Frases sobre ponta

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da ponta.

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„A idade não nos protege do amor. Mas o amor, até certo ponto, nos protege da idade.“

—  Jeanne Moreau 1928 - 2017

Age does not protect you from love. But love, to some extent, protects you from age.
citado em "Dictionary of contemporary quotations‎" - Página 218, John Gordon Burke - Burke, 1981

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„Aquele que não perdoa destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar.“

—  George Herbert 1593 - 1633

Variante: Aquele que não pode perdoar destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar.

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„A face do nosso Pai


Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos. v.3


Lembro-me do rosto do meu pai. Era difícil entendê-lo. Era um homem amável, mas rígido e autossuficiente. Quando criança, muitas vezes procurei por um sorriso ou outra demonstração de afeto em sua face. O nosso rosto nos representa. Um olhar franzido, um olhar mal-humorado, um sorriso, e olhos julgadores revelam o que sentimos sobre os outros. Nossos rostos “falam” por nós.

Asafe, autor do Salmo 80, estava perturbado e queria ver o rosto do Senhor. Ele olhou para o norte do seu ponto de vista em Jerusalém e viu o estado irmão de Judá, Israel, cair sob o peso do Império Assírio. Com o seu “amortecedor” destruído, Judá tornou-se vulnerável à invasão de todos os lados, Assíria do norte, Egito do sul, e as nações árabes do leste. Estava em desvantagem em número e recursos.

Asafe juntou os seus medos numa oração, três vezes repetida (80:3,7,19): “Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos” (Ou, em outras palavras, permita-me ver o Teu sorriso).

É bom olhar para longe de nossos medos e procurar a face de nosso Pai celestial. A melhor maneira de ver a face de Deus é olhar para a cruz. O Senhor “fala” conosco por meio dela (João 3:16).

Então saibam disso: Quando seu Pai olha para vocês, Ele tem um grande sorriso em Seu rosto. Você está muito seguro!



O amor de Deus por nós é tão expansivo 
quanto os braços abertos de Cristo na cruz. David H. Roper“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

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„Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelada e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, - nada menos que a quimera da felicidade, - ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.“

—  Machado de Assis, livro Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias póstumas de Brás Cubas, Capítulo VII, Machado de Assis (1881)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.