“Se o que separa os homens da injustiça fosse somente o castigo e não a Natureza, os maus não sentiriam preocupação alguma, tão logo desaparecesse o temor dos suplícios.(…)Se os maus vacilam em invocar estes princípios, com que amor deverão cultivá-los os bons? Se o castigo, se o temor aos suplícios, e não a própria essência desonrosa dos actos, nos levam a considerar uma vida dedicada à injustiça e ao crime, então nada é injusto, e os maus seriam mais adequadamente chamados imprudentes. Se o que nos leva a ser honrados não é a própria honradez, mas sim a utilidade e o interesse, então não somos bons, somos espertos.”
De Legibus I
Citações relacionadas
“O castigo dos bons que não fazem política é ser governados pelos maus”
Platão (-427–-347 a.C.) filósofo grego
“Quando o território não é defendido pelos bons, os maus fazem 'justa' a vitória da injustiça.”
José de Paiva Netto (1941) Escritor, radialista, educador brasileiro e atual presidente da Legião da Boa Vontade
citado em entrevista http://www.iejpn.com.br/interna/interno.php?sp=185122&ci=1&cs=25&v_classes= com Ibrahim Sued, em 1995; e no artigo http://www.paivanetto.com.br/interno/interno.php?sp=183&ci=1&cs=3&v_classes= Manifesto da Boa Vontade (I)
“Não há livro tão mau que não tenha alguma coisa de bom.”
Miguel de Cervantes (1547–1616)
No hay libro tan malo [...] que no tenga algo bueno <br class="br">El ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha - Página 266 http://books.google.com.br/books?id=lGAMAAAAYAAJ&pg=PA266, de Miguel de Cervantes Saavedra, Adolfo de Castro - Publicado por Imprenta y Liberia de Gaspar y Roig, 1864 - 540 páginas