Frases sobre antigo

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da antigo.

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„O deus do Antigo Testamento é provavelmente o personagem mais desagradável de toda a ficção: ciumento e orgulhoso disso; um maníaco por controle, miserável e injusto; um abusador vingativo, eugenista sedento por sangue, misógino, homofóbico, racista, infanticida, genocida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista e caprichosamente malévolo“

—  Richard Dawkins 1941

The God of the Old Testament is arguably the most unpleasant character in all fiction: jealous and proud of it; a petty, unjust, unforgiving control-freak; a vindictive, bloodthirsty ethnic cleanser; a misogynistic, homophobic, racist, infanticidal, genocidal, filicidal, pestilential, megalomaniacal, sadomasochistic, capriciously malevolent bully.
The God Delusion - Página 51, Richard Dawkins - Houghton Mifflin Harcourt, 2006, ISBN 0618680004, 9780618680009 - 406 páginas
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„O tempo ė o eterno construtor de antigamente.“

—  Mia Couto 1955

O Último Vôo do Flamingo

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„A antiga lei do olho por olho acaba por deixar todo mundo cego.“

—  Martin Luther King Junior líder do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos 1929 - 1968

The old law of an eye for an eye leves everybody blind.
"Do the Right Thing" - texto citado nos créditos do filme como sendo de autoria de Martin Luther King Jr. - Spike Lee, 120 min., EUA (1989)
Fonte: [Spike Lee (diretor/elenco/roteirista), Danny Aiello (elenco), John Turturro (elenco), Samuel L. Jackson (elenco), etc.., 13 de junho de 1989, Do the Right Thing (Faça a Coisa Certa<sup>BR</sup>, Não Dês Bronca<sup>PT</sup>, cinema, 40 Acres & A Mule Filmworks (Universal Pictures), EUA, português (dublado), original em inglês, 01h52<nowiki></nowiki>12<nowiki>'</nowiki>]

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„O sol, a lua e os rios e as fontes e, em geral, tudo o que é benéfico para a nossa vida, os antigos lhes chamou para a sua utilidade, tal como os egípcios fizeram com o Nilo, e pela questão do pão foi chamado Deméter, e o vinho por Dioniso, e da água por Poseidon, e o fogo por Hephaestus e assim por cada coisa que fazemos é útil.“

—  Pródico um dos principais sofistas daquela época -460 - -380 a.C.

Il sole e la luna e i fiumi e le fonti e in genere tutto ciò che giova alla nostra vita, gli antichi li chiamavano dei per la loro utilità, come gli Egiziani fanno per il Nilo, e per questo il pane fu chiamato Demetra, e il vino Dioniso, e l'acqua Poseidone, e il fuoco Efesto e cosí ciascuna cosa che ci è utile. (da Le Ore, frammento 5)
da Le Ore, frammento 5); As Horas, fragmento 5

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„O pilar e o anel em forma de círculo representam os princípios masculino e feminino. Na Grécia antiga o pilar era o "hérnia" que ficava do lado de fora da casa representando Hermes, enquanto a lareira redonda no interior simbolizava Héstia. Na índia e em outras partes do leste, o pilar e o círculo ficam "copulados". O lingam, ou símbolo fálico, penetra o yoni ou anel feminino, o qual se estende sobre ele como num jogo infantil de arremesso de argolas. Lá o pilar e o círculo juntavam-se, enquanto os gregos e os romanos conservavam esses mesmos dois símbolos de Hermes e Héstia relacionados, mas à parte. Para enfatizar mais essa separação, Héstia é uma deusa virgem que nunca será penetrada, como também a mais velha deusa olímpica. Ela é tia solteirona de Hermes considerado como o mais jovem deus olímpico - uma união altamente improvável.
Desde os tempos gregos as culturas ocidentais têm enfatizado a dualidade, uma divisão ou diferenciação entre masculino e feminino, mente e corpo, logos e eros, ativo e receptivo, que depois se tornaram valores superiores e inferiores, respectivamente. Quando Héstia e Hermes eram ambos honrados nos lares e templos, os valores femininos de Héstia eram os mais importantes, e ela recebia as mais altas honras. Na época havia uma dualidade complementar. Héstia desde então foi desvalorizada e esquecida. Seus fogos sagrados não são mais cuidados e o que ela representa não é mais honrado.
Quando os valores femininos de Héstia são esquecidos e desonrados, a importância do santuário interior, interiorização para encontrar significado e paz, e da família como santuário e fonte de calor ficam diminuídos ou são perdidos. Além disso, o sentimento de uma ligação básica com os outros desaparece, como desaparece também a necessidade dos cidadãos de uma cidade, país ou da terra se ligarem por um elo espiritual comum.
Num nível místico, os arquétipos de Héstia e de Hermes se relacionam através da imagem do fogo sagrado no centro. Hermes-Mercúrio era o espírito alquímico Mercúrio, imaginado como fogo elementar. Tal fogo era considerado a fonte do conhecimento místico, simbolicamente localizado no centro da Terra.
Héstia e Hermes representam idéias arquetípicas do espírito e da alma. Hermes é o espírito que põe fogo na alma. Nesse contexto, Hermes é como o vento que sopra a brasa no centro da lareira, fazendo-a acender-se. Do mesmo modo, as idéias podem excitar sentimentos profundos, ou as palavras podem tornar consciente o que foi inarticuladamente conhecido e iluminado o que foi obscuramente percebido.“

—  Jean Shinoda Bolen 1936

Goddesses in Everywoman

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„Poema - Haraquiri

Quantas noites
sem dormir são necessárias
para se matar um homem
que se abdicou da sua própria vida?

Se enxergastes
as feridas contidas na minha alma
chorarias por toda a eternidade

Tampouco suportarias
uma única noite acordado

Sem imaginar as suas tripas
espalhadas por toda a casa

Se a morte
se apaixonasse pela vida
a grande tragédia
seria a de sepultá-la todas as manhãs

- Não tens sonhos?
me perguntas espantado

Possuo os mais terríveis dos pesadelos
e em todos eles eu sou um homem morto

Que sorri para a vida
como um sátiro

Segurando o corpo
moribundo de cristo
em um altar de descrenças

- Não acreditas nos deuses?
continuas gritando em busca
da minha salvação

Os deuses?
tampouco me importa a metafisica
ou a sublime razão das ciências

Do que adiantas!?
para um homem morto
a paixão dos falsos deuses
ou as razões de um intelecto falho

- Busque o amor
apaixone-se pela vida

Continuas esperneando
em uma tentativa falha de salvar a minha alma

O Amor?
do que me serves a paixão?
se eu não posso sentir

Em meu coração
nasceram cobras e baratas

Nas minhas entranhas vivem
os vestígios da morte
e os sonhos da vida

- Cale-se!
este Niilismo não o levara
a lugar nenhum!

Gritas tu enfurecido
com ódio dos antigos filósofos

O Niilismo?
abdiquei-me da Filosofia!

Afastem para longe de mim
os pensamentos dos homens

As minhas dores
não podem ser descritas
em meras palavras
o que eu sinto transcende o Niilismo

Eu sou o messias
do meu próprio testamento
morto na minha própria cruz
mas sem os seguidores de jesus

Porque não há nada
que eu possa ensinar aos homens
que as baratas já não tenham feito em meu lugar

- Então mate-se de uma vez!
gritas já sem esperança

Do que me serves o suicídio?
se eu nunca fui capaz de amar…

O Vazio na minha alma
é tão profundo
que o ato de me suicidar
torna-se insignificante

Alma!?
tampouco sei se a tenho

E se a tivesse
venderias ao Diabo
como sinal de sacrifício!

Não me interessam os devaneios dos homens
ou a paixões dos deuses

Interessa-me apenas a morte
e o fim de todas as coisas!

- Gerson De Rodrigues“

—  Gerson De Rodrigues poeta, escritor e anarquista Brasileiro 1995

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