Frases de Carlos I de Espanha

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Carlos I de Espanha

Data de nascimento: 24. Fevereiro 1500
Data de falecimento: 21. Setembro 1558

Carlos V foi o Imperador Romano-Germânico a partir de 1519 e Rei da Espanha como Carlos I de 1516 até sua abdicação em favor de seu irmão mais novo Fernando I no império e seu filho Filipe II na Espanha.

Carlos era o herdeiro de três das principais dinastias europeias: a Casa de Habsburgo da Monarquia de Habsburgo, a Casa de Valois-Borgonha dos Países Baixos Borgonheses e a Casa de Trastâmara das coroas de Aragão e Castela. Ele governou vastos domínios na Europa central, oriental e do sul, além das colônias espanholas nas Américas. Como o primeiro monarca a governar Castela, Leão e Aragão simultaneamente, ele se tornou o primeiro Rei da Espanha. Carlos tornou-se imperador em 1519. A partir de então seu império cobria mais de quatro milhões de quilômetros quadrados pela Europa, Oriente e Américas. Grande parte de seu reinado foi dedicado às guerras italianas contra a França, sendo militarmente bem sucedidas apesar dos enormes gastos, levando a criação do primeiro exército profissional europeu: o Terço. Suas forças recapturaram Milão e o Franco-Condado dos franceses depois de uma decisiva vitória na Batalha de Pavia em 1525, forçando o rei Francisco I de França a formar uma aliança franco-otomana. Solimão, grande rival de Carlos, conquistou a parte central da Hungria em 1526 após derrotar os cristãos na Batalha de Mohács. Entretanto, o avanço otomano parou depois de não conseguirem capturar Viena em 1529.

Além de suas realizações militares, Carlos é mais conhecido por seu papel contra a Reforma Protestante. Vários príncipes germânicos abandonaram a Igreja Católica e formaram a Liga de Esmalcalda para poderem desafiar a autoridade de Carlos com força militar. Não desejando que guerras religiosas chegassem em seus domínios, ele forçou a convocação do Concílio de Trento que iniciou a Contrarreforma. A Companhia de Jesus foi estabelecida por Inácio de Loyola durante seu reinado para combater o protestantismo de forma pacífica e intelectual. No Novo Mundo a Espanha conquistou os astecas do México e os incas do Peru, estendendo seu controle por grande parte da América Central e do Sul. Carlos proveu Fernão de Magalhães com cinco navios, cuja viagem acabou se tornando a primeira circunavegação da Terra e criou as fundações para colonização das Filipinas.

Apesar de sempre em guerra, Carlos preferia a paz. "Não cobiça territórios", escreveu Marcantonio Contarini em 1536, "mas o mais ganancioso de paz e tranquilidade". Carlos abdicou em 1556 de todos os seus títulos. A Monarquia de Habsburgo passou para seu irmão Fernando enquanto o Império Espanhol ficou com seu filho Filipe. Os dois impérios permaneceriam aliados até o século XVIII. Carlos tinha apenas 54 anos na época de sua abdicação, porém estava fisicamente exausto depois de governar energicamente por 34 anos e procurava paz de um monastério, onde morreu dois anos depois.

„Falo Latim com Deus, italiano com os músicos, espanhol com as damas, francês na corte, alemão com os lacaios e inglês com meus cavalos.“

—  Carlos I de Espanha

Hablo latín con Dios, italiano con los músicos, castellano con las damas, francés en la corte, alemán con los lacayos e inglés con mis caballos
Europa desde Yuste: Entrevistas a los Premios Europeos Carlos V, página 206 https://books.google.com.br/books?id=CmSnDAAAQBAJ&pg=PA206, José Julián Barriga Bravo, ‎Luis Ángel Ruiz de Gopegui Santoyo - Editorial Universitaria Ramon Areces, 2010
Outra versões:
«Hablo con mi caballo en alemán, con los pájaros en inglés, con las mujeres en italiano, con los hombres en francés, y con Dios, en español».
Revista de la Universidad de Buenos Aires - Volumes 38-39 - Página 74, Universidad de Buenos Aires - 1918
"Espanhol com Deus, em francês com os amigos, em alemão com os inimigos e italiano com as damas" .
Atribuídas
Fonte: Por que estudar russo? http://www.ucpadp.org.br/pages/por_que_estudar_russo, acesso em 03/11/2017

„A sorte é uma cortesã que reserva seus favores aos jovens.“

—  Carlos I de Espanha

Revista Caras, Edição 665.
Após sua fracassada tentativa de conquistar Metz a Henrique II de França.

„I speak in Latin to God, Italian to Women, French to Men, and German to my Horse.“

—  Charles V, Holy Roman Emperor

Charles V may have said something in this general format, but not with this specific wording. Variants have been quoted for centuries, and the earliest known citation, itself a secondary source dating from 40 years after his death, gives two versions that both differ from the modern one. Girolamo Fabrizi d'Acquapendente's 1601 De Locutione gives:

Unde solebat, ut audio, Carolus V Imperator dicere, Germanorum linguam esse militarem: Hispanorum amatoriam: Italorum oratoriam: Gallorum nobilem ("When Emperor Charles V used to say, as I hear, that the language of the Germans was military; that of the Spaniards pertained to love; that of the Italians to prayer; that of the French was noble").

Alius vero, qui Germanus erat, retulit, eundem Carolum Quintum dicere aliquando solitum esse; Si loqui cum Deo oporteret, se Hispanice locuturum, quod lingua Hispanorum gravitatem maiestatemque prae se ferat; si cum amicis, Italice, quod Italorum dialectus familiaris sit; si cui blandiendum esset, Gallice, quod illorum lingua nihil blandius; si cui minandum aut asperius loquendum, Germanice, quod tota eorum lingua minax, aspera sit ac vehemens (Indeed another, who was German, related that the same Charles V sometimes used to say: if it was necessary to talk with God, that he would talk in Spanish, which language suggests itself for the graveness and majesty of the Spaniards; if with friends, in Italian, for the dialect of the Italians was one of familiarity; if to caress someone, in French, for no language is tenderer than theirs; if to threaten someone or to speak harshly to them, in German, for their entire language is threatening, rough and vehement").

„I will not blush like my predecessor Sigismund.“

—  Charles V, Holy Roman Emperor

This was supposedly said by Charles when Martin Luther appeared at the Diet of Worms (16 - 18 April 1521) under an imperial safe-conduct; members of the pro-papal party (sometimes Johann Maier von Eck is specified) are supposed to have urged the emperor to seize Luther in despite of the safe-conduct, whereupon Charles alluded to the story that when Jan Huss had appeared before the Emperor Sigismund under a similar safe-conduct and had been arrested anyway, Hus reproached Sigismund, who visibly reddened at his own lack of faith. The quotation appears in various similar forms, e. g., "I shall not blush as Sigismund did at Constance." The saying is attributed to Charles by the French ecclesiastical historian Jacques Lenfant in his Histoire du Concile de Constance (1714) without a specific source.

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