“Aqui jaz um grande poeta. Nada deixou escrito. Este silêncio, acredito, são suas obras completas.”
Paulo Leminski (1944–1989) poeta brasileiro
“Aqui jaz um grande poeta. Nada deixou escrito. Este silêncio, acredito, são suas obras completas.”
Paulo Leminski (1944–1989) poeta brasileiro
“Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“Às vezes o silêncio é muito mais convincente do que a palavra.”
Lygia Fagundes Telles livro A Disciplina do Amor
A Disciplina do Amor
“Éste es mi silencio, mi falta de ganas, mi inutilidad atroz.”
Alejandra Pizarnik (1936–1972)
Diarios: edición definitiva
Thomas Pynchon livro Gravity's Rainbow
Gravity's Rainbow
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Daybreak: Thoughts on the Prejudices of Morality
Vinícius de Moraes (1913–1980) cantor, poeta, compositor e diplomata brasileiro
Nova Antologia Poética
“Silêncio. Um centro negro e tranquilo absorvendo o caos para a sua quietude”
Madeline Hunter (1952)
The Sins of Lord Easterbrook
“O amor faz destas coisas. Nomeia o inominável e confere voz ao silêncio”
Chasing Fireflies: A Novel of Discovery
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Poema Filosofia Niilismo Nietzsche
“Deus é o silêncio do universo, e o homem o grito que dá um sentido a esse silêncio.”
José Saramago (1922–2010) escritor português
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
Emily Brontë (1818–1848) Escritora e poetisa britânica
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
“A palavra mais pesada é a que carregamos em silêncio.”
Maurício.Cavalheiro.Pindamonhangaba
Maurício.Cavalheiro-Pindamonhangaba
Mariana Ianelli (1979)
Breve anotação sobre um tigre, in Breves Anotações sobre um tigre, Porto Alegre: Ardotempo, 2013, p. 86.
Crônicas
Mary Daly (1928–2010)
Male religion entombs women in sepulchres of silence in order to chant its own eternal and dreary dirge to a past that never was.
Beyond God the Father, p. 150 (1973)
Beyond God the Father (1973)
Jean-Claude Carrière (1931)
Carrière, Jean-Claude, "A Linguagem secreta do cinema", p. 34 - Nova Fronteira, 1994.
Luiz Cristóvão dos Santos (1916–1997)
E passou a descrever as torturas do inferno. Labaredas subiam, tochas ardendo, um relógio marcando: Sempre! Sempre! Nunca! Nunca! Que são as horas da Eternidade. E no meio da fornalha, o suplício do fumaceiro de enxofre sufocando tudo. Aí a multidão se abateu, lábias ciciavam. "Eu pecador, me confesso a Deus", almas tremendo de pavor, como corpos sacudidos de maleita. Junto de mim um matuto de Quitimbu tinha os olhos esgazeados. Cheguei mesmo a ver o suor lhe empastando a fronte morena. Uma velha traçou o xale com força, cobrindo a cabeça tôda, temendo a baforada do satanás. E ao meu lado um soldado desatou o lenço que trazia ao pescoço, como se a coisa lhe abafasse a respiração. E, voltando-se para um companheiro, avisou que ia tomar uma "bicada" pois o cheiro de enxofre estava lhe sufocando a garganta. Depois, Frei Damião baixou os braços, serenou a voz. Nunca, na minha vida, vi silêncio maior. A praça parada, o povo de lábios chumbados, os ohos fitos no frade (...) então o frade rezou. E a multidão respondeu, contrita e imóvel, como se, ao invés de milhares de vozes ali estivesse apenas uma só pessoa, postada diante do pregador famoso, na hora do juízo final, prestando contas ao Altíssimo."
Sobre pregações de Frei Damião
Crônica do livro - Frei Damião - O Missionário dos Sertões (1953)
“Marta, essa desaparecera, evolara-se em silêncio, como se extingue uma chama…”
Mário de Sá-Carneiro (1890–1916)
Extractos de Confissão de Lúcio
Henri Nouwen (1932–1996)
When we honestly ask ourselves which person in our lives mean the most to us, we often find that it is those who, instead of giving advice, solutions, or cures, have chosen rather to share our pain and touch our wounds with a warm and tender hand. The friend who can be silent with us in a moment of despair or confusion, who can stay with us in an hour of grief and bereavement, who can tolerate not knowing, not curing, not healing and face with us the reality of our powerlessness, that is a friend who cares.
Henri J.M. Nouwen em Out of Solitude: Three Meditations on the Christian Life.
Albert Camus (1913–1960)
"OUR NORMAL CONDITION?", MANAS Journal, VOLUME XL, NO. 51, 23 de dezembro de 1987
A Crise Humana