Frases sobre próprio
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“Como escritor, me assedia a escuridão da realidade, e ainda assim eu tenho o melhor trabalho do mundo. Eu tenho que construir o meu próprio modelo.”

Als Schriftsteller bedrängt mich die Düsternis der Wirklichkeit, und doch habe ich den besten Beruf der Welt. Ich muss mir mein eigenes Modell bauen.
Sergio Ramírez, TAZ http://www.taz.de/1/archiv/?dig=2006/05/24/a0163, 24. Mai 2006

“Mesmo que vivamos, pensemos e ajamos como se tivéssemos poder absoluto sobre a nossa própria vontade e os nossos atos, cumprir-se-a com certeza a lei da natureza.”

Adolf Steudel (1805–1887) um filósofo, advogado e político alemão

Fonte: Philosophie im Umriss, II, Prakttische Fragen A: Kritik der Sittenleher, p. 589, Stuttgart: Ed. Bonz, 1877. como cit. p/ Hans Vaihinger em A filosofia do como se; tradução de Johannes Kretschmer, p. 175, Chapecó: Ed. Argos, 2011.

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“É um fenômeno frequente no campo da ciência que um pensador não possua clareza a respeito das suas próprias descobertas e de seus métodos.”

Hans Vaihinger (1852–1933) professor académico alemão

A filosofia do como se, página 326, Hans Vaihinger; Tradução e apresentação de Johannes Kretschmer - Chapecó: Argos, 2011 - 723 páginas.
A Filosofia do como se (1911), Parte I

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“A finalidade ultima e propriamente dita do pensamento é a ação e a possibilidade da ação.”

Hans Vaihinger (1852–1933) professor académico alemão

A filosofia do como se, página 2005, Hans Vaihinger; Tradução e apresentação de Johannes Kretschmer - Chapecó: Argos, 2011 - 723 páginas.
A Filosofia do como se (1911), Parte I

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“Os adolescentes, vivemos em parte por procuração, através de autores que amamos e que nos identificamos. Adultos, às vezes temos a impressão de que os livros que uma vez não deixou a nossa mesa de cabeceira que são mais necessários, que nos esquecemos deles e voar por conta própria; imitar esse monge que, depois de vinte anos de entrar de dia e noite lendo, subiu uma manhã, distribuiu todos os livros que possuía, e fugiu para o deserto.”

Adolescents, nous vivons en partie par procuration, à travers les auteurs que nous aimons et auxquels nous nous identifions. Adultes, nous avons parfois l'impression que les livres qui jadis ne quittaient pas notre table de chevet ne nous sont plus nécessaires ; que nous devons les oublier et voler de nos propres ailes ; imiter ce moine qui, après avoir passé vingt ans à s'adonner nuit et jour à la lecture, se leva un matin, distribua tous les livres qu'il possédait, et s'enfuit au désert.
Maîtres et complices, Gabriel Matzneff, éd. La Table ronde, 1999 (ISBN 2-7103-0897-5), p. 14
Maîtres et complices, 1994

“Na realidade, a Amazônia foi reinventada pelo Brasil, que propôs para ela a sua própria imagem.”

Márcio Souza (1946)

Márcio Souza, escritor amazonense. In: _________. A Expressão Amazonense. 2. ed. Manaus: Editora Valer, 2003. p. 13.

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“Deus, o Altíssimo, é ele mesmo que afirma sua própria unidade pela língua de qualquer de Suas criaturas que Ele deseja. Se Ele próprio afirma sua unidade com a minha língua, é Ele quem o quer. Caso contrário, irmão, eu não tenho nada a ver com a afirmação da Unidade de Deus.”

Mansour al-Hallaj (858–922)

Como citado em Palavras de êxtase no Sufismo (1985) por Carl W. Ernst, p. 45
Tradução alternativa: Deus, o Altíssimo, é quem afirma sua unidade pela língua de entre Suas criaturas, a que ele deseja. Se Ele afirma Sua Unidade na minha língua é Ele quem o faz, e porque o quer. Caso contrário, meu irmão, eu mesmo não tenho nada a ver com a afirmação da Unidade de Deus.
Como citado em "Husayn ibn Mansur al-Hallaj" em Sidi Muhammad Edições http://www.sufimaster.org/teachings/husayn.htm
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“A desonestidade tem um preço muito caro que cedo ou tarde a pessoa terá que pagar para recuperar a própria dignidade.”

Zibia Gasparetto (1926–2018) escritora brasileira

Ninguém é de ninguém, Zibia Gasparetto, Vida E Consciência, 2001 - 373 páginas

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“A religião masculina sepulta as mulheres em sepulcros de silêncio, a fim de entoar o seu próprio canto fúnebre eterno e triste para um passado que nunca existiu.”

Mary Daly (1928–2010)

Male religion entombs women in sepulchres of silence in order to chant its own eternal and dreary dirge to a past that never was.
Beyond God the Father, p. 150 (1973)
Beyond God the Father (1973)

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“Enquanto nos países ocidentais a constituição meramente tinha que garantir os direitos de uma sociedade e cultura civis pre-existentes, na Rússia também tinha que criá-los. Tinha que educar a sociedade - e o próprio Estado - nos valores e idéias do constitucionalismo liberal.”

Orlando Figes (1959)

Whereas in Western countries the constitution merely had to guarantee the rights of a per-existing civil society and culture, in Russia it also had to create these. It had to educate society - and the state itself - into the values and ideas of liberal constitutionalism.
Orlando Figes — A tragédia de um povo. Jonathan Cape Ltd; New edition (29 Aug. 1996)

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“Governos com maiorias próprias e estáveis tornam mais fácil a tarefa de governar e dão ao governante maior liberdade para aplicar suas políticas, sem submetê-las a compromissos desfiguradores. Em compensação, são mais indiferentes aos desejos instáveis da opinião pública, pelo menos nos primeiros tempos dos mandatos.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo A realidade de governar
Folha de S. Paulo http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/09/1917909-a-realidade-de-governar.shtml, 13/09/17

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“Há quem pense que bons governos devem ter maiorias próprias; outros se satisfazem com maiorias conquistadas por coalizão entre partidos diferentes, e quase todos, por fim, condenam as maiorias formadas pela chamada cooptação.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, em artigo A realidade de governar
Folha de S. Paulo http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/09/1917909-a-realidade-de-governar.shtml, 13/09/17

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“Queremos abrir alternativa de empregos, criar empregos nos próprios eventos para que haja uma interação social e com isso possamos estimular a todos, jovens e adultos; a sua capacidade; garantir igualdade de oportunidades para que as pessoas possam vencer e se realizar com seu próprio esforço.”

Moreira Franco (1944) político brasileiro

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, sobre calendário de eventos para geração de emprego e renda no RJ.
Palácio do Planalto http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-planalto/noticias/2017/08/governo-cria-calendario-de-eventos-para-geracao-de-emprego-e-renda-no-rj, 03/08/17

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“Se toda a gente que tem uma arma a usasse para se matar a si próprio, não haveria problemas.”

George Harrison (1943–2001) Cantor, compositor, produtor musical e cinematográfico britânico

"If everybody who had a gun just shot themselves there wouldn’t be a problem."
The Beatles Anthology (2000), p. 226

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“Ao punir os pecadores, Deus não lhes inflige mal proveniente de si próprio, mas abandona-os aos males derivados deles mesmos.”

Aurélio Agostinho (354–430) bispo, teólogo e filósofo cristão

AGOSTINHO, Santo. Comentário aos Salmos. São Paulo: Paulus, 1997. v. 1. p.54.

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“Às vezes você precisa colocar suas próprias características no ator, e você pega coisas diferentes do personagem que você admira - às vezes você não consegue mais ver os limites.”

Bonnie Wright (1991)

Sometimes you need to put your own characteristics into the actor, and you take different things from the character that you admire - sometimes you can't see the boundaries anymore.
Fonte: Alexandria Symonds, "[ Bonnie Wright http://www.interviewmagazine.com/film/bonnie-wright," at interviewmagazine.com, June 21, 2011; em resposta à questão: "Você acha que brincar de Gina por tanto tempo deixou você mais parecida com ela?"

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“O árbitro é o próprio burocrata do Apocalipse.”

Armando Nogueira (1927–2010)

citado em "A regra é clara"‎ - Página 239, Arnaldo Cezar Coelho - Editora Globo, 2002, ISBN 8525035203 - 272 páginas

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“Suas evoluções aéreas fazem-me recordar o voo dos nossos grandes pássaros do Brasil. Oxalá possa o senhor tirar do seu propulsor o partido que eles tiram das próprias asas, e triunfar, para a glória de nossa querida pátria!”

Isabel do Brasil (1846–1921) política brasileira

Princesa Isabel sobre Santos-Dumont. 13 de julho de 1901. Asas da Loucura: A extraordinária vida de Santos-Dumont, Rio de Janeiro: Ponto de Leitura. p. 125. ISBN 9788539000098

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“Todo o mundo moderno se dividiu em conservadores e progressistas. O negócio dos progressistas é seguir cometendo erros. O dos conservadores é evitar que os erros sejam corrigidos. Mesmo quando o revolucionário possa ele próprio se arrepender de sua revolução, o tradicionalista já está defendo-a como parte da sua tradição. Assim, nós temos dois grandes tipos – a pessoa avançada que nos empurra para a ruína e a pessoa retrospectiva que admira as ruínas. Ele as admira especialmente à luz da lua, para não dizer sob um raio da lua. Cada nova tolice do progressista ou golpista se torna instantaneamente uma lenda ou antiguidade imemorial para o pretensioso. Isso é chamado de equilíbrio, ou contrapesos mútuos, em nossa Constituição.”

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936)

The whole modern world has divided itself into Conservatives and Progressives. The business of Progressives is to go on making mistakes. The business of Conservatives is to prevent mistakes from being corrected. Even when the revolutionist might himself repent of his revolution, the traditionalist is already defending it as part of his tradition. Thus we have two great types — the advanced person who rushes us into ruin, and the retrospective person who admires the ruins. He admires them especially by moonlight, not to say moonshine. Each new blunder of the progressive or prig becomes instantly a legend of immemorial antiquity for the snob. This is called the balance, or mutual check, in our Constitution.
The Collected Works of G.K. Chesterton, Volume 33, Página 313 http://books.google.com.br/books?ei=pN11VP3EJYKYgwTE9IKoDw&hl=pt-BR&id=IGRaAAAAMAAJ&dq=bibliogroup%3A%22The+Collected+Works+of+G.K.+Chesterton%22&focus=searchwithinvolume&q=Conservatives+prevent+, Gilbert Keith Chesterton, Ignatius Press, 1990, ISBN 0898702747 - 697 páginas.

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“O que mais magoa o homem, porém, o que mais lhe fere o amor-próprio, é que todas as suas nobres qualidades sejam absolutamente indiferentes à ocorrência dos fenômenos cósmicos.”

Konrad Lorenz (1903–1989)

LORENZ, Konrad. A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso. Editora brasiliense,2ª Edição,1986,p.20
A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso (1986)

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“Uma mente consciente de sua própria rectidão.”

Mens sibi conscia recti.
Livro I, linha 604 (tradução livre)
Eneida (29–19 a.C.)

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“A censura é sempre um instrumento político, certamente não é um instrumento intelectual. O meio intelectual é a crítica, que pressupõe o conhecimento do que se julga e luta. Criticar não é destruir, mas trazer um objeto de volta ao lugar certo no processo dos objetos. A censura é destruir, ou pelo menos se opor ao processo do real. Existe uma censura italiana que não é uma invenção de um partido político, mas que é natural para o próprio costume italiano. Existe o medo da autoridade e do dogma, submissão ao cânon e à fórmula, que nos tornaram muito obsequiosos. Tudo isso leva diretamente à censura. Se não houvesse censura, os italianos fariam isso sozinhos.”

Federico Fellini (1920–1993)

La censura è sempre uno strumento politico, non è certo uno strumento intellettuale. Strumento intellettuale è la critica, che presuppone la conoscenza di ciò che si giudica e combatte. Criticare non è distruggere, ma ricondurre un oggetto al giusto posto nel processo degli oggetti. Censurare è distruggere, o almeno opporsi al processo del reale. C'è una censura italiana che non è invenzione di un partito politico ma che è naturale al costume stesso italiano. C'è il timore dell'autorità e del dogma, la sottomissione al canone e alla formula, che ci hanno fatto molto ossequienti. Tutto questo conduce dritti alla censura. Se non ci fosse la censura gli italiani se la farebbero da soli.
Federico Fellini como citado por Maurizio Di Fazio in: Indimenticabile "Ultimo tango a Parigi", 40 anni fa la condanna al rogo http://www.repubblica.it/spettacoli/cinema/2016/01/29/news/_ultimo_tango_a_parigi_-131876146/, Repubblica.it, 29 de janeiro de 2016.
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“Era a humanidade mesma que entrava noutra instância de sua existência, na qual se extinguiriam milhares de povos, com suas línguas e culturas próprias e singulares, para dar nascimento às macroetnias maiores e mais abrangentes que jamais se viu.”

Darcy Ribeiro (1922–1997)

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: A formação e sentido do Brasil. Segunda edição. São Paulo, Companhia das Letras, 1995, Pág. 38.
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“Eu sou o resultado de meus próprios atos, herdeiro de meus próprios atos; os atos são meu parentesco; os atos recaem sobre mim; qualquer ato que eu realize, bom ou mal, eu dele herdarei.”

Buda (-563–-483 a.C.) Foi um príncipe e fundador do budismo

Eis em que deve refletir todo homem e toda mulher."
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“Cada um está preso á sua própria consciência como a própria pele, e vive imediatamente apenas nela.”

Arthur Schopenhauer (1788–1860) filósofo alemão

Tradução de Jair Barbosa; Página 5 (Cap. 1)
Tradução de André Díspore Cancian; Página 2-3 (Cap. 1)
Aforismos para a sabedoria de vida
Variante: "Todos estão confinados à sua própria consciência assim como estão confinados à sua própria pele; logo, a ajuda externa não é de grande valia."

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“Paro às vezes à beira de mim próprio e pergunto-me se sou um doido ou um mistério muito misterioso.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

[1912] segundo o site: Casa Fernando Pessoa, vide: [Sou a sombra de mim mesmo]
Outros

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“A única atitude intelectual digna de uma criatura superior é a de uma calma e fria compaixão por tudo quanto não é ele próprio. Não que essa atitude tenha o mínimo cunho de justa e verdadeira; mas é tão invejável que é preciso tê-la.”

Livro do desassossego, por Bernardo Soares. Fernando Pessoa. Organização de Richard Zenith - Assírio & Alvim, 2008, Página 414.
Livro do Desassossego

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“Os filósofos sempre foram perseguidos por fanáticos. Será possível, no entanto, que os homens de letras se imiscuam também e eles próprios aticem contra os seus confrades as armas com que todos são trespassados, uns após outros?”

Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines

Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 235. ISBN 85-7232-508-5

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“A liberdade está em ser dono da própria vida.”

Platão (-427–-347 a.C.) filósofo grego

Platão como citado in: Mercado Forex - Página 81 https://books.google.com.br/books?id=BZBLBQAAQBAJ&pg=PA81, Marcelo Gonçalves Gameiro - 2006
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“O grande desafio é conhecer a si próprio.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, autoconhecimento

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“Não ter segredos para com o próprio cônjuge é a única maneira de impedir que ele os descubra.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, cônjuge

“Nunca se case com uma pessoa que discute com a própria mãe; ela fará o mesmo com você.”

reiki universal, Johnny de' Carli, citações, cônjuge

“É impossível uma grande conquista sem antes obter pequenas conquistas sobre si próprio.”

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“Assumir o controle da própria vida é essencial. Somos os condutores do nosso destino.”

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“É muito mais fácil culpar os outros do que reconhecer os próprios erros.”

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“Vale a pena destacar [vários] pontos ao mesmo tempo [que desafiam a Loucura e a Civilização de Foucault]: (1) Há ampla evidência de crueldade medieval em relação aos insanos; (2) No final da Idade Média e do Renascimento, os loucos já estavam confinados, em celas, prisões ou até gaiolas; (3) 'diálogo' ou nenhum 'diálogo', até a loucura naqueles tempos estava freqüentemente relacionada ao pecado - mesmo na mitologia do navio dos tolos; e, nessa medida, era considerado sob uma luz muito menos benevolente do que sugerida por Foucault (mentes pré-modernas aceitavam a realidade da loucura - "loucura como parte da verdade" - assim como aceitavam a realidade do pecado; mas isso não significa que eles valorizavam a loucura, mais do que o pecado; (4) como Martin Schrenk (ele próprio um crítico severo Foucault) mostrou, os primeiros hospícios modernos se desenvolveram em hospitais e mosteiros medievais, em vez de leprosária reaberta; (5) o Grande O confinamento visava primariamente não ao desvio, mas à pobreza - pobreza criminal, pobreza louca ou simplesmente pobreza; a noção de que ela anunciava (em nome da crescente burguesia) uma segregação moral não suporta um exame minucioso; (6) nota, como salientou Klaus Doerner, outro crítico de Foucault (Madmen e a Burguesia, 1969), que não havia um confinamento controlado pelo Estado uniforme: os padrões inglês e alemão, por exemplo, se desviaram bastante do Grande Renfermínio Louis Quatorziano; (7) Fouca A periodização de ult parece-me errada. No final do século XVIII, o confinamento dos pobres era geralmente considerado um fracasso; mas é então que o confinamento dos loucos realmente avançou, como tão conclusivamente mostrado nas estatísticas relativas à Inglaterra, França e Estados Unidos; (8) Tuke e Pinel não 'inventaram' a doença mental. Em vez disso, eles devem muito a terapias anteriores e, com frequência, também se baseiam em seus métodos; (9) além disso, na Inglaterra do século XIX, o tratamento moral não era tão central na medicalização da loucura. Longe disso: como demonstrado por Andrew Scull, os médicos viam a terapia moral tukeana como uma ameaça leiga à sua arte e esforçavam-se para evitá-la ou adaptá-la à sua própria prática. Mais uma vez, os monólitos da época de Foucault desmoronam diante da riqueza contraditória da evidência histórica.”

José Guilherme Merquior (1941–1991) acadêmico, diplomata e escritor brasileiro