Citações de infidelidade

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da família, amor, parceria, calibre.

Melhores citações de infidelidade

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“Citação: ato de repetir de modo errado as palavras alheias.”

Ambrose Bierce (1842–1914)

Variante: Citação: ato de repetir de maneira errada as palavras alheias.

“Ame ao próximo como ama a ti mesmo.”

Rabi Aquiva

Levítico, 19:18; citação próxima à de Jesus (Marcos 12, 31)
Mal atribuídas

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Citações de infidelidade

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“As pessoas dirão que, sem os consolos da religião, elas seriam intoleravelmente infelizes. Tanto quanto este argumento é verdadeiro, também é covarde. Ninguém senão um covarde escolheria conscientemente viver no paraíso dos tolos. Quando um homem suspeita da infidelidade de sua esposa, não lhe dizem que é melhor fechar os olhos à evidência. Não consigo ver a razão pela qual ignorar as evidências deveria ser desprezível em um caso e admirável no outro.”

Bertrand Russell (1872–1970)

People will tell us that without the consolations of religion they would be intolerably unhappy. So far as this is true, it is a coward&#x27;s argument. Nobody but a coward would consciously choose to live in a fool&#x27;s paradise. When a man suspects his wife of infidelity, he is not thought the better of for shutting his eyes to the evidence. And I cannot see why ignoring evidence should be contemptible in one case and admirable in the other. <br class="br">Last philosophical testament: 1943-68 - Volume 11, Página 546 http://books.google.com.br/books?id=r1jBN5iehKsC&amp;pg=PA546, Bertrand Russell, John G. Slater, Peter Köllner - Routledge, 1997, ISBN 0415094097, 9780415094092 - 878 páginas

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“Os homens rectos poderão convencer-se ainda mais da fundamentação da doutrina da Igreja neste campo, se quiserem reflectir nas consequências dos métodos da regulação artificial da natalidade. Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infidelidade conjugal e à degradação da moralidade. Não é preciso ter muita experiência para conhecer a fraqueza humana e para compreender que os homens - os jovens especialmente, tão vulneráveis neste ponto - precisam de estímulo para serem fiéis à lei moral e não se lhes deve proporcionar qualquer meio fácil para eles eludirem a sua observância. É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada.

Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. Quem poderia reprovar a um governo o facto de ele aplicar à solução dos problemas da colectividade aquilo que viesse a ser reconhecido como lícito aos cônjuges para a solução de um problema familiar?

(…)

A doutrina da Igreja sobre a regulação dos nascimentos, que promulga a lei divina, parecerá, aos olhos de muitos, de difícil, ou mesmo de impossível actuação. Certamente que, como todas as realidades grandiosas e benéficas, ela exige um empenho sério e muitos esforços, individuais, familiares e sociais. Mais ainda: ela não seria de fato viável sem o auxílio de Deus, que apóia e corrobora a boa vontade dos homens. Mas, para quem refletir bem, não poderá deixar de aparecer como evidente que tais esforços são nobilitantes para o homem e benéficos para a comunidade humana.”

Papa Paulo VI Humanae Vitae

Humanae Vitae: Of Human Life

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“Os jovens querem ser fiéis e não podem. Os velhos querem ser infiéis e não podem.”

Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa

Young men want to be faithful, and are not; old men want to be faithless, and cannot
Oscariana: Epigrams - Página 45, Oscar Wilde - Priv. print., 1895 - 88 páginas
Epigramas
Variante: Mesmo no amor é puramente questão de fisiologia. Os moços querem ser fiéis e não são; os velhos querem ser infiéis e não podem.

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“É preciso se esforçar para não cair na tentação da infidelidade.”

Márcio Garcia (1970)

quando estava prestes a se casar
Revista ISTO É, Edição 1736

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Esta frase aguardando revisão.

“A Idolatria Funcional a serviço da Instrumentalização Religiosa.

Há formas de idolatria que não exigem estátuas, imagens, altares ou templos.

Algumas são muito mais sofisticadas: vestem-se de Discurso Religioso, apropriam-se de símbolos sagrados e, silenciosamente, ocupam o lugar que deveria pertencer somente a Deus.

A Idolatria Funcional acontece quando algo criado — uma pessoa, um líder, uma ideologia, uma instituição, uma causa ou mesmo uma visão de mundo — passa a receber uma confiança, uma lealdade e uma devoção que ultrapassam os limites daquilo que é legítimo.

Não precisa ser chamado de deus para funcionar como um.

É nesse terreno medonho que a Instrumentalização Religiosa encontra sua maior oportunidade.

Quando a fé deixa de formar consciências e passa a fabricar lealdade, algo essencial se perdeu.

Quando a Religião deixa de confrontar o poder e passa a ser utilizada para legitimá-lo, o sagrado corre o risco de transformar-se em ferramenta de interesses humanos.

E quando pessoas são ensinadas a enxergar determinado líder, grupo ou projeto como expressão quase irrefutável da vontade divina, a crítica passa a ser tratada como blasfêmia, e a discordância, como infidelidade.

Talvez uma das formas mais perigosas de idolatria seja aquela que consegue convencer o idólatra de que sua devoção não é idolatria, mas fidelidade.

A Escritura é particularmente incisiva ao denunciar essa inversão.

O problema dos ídolos nunca foi apenas o material de que eram feitos, mas o poder que lhes era atribuído.

Um ídolo é uma criatura que recebe aquilo que pertence ao Criador.

É a criatura ocupando o lugar do Criador; o meio tornando-se fim; o instrumento transformando-se em objeto de devoção.

Por isso, a pergunta teológica não deveria ser apenas: “Quem você adora?”

Talvez precisemos perguntar também: “Em quem você deposita uma confiança que somente Deus deveria receber?”

É possível louvar a Deus e, simultaneamente, construir ídolos funcionais.

É possível frequentar templos, citar versículos e defender valores religiosos enquanto, no porão da consciência, outra coisa ocupa o centro das atenções.

Porque a idolatria não se revela apenas no que os lábios professam, mas naquilo que determina nossas paixões, nossos medos, nossas lealdades e nossas escolhas.

E é justamente aí que a Instrumentalização Religiosa se torna tão eficiente.

Ela não precisa destruir a fé.

Basta cooptá-la.

Não precisa afastar as pessoas da religião.

Basta ensinar-lhes a enxergar Deus a partir de interesses previamente definidos.

Não precisa eliminar o discurso cristão.

Basta colocá-lo a serviço de uma agenda oculta que passa a ser considerada sagrada.

Quando isso acontece, a religião deixa de ser profética e torna-se legitimadora.

Em vez de perguntar ao poder se ele é justo, passa a perguntar quem deve ser obedecido.

Em vez de denunciar a corrupção da alma humana, começa a eleger seus próprios intocáveis.

Em vez de conduzir o indivíduo à conversão, conduz à identificação com um grupo.

O resultado é uma fé que já não consegue ouvir a voz de Deus quando ela contradiz seus próprios afetos.

Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: pessoas tão apaixonadas por aquilo que defendem que já não conseguem discernir aquilo que estão adorando.

Jesus, porém, nunca ensinou seus discípulos a transformar o Reino de Deus em propriedade de um grupo.

Seu caminho foi outro.

Ele recusou ser instrumentalizado pelo poder, recusou transformar sua missão em projeto de dominação e recusou reduzir o Reino a uma plataforma de interesses humanos.

O Cristo dos Evangelhos não precisava de um poder político para provar ser o Messias.

Ao contrário, diante da tentação do poder, mostrou que existem vitórias que, quando conquistadas pelos métodos do mundo, já nascem derrotadas.

Por isso, uma Religião que precisa de ídolos humanos para sustentar sua fé talvez já tenha esquecido quem é o seu verdadeiro Senhor.

A verdadeira espiritualidade não produz súditos nos homens; produz pessoas livres diante de Deus.

Não exige unanimidade em torno de personalidades; exige fidelidade à verdade.

Não transforma líderes em objetos de veneração; lembra-lhes, inclusive, que também são criaturas sujeitas ao juízo divino.

Talvez seja necessário recuperar uma antiga e desconfortável pergunta: se retirarmos o líder, o partido, a ideologia, a instituição e a causa, ainda permanecerá a nossa fé?

Se a resposta for não, talvez não estejamos diante de uma fé suficientemente centrada em Deus.

Porque o Evangelho não foi dado para sacralizar nossos ídolos, mas para derrubá-los.

E, às vezes, o ídolo mais difícil de destruir não é aquele que está diante dos nossos olhos, mas aquele que construímos em nós — justamente porque aprendemos a chamá-lo de “fé”.”

Alessandro Teodoro