Frases sobre amor página 2
Sócrates (-470–-399 a.C.)
Sócrates, citado em "Código social, ó sea, Eco de la moral de las naciones antiguas y modernas" - Página 15 http://books.google.com.br/books?id=X8y3r9CeshsC&pg=PA15, Impr. Catalana, 1844 - 135 páginas <br class="br">Atribuídas
“Um covarde é incapaz de demonstrar amor. Isso é privilégio dos corajosos.”
Mahátma Gándhí (1869–1948) líder político e religioso indiano
“O amor não prospera em corações que se amedrontam com as sombras.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
José Ângelo Gaiarsa (1920–2010)
Amores Perfeitos - Editora Ágora, 2004, pg. 20
Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) Poeta brasileiro
sem referencial para CDA
Sem referencial bibliográfico
“Mesmo não sabendo que era amor, sentiam que era bom.”
Jorge Amado livro Capitães da Areia
Capitães da Areia
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
“O amor é como a criança: deseja tudo o que vê. Mas nem sempre pode ter!”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
Variante: O amor é como a criança: deseja tudo o que vê.
“Pobre é o amor que pode ser contado.”
William Shakespeare Antony and Cleopatra
Ato I - Cena I: Antônio
Antônio e Cleópatra (1606-1607)
Variante: ANTÔNIO — Pobre é o amor que pode ser contado.
“O amor é a única flor que desabrocha sem a ajuda das estações.”
Khalil Gibran (1883–1931)
Variante: O amor é a única flor que brota e cresce sem a ajuda das estações.
“… a saúde espiritual do indivíduo é exatamente proporcional ao seu amor por Deus.”
Clive Staples Lewis (1898–1963) Apologeta e novelista cristão
Cristianismo e Espiritualidade
“A fé é como o amor: não pode ser obtida pela força.”
Arthur Schopenhauer (1788–1860) filósofo alemão
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Fonte: Niilismo Niilista Poesia Poemas
“Que eu tenha peso e medida em tudo? menos no amor.”
Josemaría Escrivá de Balaguer (1902–1975) Santo da Igreja Católica Apostólica Romana, fundador da prelazia Santa Cruz e Opus Dei
“Deus não nos deu um espírito de timidez, mas força, de amor e de poder.”
Paulo de Tarso (5–67) santo católico
Paulo de Tarso in 2 Timóteo 1, 7 (Bíblia)
“Temei o amor de uma mulher, mais do que o ódio de um homem.”
Sócrates (-470–-399 a.C.)
Variante: Deve-se temer mais o amor de uma mulher, do que o ódio de um homem.
“No amor, um mais um é igual a um.”
Jean Paul Sartre (1905–1980) Filósofo existencialista, escritor, dramaturgo, roteirista, ativista político e crítico literário francês
“Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
“O sexo alivia as tensões. O amor as provoca.”
Woody Allen (1935) cineasta, roteirista, escritor, ator e músico norte-americano
Friedrich Nietzsche livro O Anticristo
Página 24 https://books.google.com.br/books?id=kL3UjvEoPZwC&pg=PR24, Parte 23, Friedrich Nietzsche; Montecristo Publishing LLC, 2012 <br class="br">O Anticristo
Fiódor Dostoiévski (1821–1881) escritor russo
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, Os Irmãos Karamazóv
Sathya Sai Baba (1926–2011)
citado em "Manual Completo de AscensÃo" - Página 148, JOSHUA DAVID STONE, Editora Pensamento, ISBN 8531510880, 9788531510885 - 280 páginas
Josemaría Escrivá de Balaguer (1902–1975) Santo da Igreja Católica Apostólica Romana, fundador da prelazia Santa Cruz e Opus Dei
Queda e recomeço
“Se não te lembram as menores tolices que o amor te levou a fazer, é que jamais amaste.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
Ato I - Cena IV -: Sílvio
Como Gostais (1599-1600)
Rubem Alves (1933–2014) psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro
“Existe sempre algo de loucura no amor, mas sempre existe alguma razão na loucura.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
“As pessoas boas merecem nosso amor; as pessoas ruins, precisam dele.”
Madre Teresa de Calcutá (1910–1997) Santa da Igreja Católica
Atribuídas
“Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
Jorge Amado livro Gabriela, Cravo e Canela
Gabriela, Clavo y Canela
Variante: O amor não se prova, nem se mede. É como Gabriela. Existe, isso basta - falou João Fulgêncio. - O facto de não se compreender ou explicar uma coisa não acaba com ela. Nada sei das estrelas, mas as vejo no céu, são a beleza da noite.
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
Josemaría Escrivá de Balaguer (1902–1975) Santo da Igreja Católica Apostólica Romana, fundador da prelazia Santa Cruz e Opus Dei
É Cristo que passa, 43.
Amor e sofrimento
Kurt Cobain (1967–1994) Vocalista, guitarrista, compositor e músico
Texto de Kurt encontrado ao lado do seu cadáver a 8 de Abril de 1994
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas, Capítulo VII, Machado de Assis (1881)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.
“Se eu morrer sem gozar do teu amor minha alma lhe persegue de pau duro.”
Falcão (músico) (1957) cantor brasileiro
Composição: Falcão/Tarcísio Matos
Títulos de músicas