Citações de mulheres página 23
“Os homens casam-se por fadiga, as mulheres por curiosidade; ambos se desiludem.”
Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa
“Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“O amor abre os olhos à mulher e fecha-os ao homem.”
Erich Maria Remarque (1898–1970) Escritor alemão
“Nunca é feliz com um vestido de chita, a mulher que tem amigas com vestidos de seda.”
Camilo Castelo Branco (1825–1890) escritor português
Haruki Murakami livro Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage
Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage
“Eu acho o seguinte: a mulher deve casar… O homem, não.”
Nélson Rodrigues (1912–1980) escritor e dramaturgo brasileiro
A Vida Como Ela É...
“A vida é um colar. Eu dou o fio, as mulheres dão as missangas.”
Mia Couto (1955)
O Fio das Missangas
Elena Ferrante (1943)
The Story of the Lost Child
The Alarming History of Medicine: Amusing Anecdotes from Hippocrates to Heart Transplants
Born on a Rotten Day: Illuminating and Coping with the Dark Side of the Zodiac
“Obedeci. Gosto de obedecer quando está em causa uma mulher interessante.”
Philip Kerr (1956–2018)
The One from the Other
Nélson Rodrigues (1912–1980) escritor e dramaturgo brasileiro
Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária: Peça em três atos: tragédia carioca
“Serão todas as mulheres mais fortes e melhores do que eu?
- Sim - respondeu ele.”
Christopher Moore (1957)
Lamb: The Gospel According to Biff, Christ's Childhood Pal
“Sabe o que é que o homem mais repara na mulher? Se é limpa. Homem não perdoa a mulher suja! aurora”
Nélson Rodrigues (1912–1980) escritor e dramaturgo brasileiro
Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária: Peça em três atos: tragédia carioca
Guillaume Apollinaire (1880–1918)
Variante: Marques de Sade, o mais livre dos espíritos que já viveu até hoje, tinha conceitos próprios em relação a mulher: ele queria que ela fosse tão livre quanto os homem. Dessas ideias - que tomarão forma algum dia - nasceu duas novelas Justine e Juliette. Não foi mero acidente Sade ter escolhido heroínas ao invés de heróis. Justine é a mulher como ela tem sido até hoje, escravizada, miserável e menos que humana; seu oposto, Juliette, representa a mulher cujo advento ele antecipou, uma figura da qual as mentes ainda não tinham uma concepção, que está ascendendo na humanidade, que deverá ganhar asas, e que deverá renovar o mundo.
Guerra no Paraguai
Yukio Mishima (1925–1970)
Death in Midsummer and Other Stories
Variante: Quando o grande sacerdote olha para o rico e para o nobre, ele sorri com compaixão e imagina como é possível que essas pessoas não distingam os prazeres pelos sonhos vazios que são. Quando ele percebe belas mulheres, sua única reação é a piedade que sente pelos homens que habitam o mundo de desilusão e que são lançados às ondas do prazer carnal.
A partir do momento que um homem não mais responde, da maneira que for, às razões que regulam o mundo material, este mundo parecer estar em total repouso. Aos olhos do grande sacerdote o mundo aparenta apenas repouso; tornou-se uma mera figura num pedaço de papel, um mapa de uma terra distante. Quando se adquire um estado de espírito cujas paixões malignas do mundo presente foram completamente extinguidas, o medo também é extinguido. Assim o sacerdote já não é capaz de conceber porque o inferno deveria existir.
“A mulher pode ser grã-fina. O homem é que não pode ser grã-fino.”
Nélson Rodrigues (1912–1980) escritor e dramaturgo brasileiro
Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária: Peça em três atos: tragédia carioca
John Cleland livro Fanny Hill
Fanny Hill, or Memoirs of a Woman of Pleasure
Nélson Rodrigues (1912–1980) escritor e dramaturgo brasileiro
Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária: Peça em três atos: tragédia carioca
“A minha mãe costuma dizer que a água arredonda as pedras como a mulher molda a alma dos homens.”
Mia Couto (1955)
A Confissão da Leoa
“As mulheres são muito extensas, a gente viaja-lhes, a gente sempre se perde.”
Mia Couto (1955)
Every Man Is a Race
Rubem Fonseca (1925) contista, romancista, ensaísta e roteirista brasileiro
O Selvagem da Ópera