefensáveis, e o que encaramos como os mais irrefutáveis postulados não poderia, num período anterior, encontrar aceitação nem na mais ousada mente especulativa. Mas, embora acentuadas e importantes nas áreas do pensamento e da tecnologia, da organização social e do comportamento, as diferenças são sempre periféricas. No centro, permanece uma identidade fundamental. Na medida em que são mentes revestidas de forma humana, sujeitas à decadência física e à morte, capazes de sentir dor e prazer, dirigidas pelo ardente e pela aversão, e oscilando entre o desejo de auto-afirmação e o de autotranscendência, os seres humanos em todo tempo e lugar têm de enfrentar os mesmos problemas, confrontam-se com as mesmas tentações, e são forçados, de acordo com a Ordem das Coisas, a fazer a mesma escolha entre impenitência e esclarecimento. Mudam os contextos, mas a essência e o significado são invariáveis.”

Aldous Huxley (1894–1963)

Livros, Os Demônios de Loudun, 1952

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