Frases sobre humanidade página 5
“Quanto mais conheço a humanidade mais eu amo os meus cachorros…”
Raul Seixas (1945–1989) cantor e compositor brasileiro
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Variante: Siga as tuas melhores ou piores inclinações e, antes de mais nada, encaminha-te para a tua perdição; em ambos os casos favorecerás, provavelmente, de um maneira ou de outra, o progresso da humanidade.
“A humanidade é ridícula. Um Gianecchini é coisa rara. O resto é tudo caricatura.”
Millôr Fernandes (1923–2012) cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro.
“Se eu perder minha capacidade de criticar serei uma serva da teoria e não uma serva da humanidade.”
Augusto Cury (1958) Psiquiatra e Escritor brasileiro
“Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”
Allan Kardec (1804–1869) codificador do espiritismo
“Metade da humanidade passa fome. A outra metade faz regime.”
Joelmir Beting (1936–2012) Jornalista e sociólogo brasileiro
The Alarming History of Medicine: Amusing Anecdotes from Hippocrates to Heart Transplants
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Daybreak: Thoughts on the Prejudices of Morality
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Daybreak: Thoughts on the Prejudices of Morality
How Markets Fail: The Logic of Economic Calamities
Guillaume Apollinaire (1880–1918)
Variante: Marques de Sade, o mais livre dos espíritos que já viveu até hoje, tinha conceitos próprios em relação a mulher: ele queria que ela fosse tão livre quanto os homem. Dessas ideias - que tomarão forma algum dia - nasceu duas novelas Justine e Juliette. Não foi mero acidente Sade ter escolhido heroínas ao invés de heróis. Justine é a mulher como ela tem sido até hoje, escravizada, miserável e menos que humana; seu oposto, Juliette, representa a mulher cujo advento ele antecipou, uma figura da qual as mentes ainda não tinham uma concepção, que está ascendendo na humanidade, que deverá ganhar asas, e que deverá renovar o mundo.
Christopher Lasch livro The Culture of Narcissism
The Culture of Narcissism: American Life in an Age of Diminishing Expectations
Nicolau Sevcenko (1952–2014)
A Revolta da Vacina
James BeauSeigneur livro Acts of God
Acts of God
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Variante: O Niilismo não propõe futuro, e nem presente, o Niilismo é o nada, como uma mesa vazia, ou o vácuo no espaço. O Niilismo é a humanidade vazia em um âmbito de solidão e insignificância cósmica.
Fonte: Aforismos De Um Niilista
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Poema Filosofia Niilismo Nietzsche
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
Joseph Goebbels (1897–1945) Ministro da Propaganda do Partido Nazista Alemão
Fonte: Die verfluchten Hakenkreuzler. Etwas zum Nachdenken. Munich: Verlag Frz. Eher, 1932.
Champignon (músico) (1978–2013) músico brasileiro
na música Por Um Mundo Melhor https://www.letras.mus.br/revolucionnarios/512355/, da banda Revolucionnários.
Vitor Henrique Paro Professor da Universidade de São Paulo
PARO, V. H. Gestão escolar, Democracia e Qualidade do Ensino. São Paulo: Ática, 2007. (pág. 37-38). Acesso em 29 de setembro de 2017.</ref>.
Gestão escolar, Democracia e Qualidade do Ensino
Fonte: PARO, V. H. Gestão escolar, Democracia e Qualidade do Ensino. São Paulo: Ática, 2007. Disponível em: http://www.vitorparo.com.br/gestao-escolar-democracia-e-qualidade-do-ensino>
Dom Geraldo Majella Agnelo (1933)
Fonte: Trajetória do Pastor: Memórias e história de D. Geraldo Majella Agnelo. p. 46
Eugene Cernan (1934–2017)
We leave as we came, and, God willing, we shall return, with peace and hope for all mankind. <br class="br">As palavras finais de Cernan ao deixar a lua no final da missão Apollo XVII - No website da NASA https://www.nasa.gov/astronautprofiles/cernan
Tony Judt (1948–2010)
No original: "That Marxism is a secular religion seems self-evident. But just which religion is it tracking? That is not always so clear. It comprises much of traditional Christian eschatology: the fall of man, the Messiah, his suffering and humanity’s vicarious redemption, the salvation, the rise and so on. Judaism is there too, but less in substance than style. In Marx and in some of the more interesting later Marxists (Rosa Luxemburg, perhaps, or Léon Blum)—and without question in the interminable German Socialist debates conducted in the pages of Die Neue Zeit—we can readily discern a variety of pilpul, the playful dialectical self-indulgence at the heart of rabbinical judgments and traditional Jewish moralizing and storytelling"
Pensando o Século XX (2012)
Fonte: Capítulo 3 - Socialismo Familiar: Marxista Político. Tradução de Otacílio Nunes.
Paul Goodman livro Growing Up Absurd
Literary critics like Lionel Trilling ... demand that our novels illuminate the manners and morals of prevailing society. Professor Trilling is right, because otherwise what use are they for us? But he is wrong-headed, because he does not see that the burden of proof is not on the artist but on our society. If such convenient criticism of prevalent life does not get to be written, it is likely that the prevailing society is not inspiring enough; its humanity is not great enough, it does not have enough future, to be worth the novelist’s trouble.
Paul Goodman, Growing up Absurd (1956), p. 214
Haile Selassie (1892–1975) Regente e Imperador da Etiópia
"Endereço para o mundo evangélico congresso em Berlim (28 de outubro de 1966)."
Hugo Assmann (1933–2008)
(Teologia desde la práxis de liberación, p.40). <br class="br">Fonte: Hugo Assmann: teologia com paixão e coragem. Artigo de Jung Mo Sung http://www.ihu.unisinos.br/noticias/12299-hugo-assmann-teologia-com-paixao-e-coragem-artigo-de-jung-mo-sung, acesso em 05 de abril de 2016.