Frases sobre sangue página 3
Ricardo Reis (1978)
“A palavra não é apenas um conjunto de sinais gráficos. Nela há sangue, suor e lágrimas.”
Fernanda Montenegro (1929) atriz brasileira de teatro, novelas, televisão e cinema
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
Bob Marley (1945–1981) foi um cantor, guitarrista (raggae) e compositor jamaicano famoso por popularizar o gênero
“Deus ter-nos-ia posto água nas veias, em vez de sangue, se nos quisesse sempre imperturbáveis.”
Jules Verne (1828–1905) escritor francês
“Lá no morro De amor o sangue corre moça chorando Que o verdadeiro amor sempre é o que morre”
Chico Buarque (1944) compositor, cantor e escritor brasileiro
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
Mao Tsé-Tung (1893–1976) político, teórico e revolucionário chinês e 1° Presidente da República Popular da China.
“Preferiria ter sangue nas mãos a ter água como Pôncio Pilatos.”
Graham Greene (1904–1991) escritor inglês
“Drácon não escreveu suas leis com tinta, mas com sangue.”
Sobre o código de leis de Drácon - Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Sólon, 17.2
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Texto Crítico das Odes de Fernando Pessoa – Ricardo Reis: Tradição Impressa Revista e Inéditos
Peter Weiss (1916–1982)
The Persecution and Assassination of Jean-Paul Marat as Performed by the Inmates of the Asylum of Charenton Under the Direction of the Marquis de Sade
Anne Bishop (1955)
The House of Gaian
Gregory Maguire livro Son of a Witch
Son of a Witch
Thomas Pynchon livro Gravity's Rainbow
Gravity's Rainbow
Peter Weiss (1916–1982)
The Persecution and Assassination of Jean-Paul Marat as Performed by the Inmates of the Asylum of Charenton Under the Direction of the Marquis de Sade
The Alarming History of Medicine: Amusing Anecdotes from Hippocrates to Heart Transplants
Deathstroke Annual (2014-) #2 (Deathstroke
“E eu que só oiço o ruído calado do sangue que há na minha vida dos dois lados da cabeça.”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Poemas completos de Alberto Caeiro