Frases sobre sonho

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da sonho.

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„Ei! Sorria… Mas não se esconda atrás desse sorriso…
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe… Olhe a sua volta, quantos amigos…
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça… Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba… faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você… não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que… te adoro, simplesmente porque você existe.“

—  Charlie Chaplin Comediante, ator e cineasta britânico 1889 - 1977

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„O Homem é do tamanho do seu sonho.“

—  Fernando Pessoa poeta português 1888 - 1935

Variante: O homem é do tamanho do seu sonho

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„Não sou nada. Nunca serei nada, não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.“

—  Fernando Pessoa poeta português 1888 - 1935

Tabacaria, por Álvaro de Campos - um dos heterônimos de Fernando Pessoa
Variante: Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

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„Poema – Depressão

Estive ao seu lado em suas
noites de insônia

E quando você se sentiu sozinho
e clamou aos deuses
quem atendeu suas preces fui eu

Caminhei ao seu lado
durante noites infernais

Mas ao contrário da sua sombra
eu não te abandonei na escuridão

Roubei a sua alma
e conquistei a sua fé

Sou o seu novo Deus
você queira ou não

Fiz ateus dobrarem os joelhos
e cristãos clamarem pelo diabo

Dancei na frente de judas
quando ele se arrependeu
pelos seus pecados

Tomei o sangue dos seus pulsos
quando você o dilacerou pela
última vez

Eu sou o monstro que
te impede de viver

A voz presa em sua garganta
querendo fugir desta prisão

A timidez rasgando suas vísceras
quando olhos de julgamento
te encaram em publico

Eu sou a insegurança
que faz você odiar o seu corpo

Transformo os seus sonhos
em pesadelos terríveis
que fariam de mim
o seu melhor amigo

Eu sou a corda
esmagando o seu pescoço
enquanto você se debate em agonia

Eu sou os olhares de pena
quando colocarem em você
camisas de força

O seu único companheiro
quando os remédios
não fizerem efeito

Te contarei piadas infames
que transformarão suas risadas
em gritos de dor

E quando tentarem falar de mim
para alguém

Farei da sua insegurança
um ninho de incertezas
até que a morte seja sua única amiga

Você irá implorar para que
eu te deixe em paz

Gritará pelas ruas para que
tirem a sua vida
como um ato de misericórdia

Farei com que todos aqueles
que te amam
se afastem e o deixem no limbo

E quando na mais negra escuridão
você se encontrar
tirarei também as suas esperanças

Pelas asas podres
de Ba‘al
o rei das moscas e das pestilências

Direi o meu nome em segredo…

Eu sou aquele
diante do espelho!
- Gerson De Rodrigues“

—  Gerson De Rodrigues poeta, escritor e anarquista Brasileiro 1995

Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche

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„Aos sonhos não importa o preço.“

—  Ettore Bugatti 1882 - 1947

citado em Frases Geniais‎ - Página 25, Publicado por Ediouro Publicações, ISBN 8500015330, 9788500015335

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„O homem, quando sonha, é um deus, quando reflecte, é um mendigo.“

—  Friedrich Hölderlin poeta lírico e romancista alemão 1770 - 1843

Variante: O homem, quando sonha, é um deus, quando reflete, é um mendigo.

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„Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente.“

—  Buda Foi um príncipe e fundador do budismo -563 - -483 a.C.

Atribuídas

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„Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelada e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, - nada menos que a quimera da felicidade, - ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.“

—  Machado de Assis, livro Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias póstumas de Brás Cubas, Capítulo VII, Machado de Assis (1881)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.

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