Frases de Konrad Lorenz

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Konrad Lorenz

Data de nascimento: 7. Novembro 1903
Data de falecimento: 27. Fevereiro 1989

Konrad Zacharias Lorenz foi um zoólogo, etólogo e ornitólogo austríaco.

Foi agraciado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1973, por seus estudos sobre o comportamento animal, a etologia.

Konrad Lorenz era filho de um cirurgião, e apresentou grande interesse sobre os animais, estudando o seu comportamento desde o nascimento. Em 1922 começou o seu curso de medicina em Nova Iorque mas voltou depois para Viena. Fez o seu doutorado em zoologia pela universidade local.

Em 1935 descreveu o processo de aprendizagem nos gansos e criou o conceito de "imprinting", este é um fenômeno exibido por vários animais filhotes, principalmente, pássaros tais quais pintinhos e patinhos. Após saírem dos ovos seguirão o primeiro objeto em movimento que eles encontrarem no ambiente, o qual pode ser a mãe, mas não necessariamente.

Foi professor da Universidade de Königsberg.

„A verdade na ciência pode ser mais bem definida como a hipótese de trabalho mais adequada para abrir o caminho até a próxima hipótese.“

—  Konrad Lorenz

Konrad Lorenz, biólogo austríaco, conforme encontrado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo: "O que é ciência?" - Editora Record - 2006 - pág.: 459
Atribuidas

„A necessidade cada vez mais aguda de ruído só se explica pela necessidade de sufocar alguma coisa.“

—  Konrad Lorenz

Konrad Lorenz, citado em 3001 pensamentos - Página 213, Gerardo Cabada, Edicoes Loyola, 2001, ISBN 8515023075, 9788515023073 - 288 páginas
Atribuidas

„A moralidade de um homem é julgada de acordo com a capacidade, o grande sacrifício que ele está disposto a tomar, sem perder em contrapartida o pensamento.“

—  Konrad Lorenz

Die Moral eines Menschen ist zu beurteilen nach der Fähigkeit, welch großes Opfer er zu bringen bereit ist, ohne dabei an eine Gegenleistung zu denken.
So kam der Mensch auf den Hund

„O prazer não passa de um ato de consumação. A alegria é o prazer do ato criador.“

—  Konrad Lorenz

Variante: O prazer não passa de um acto de consumação. A alegria é o prazer do acto criador.

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„Linguagens verbais naturalmente trazem consigo possibilidades novas e dificilmente imagináveis para a transmissão de falsas informações.“

—  Konrad Lorenz

LORENZ, Konrad. A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso. Editora brasiliense,2ª Edição,1986,p.182
A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso (1986)

„O que mais magoa o homem, porém, o que mais lhe fere o amor-próprio, é que todas as suas nobres qualidades sejam absolutamente indiferentes à ocorrência dos fenômenos cósmicos.“

—  Konrad Lorenz

LORENZ, Konrad. A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso. Editora brasiliense,2ª Edição,1986,p.20
A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso (1986)

„É um bom exercício para um pesquisador livrar-se de uma hipótese favorita todo dia, antes do café da manhã. Isso o manterá jovem.“

—  Konrad Lorenz

Konrad Lorenz, conforme encontrado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo: "O que é ciência?" - Editora Record - 2006 - pág.: 459
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„Sem dúvida que exagero um pouco. Não obstante, ainda hoje a grande maioria das pessoas é seguidora fiel e irrestrita da crendice de que o progresso da nossa civilização terá que levar, necessariamente e por trilhas predestinadas, ao crescimento de novos valores.“

—  Konrad Lorenz

LORENZ, Konrad. A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso. Editora brasiliense,2ª Edição,1986,p.19
A Demolição do Homem: Crítica à Falsa Religião do Progresso (1986)

„To regard man, the most ephemeral and rapidly evolving of all species, as the final and unsurpassable achievement of creation, especially at his present-day particularly dangerous and disagreeable stage of development, is certainly the most arrogant and dangerous of all untenable doctrines. If I thought of man as the final image of God, I should not know what to think of God.“

—  Konrad Lorenz, livro On Aggression

Fonte: On Aggression (1963), Ch. XII : On the Virtue of Scientific Humility
Contexto: We are the highest achievement reached so far by the great constructors of evolution. We are their "latest" but certainly not their last word. The scientist must not regard anything as absolute, not even the laws of pure reason. He must remain aware of the great fact, discovered by Heraclitus, that nothing whatever really remains the same even for one moment, but that everything is perpetually changing. To regard man, the most ephemeral and rapidly evolving of all species, as the final and unsurpassable achievement of creation, especially at his present-day particularly dangerous and disagreeable stage of development, is certainly the most arrogant and dangerous of all untenable doctrines. If I thought of man as the final image of God, I should not know what to think of God. But when I consider that our ancestors, at a time fairly recent in relation to the earth's history, were perfectly ordinary apes, closely related to chimpanzees, I see a glimmer of hope. It does not require very great optimism to assume that from us human beings something better and higher may evolve. Far from seeing in man the irrevocable and unsurpassable image of God, I assert – more modestly and, I believe, in greater awe of the Creation and its infinite possibilities – that the long-sought missing link between animals and the really humane being is ourselves!

„Our freest will underlies strict moral laws, and one of the reasons for our longing for freedom is to prevent our obeying other laws than these.“

—  Konrad Lorenz, livro On Aggression

Fonte: On Aggression (1963), Ch. XII : On the Virtue of Scientific Humility
Contexto: Nobody can seriously believe that free will means that it is left entirely to the will of the individual, as to an irresponsible tyrant, to do or not do whatever he pleases. Our freest will underlies strict moral laws, and one of the reasons for our longing for freedom is to prevent our obeying other laws than these. It is significant that the anguished feeling of not being free is never evoked by the realisation that our behaviour is just as firmly bound to moral laws as physiological processes are to physical ones. We are all agreed that the greatest and most precious freedom of man is identical with the moral laws within him. Increasing knowledge of the natural causes of his own behaviour can certainly increase a man's faculties and enable him to put his free will into action, but it can never diminish his will. If, in the impossible case of an utopian complete and ultimate success of causal analysis, man should ever achieve complete insight into the causality of earthly phenomena, including the workings of his own organism, he would not cease to have a will but it would be in perfect harmony with the incontrovertible lawfulness of the universe, the Weltvernunft of the Logos. This idea is foreign only to our present-day western thought; it was quite familiar to ancient Indian philosophy and to the mystics of the middle ages.

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