Frases sobre tarefa
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“Peço às mulheres e aos homens do Peru que nesta tarefa nós juntemos as mãos, independientemente de nossas diferenças políticas. O pobres no têm cor política.”

Alejandro Toledo (1946) político peruano, Ex-presidente do Peru

Citações de suas declarações públicas entre 27 e 28 de julho de 2006

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“O início de cada tarefa é o principal”

οὐκοῦν οἶσθ᾽ ὅτι ἀρχὴ παντὸς ἔργου μέγιστον.
377-A
Apologia, A República, Livro II

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“Beber cerveja é fácil. Destruir seu quarto de hotel é fácil. Mas ser cristão é uma tarefa difícil. É a rebelião!”

Alice Cooper (1948) cantor, compositor e ator americano

Drinking beer is easy. Trashing your hotel room is easy. But being a Christian, that's a tough call. That's rebellion.
Cooper respondendo ao "The Sunday Times" sobre citação online em artigo de Good News magazine http://www.goodnewsmag.org/magazine/NovemberDecember/nd05culture.htm em que se discute como os músicos de rock lidam com a fé cristã

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“"Bruxas não pechincham "igualdade" pois sabemos que não há igualdade entre Eus únicas. Notando que uma definição do termo igual é "capaz de atender às exigências de uma situação ou de uma tarefa", Jan Raymond observa que o que cada uma pede da outra é que ela seja igual à tarefa em mãos …. Anciãs esperamos e en-corajamos umas às outras a nos tornarmos irmãs pirotécnicas, construindo o fogo que é alimentado pela Fúria, o fogo que aquece e ilumina o lugar onde cada uma pode ter um tear próprio, onde podemos fiar e tecer as tapeçarias da criação centrada na Anciã.”

Mary Daly (1928–2010)

Hags do not haggle over "equality," for we know there is no equality among unique Selves. Noting that one definition of the term equal is "capable of meeting the requirements of a situation or a task," Jan Raymond observes that what each asks of the other is that she be equal to the task at hand.... Crones expect and en-courage each other to become sister pyrotechnists, building the fire that is fueled by Fury, the fire that warms and lights the place where we can each have a loom of our own, where we can spin and weave the tapestries of Crone-centered creation.
Gyn/Ecology: The Metaethics of Radical Feminism, p. 384 (1978-1990)
Gyn/Ecology: The Metaethics of Radical Feminism (1978–1990)

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“Não há história a não ser a do homem /…/ a história, ciência humana, e então, os fatos, sim: mas são fatos humanos; tarefa do historiador.”

Lucien Febvre (1878–1956)

In DOSSE, François. A história em migalhas: dos ‘Annales’ à ‘Nova História’. Trad. Dulce da Silva Ramos. São Paulo: Ensaio; Campinas: UNICAMP, 1992, p.96 apud Gláucia Soares de Moura. Sentimentos republicanos em pensamentos navais: a participação de oficiais da Marinha na implantação da República brasileira. Revista NAVIGATOR no 5/2007 (Art. 2) http://www.revistanavigator.com.br/navig5/art/N5_art2.doc
Atribuídas

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“Em quase todas as tarefas relativas às formas há milhares de elementos que por vontade humana são forçados a trabalhar em harmonia. Só pela arte se pode alcançar essa harmonia.”

Alvar Aalto (1898–1976)

Nearly every design task involves tens, often hundreds, sometimes thousands of different contradictory elements, which are forced into a functional harmony only by man's will. This harmony cannot be achieved by any other means than those of art.
Alvar Aalto: between humanism and materialism‎ - Página 21, Alvar Aalto, Peter Reed, Kenneth Frampton, Museum of Modern Art (New York, N.Y.) - Museum of Modern Art, 1998, ISBN 087070107X, 9780870701078 - 319 páginas

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“Nossa tarefa atual […] é criar filhas capazes de conservar e transformar, junto com a sociedade.”

Anna Veronica Mautner (1935–2019)

O cotidiano nas entrelinhas: crônicas e memórias - página 23 http://books.google.com.br/books?id=Y5a0TeMsT2oC&pg=PA23, Anna Verônica Mautner - Editora Agora, 2001, ISBN 8571838003, 9788571838000 - 114 páginas

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“Nossa tarefa é fazer música com o que resta”

Atribui-se esta frase ao músico em um concerto que ele executou com apenas 3 cordas em seu violino pois uma arrebentara no momento da afinação inicial. É uma frase que se refere a sua vida pois desde os 4 anos de idade ele caminha com muletas devido a uma pólio na infância.
Fonte: Ufa, que ano!, Ricardo Gondim, http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&secMestre=2338&sec=2355&num_edicao=316

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“Aquele que diz uma mentira não sabe a tarefa que assumiu, porque está obrigado a inventar vinte vezes mais para sustentar a certeza da primeira.”

Alexander Pope (1688–1744)

Variante: Aquele que diz uma mentira não calcula a pesada carga que põe em cima de si, pois tem de inventar infinidade delas para sustentar a primeira.

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“A recuperação do prestigio do país e da confiança no futuro são tarefas decisivas pro fortalecimento da inserção internacional da economia.”

Michel Temer (1940) político e advogado brasileiro, ex-presidente do Brasil

Discurso de posse como presidente interino, 12/05/2016

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“Deliberar é tarefa de muitos. Agir é tarefa de um só.”

Charles de Gaulle (1890–1970) 18° presidente da República Francesa, Líder da França Livre e Co-principe de Andorra
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“Mestre, meu mestre querido!
Coração do meu corpo intelectual e inteiro!
Vida da origem da minha inspiração!
Mestre, que é feito de ti nesta forma de vida?

Não cuidaste se morrerias, se viverias, nem de ti nem de nada,
Alma abstrata e visual até aos ossos,
Atenção maravilhosa ao mundo exterior sempre múltiplo,
Refúgio das saudades de todos os deuses antigos,
Espírito humano da terra materna,
Flor acima do dilúvio da inteligência subjetiva…

Mestre, meu mestre!
Na angústia sensacionista de todos os dias sentidos,
Na mágoa quotidiana das matemáticas de ser,
Eu, escravo de tudo como um pó de todos os ventos,
Ergo as mãos para ti, que estás longe, tão longe de mim!

Meu mestre e meu guia!
A quem nenhuma coisa feriu, nem doeu, nem perturbou,
Seguro como um sol fazendo o seu dia involuntariamente,
Natural como um dia mostrando tudo,
Meu mestre, meu coração não aprendeu a tua serenidade.
Meu coração não aprendeu nada.
Meu coração não é nada,
Meu coração está perdido.
Mestre, só seria como tu se tivesse sido tu.
Que triste a grande hora alegre em que primeiro te ouvi!
Depois tudo é cansaço neste mundo subjetivado,
Tudo é esforço neste mundo onde se querem coisas,
Tudo é mentira neste mundo onde se pensam coisas,
Tudo é outra coisa neste mundo onde tudo se sente.
Depois, tenho sido como um mendigo deixado ao relento
Pela indiferença de toda a vila.
Depois, tenho sido como as ervas arrancadas,
Deixadas aos molhos em alinhamentos sem sentido.
Depois, tenho sido eu, sim eu, por minha desgraça,
E eu, por minha desgraça, não sou eu nem outro nem ninguém.
Depois, mas por que é que ensinaste a clareza da vista,
Se não me podias ensinar a ter a alma com que a ver clara?
Por que é que me chamaste para o alto dos montes
Se eu, criança das cidades do vale, não sabia respirar?
Por que é que me deste a tua alma se eu não sabia que fazer dela
Como quem está carregado de ouro num deserto,
Ou canta com voz divina entre ruínas?
Por que é que me acordaste para a sensação e a nova alma,
Se eu não saberei sentir, se a minha alma é de sempre a minha?

Prouvera ao Deus ignoto que eu ficasse sempre aquele
Poeta decadente, estupidamente pretensioso,
Que poderia ao menos vir a agradar,
E não surgisse em mim a pavorosa ciência de ver.
Para que me tornaste eu? Deixasses-me ser humano!

Feliz o homem marçano
Que tem a sua tarefa quotidiana normal, tão leve ainda que pesada,
Que tem a sua vida usual,
Para quem o prazer é prazer e o recreio é recreio,
Que dorme sono,
Que come comida,
Que bebe bebida, e por isso tem alegria.
A calma que tinhas, deste-ma, e foi-me inquietação.
Libertaste-me, mas o destino humano é ser escravo.
Acordaste-me, mas o sentido de ser humano é dormir.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

Poemas de Álvaro de Campos

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“Governos com maiorias próprias e estáveis tornam mais fácil a tarefa de governar e dão ao governante maior liberdade para aplicar suas políticas, sem submetê-las a compromissos desfiguradores. Em compensação, são mais indiferentes aos desejos instáveis da opinião pública, pelo menos nos primeiros tempos dos mandatos.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo A realidade de governar
Folha de S. Paulo http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/09/1917909-a-realidade-de-governar.shtml, 13/09/17

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“Quero, primeiramente, agradecer a Deus por estar nos ajudando a fazer essa travessia difícil, após a perda daquele que havíamos escolhido para nos guiar nessa difícil tarefa de mudar o Brasil. Mudar com a visão de que se começa o novo no novo, corrigindo os equívocos praticados e encarando os desafios desse início de século.”

Marina Silva (1958) política e ambientalista brasileira

Durante a oficialização da candidatura à presidência para as eleições de 2014 pelo PSB no dia 20 de agosto de 2014.
Fonte: Exame.com http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/precisamos-mudar-o-brasil-afirma-marina

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“Somente executando perfeitamente bem as pequenas tarefas, podereis preparar-vos para realizar as grandes obras.”

Jiddu Krishnamurti (1895–1986)

JIDDU KRISHNAMURTI, AOS PÉS DO MESTRE, 2001, p. 67

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“Mas não pense que as tarefas do gênio são sempre tão laboriosas e pesadas. Um dos seus personagens é a intuição, ver sem esforço o que os outros não descobriram, mas com muito trabalho, para ter em vista o objeto inundado de luz quando outros estão na escuridão.”

Jaime Balmes (1810–1848)

Mas no se crea que las tareas del genio sean siempre tan laboriosas y pesadas. Uno de sus caracteres es la intuición, el ver sin esfuerzo lo que otros no descubrían sino con mucho trabajo, el tener a la vista el objeto inundado de luz cuando los demás están en tinieblas.
El Criterio - Página 125, Jaime Luciano Balmes - Libr. de Garnier Hermanos, 1893, 300 páginas

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“Não foram os intelectuais que me deram a coragem para dedicar-me a esta tarefa gigantesca, mas — posso revelar isto — encontrei coragem porque encontrei duas classes: camponeses e operários alemães. Talvez alguns de vocês não sejam capazes de me perdoar por ter extinguido o partido marxista. Mas, meus amigos: eu extingui também todos os demais partidos!”

Adolf Hitler (1889–1945) militar, escritor, político e líder nazista alemão durante a Segunda Guerra Mundial

Em discurso a operários de uma unidade da Siemens
Fonte: Discurso sobre a vitória do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães http://playithub.net/watch/wcrx2dfnx3o/joseph-goebbels-adolf-hitler-speech.html — 1933

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Esta frase aguardando revisão.
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“⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.”

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“O crime, de forma geral, jamais subsistiria sem a ajuda de parte da sociedade e de parte do Estado e seu braço armado.

É uma ferida aberta, dolorosa, incômoda — daquelas que muitos preferem cobrir com discursos prontos a encará-las com honestidade.

Mas ela está ali, latejando, lembrando que nenhuma estrutura criminosa se sustenta sozinha. 

Há sempre uma teia invisível de conveniências, silêncios e conivências que a mantém de pé.

Isso não é muito diferente de outras lutas sociais que, à primeira vista, parecem ter um inimigo bem definido. 

O combate ao machismo, por exemplo, torna-se ainda muito mais árduo quando se percebe que ele também é reproduzido por mulheres. 

Não por essência, mas por condicionamento, por cultura, por sobrevivência em um sistema que ensina, desde cedo, a normalizar o absurdo.

Da mesma forma, enfrentar o corporativismo e a leniência entre pares dentro do Estado é uma tarefa extremamente espinhosa. 

Durante décadas, construiu-se — e vendeu-se — uma imagem quase intocável de idoneidade, especialmente no que diz respeito às forças de segurança. 

Questionar isso, para muitos, soa como heresia. 

E é exatamente aí que mora o problema.

Porque, além das defesas técnicas e estratégicas entre os próprios agentes, existe ainda uma camada mais difícil de atravessar: a defesa cega, emocional, quase devocional de uma parcela da sociedade que se recusa a pensar por conta própria.

Que transforma crítica em ataque, e cobrança em traição.

Nesse cenário, abusos deixam de ser exceção para se tornarem relativizações. 

Agressões viram “excessos compreensíveis”. 

Autoridade se confunde com autoritarismo — e tudo isso vai sendo absorvido, digerido e, pior, justificado.

A indignação seletiva, nesse contexto, não é apenas um detalhe — é parte do problema. 

Ela é tão medonha quanto a própria barbárie que diz combater. 

Porque não se trata apenas de condenar o erro, mas de escolher quando e contra quem ele importa.

E talvez o retrato mais cruel disso seja imaginar: se a vítima em questão não fosse também uma policial, quantos dos juízes de plantão — esses togados da verdade das redes sociais — estariam, neste exato momento, invertendo papéis, buscando justificativas, insinuando culpas?

Quando a justiça depende de quem sofre, ela já deixou de ser justiça há muito tempo.”

Justiça pela soldado PM, Gisele Alves Santana, de 32 anos, assassinada na manhã do dia 18 de fevereiro de 2026, pelo covarde escondido sob a segunda pele do Braço Armado do Estado que nem se constrangeu em passar pano para o bandido e chutar mais uma Mulher para as estatísticas.