Frases sobre pássaros
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“O único referente que ainda funciona é o da maioria silenciosa. Todos os sistemas atuais funcionam sobre essa entidade nebulosa, sobre essa substância flutuante cuja existência não é mais social mas estatística, e cujo único modo de aparição é o da sondagem. Simulação no horizonte do social, ou melhor, no horizonte em que o social já desapareceu.

O fato de a maioria silenciosa (ou as massas) ser um referente imaginário não quer dizer que ela não existe. Isso quer dizer que não há mais representação possível. As massas não são mais um referente porque não têm mais natureza representativa. Elas não se expressam, são sondadas. Elas não se refletem, são testadas.
(…)Bombardeadas de estímulos, de mensagens e de testes, as massas não são mais do que um jazigo opaco, cego, como os amontoados de gases estelares que só são conhecidos através da análise do seu espectro luminoso - espectro de radiações equivalente às estatísticas e às sondagens. Mais exatamente: não é mais possível se tratar de expressão ou de representação, mas somente de simulação de um social para sempre inexprimível e inexprimido. Esse é o sentido do seu silêncio. Mas esse silêncio é paradoxal - não é um silêncio que fala, é um silêncio que proíbe que se fale em seu nome. E, nesse sentido, longe de ser uma forma de alienação, é uma arma absoluta.

Ninguém pode dizer que representa a maioria silenciosa, e esta é sua vingança. As massas não são mais uma instância à qual se possa referir como outrora se referia à classe ou ao povo. Isoladas em seu silêncio, não são mais sujeito (sobretudo, não da história), elas não podem, portanto, ser faladas, articuladas, representadas, nem passar pelo “estágio do espelho” político e pelo ciclo das identificações imaginárias. Percebe-se que poder resulta disso: não sendo sujeito, elas não podem ser alienadas - nem em sua própria linguagem (elas não têm uma), nem em alguma outra que pretendesse falar por elas. Fim das esperanças revolucionárias. Porque estas sempre especularam sobre a possibilidade de as massas, como da classe proletária, se negarem enquanto tais. Mas a massa não é um lugar de negatividade nem de explosão, é um lugar de absorção e de implosão.”

In the Shadow of the Silent Majorities

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“Mas don Rigoberto sabia que não havia outro remédio, tinha que se resignar e esperar. Provavelmente as únicas brigas do casal ao longo de todos os anos que estavam juntos foram causadas pelos atrasos de Lucrecia sempre que iam sair, para onde fosse, um cinema, um jantar, uma exposição, fazer compras, uma operação bancária, uma viagem. No começo, quando começaram a morar juntos, recém-casados, ele pensava que sua mulher demorava por mera inapetência e desprezo pela pontualidade. Tiveram discussões, desavenças, brigas por causa disso. Pouco a pouco, do Rigoberto, observando-a, refletindo, entendeu que esses atrasos da esposa na hora de sair para qualquer compromisso não eram uma coisa superficial, um desleixo de mulher orgulhosa. Obedeciam a algo mais profundo, um estado ontológico da alma, porque, sem que ela tivesse consciência do que lhe ocorria, toda vez que precisava sair de algum lugar, da sua própria casa, a de uma amiga que estava visitando, o restaurante onde acabara de jantar, era dominada por uma inquietação recôndita, uma insegurança, um medo obscuro, primitivo, de ter que ir embora, sair dali, mudar de lugar, e então inventava todo tipo de pretextos - pegar um lenço, trocar a bolsa, procurar as chaves, verificar se as janelas estavam bem fechadas, a televisão desligada, se o fogão não estava acesso ou o telefone fora do gancho -, qualquer coisa que atrasasse por alguns minutos ou segundos a pavorosa ação de partir.
Ela sempre foi assim? Quando era pequena também? Não se atreveu a perguntar. Mas já havia constatado que, com o passar dos anos, esse prurido, mania ou fatalidade se acentuava, a tal ponto que Rigoberto às vezes pensava, com um calafrio, que talvez chegasse o dia que Lucrecia, com a mesma benignidade do personagem de Melville, ia contrair a letargia ou indolência metafísica de Bartleby e decidir não mais sair da sua casa, quem sabe do seu quarto e até da sua cama. "Medo de abandonar o ser, de perder o ser, de ficar sem seu ser", pensou mais uma vez. Era o diagnóstico que havia chegado em relação aos atrasos da esposa.”

El héroe discreto

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“Nunca tive uma sorte absoluta, mas apenas relativa, por assim dizer, compensadora dos meus fracassos. O arqueiro que, certa vez, me substituiu, deixou que os adversários fizessem doze goals (sic) contra o nosso time, enquanto eu deixara a bola passar nas traves apenas dez vezes…”

João Café Filho (1899–1970) político brasileiro, 18° presidente do Brasil

Na autobiografia "Do Sindicato ao Catete", relembrando seu tempo de goleiro https://www.lance.com.br/futebol-nacional/presidentes-republica-que-trabalharam-com-futebol.html

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“Para muitos deles, tirar a bola do pé e passar para outro, renunciando a uma jogada individual, era como emprestar a mulher, mas terminaram cedendo, em benefício da alegria do gol, que é do time em campo e da arquibancada e se esparrama pelo país inteiro.”

Câmara Cascudo (1898–1986) historiador e folclorista brasileiro.

Em entrevista à Audálio Dantas, em 1970, falando sobre o futebol, trazido pelos ingleses ao Brasil, de como nossos atletas conseguiram evitar o individualismo e se adaptaram às técnicas de conjunto.
Atribuídas
Fonte: DANTAS, Audálio. Câmara Cascudo e aquela do papagaio: Natal, 1970. Folha de São Paulo, Ilustríssima, 16 de março de 2014, p. 9.

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“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi. Amei e fui amado, mas também fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade, tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi! E ainda vivo. Não passo pela vida. E você também não deveria passar. Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, por que o mundo pertence a quem se atreve. E a vida é muito para ser insignificante.”

Charlie Chaplin (1889–1977) Comediante, ator e cineasta britânico

Na internet há várias versões do texto acima e até meados de 2008 o autor era desconhecido. Chegou-se a acreditar que este texto tivesse sido inspirado no texto Curriculum Vitae de Felix Coronel(registrado na Biblioteca Nacional e escrito em livro em 2003), entretanto, foi constatada a autoria deste texto que é do poeta brasileiro Augusto Branco http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Branco (ver site oficial do autor:http://www.augustobranco.com) o qual não costumava assinar seus textos, dando espaço para que os internautas associassem o texto a Charles Chaplin, mas o poema está registrado na Fundação Biblioteca Nacional com autoria de Augusto Branco, conforme os dados a seguir:
Atribuição incorreta

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“Injustiça

Vem em forma de bicho feroz,
Dirigido por um ser subordinado.
Por que devoras sonhos
realizados
Se a minha vida é o meu trabalho
Agora destruído?
Joga meus esforços
Por água abaixo,
Injustiça!
Nessa vida me sinto perdido,
A maré me sufoca,
Os pássaros me beliscam,
Os meus olhos já não brilham…
O que me resta,
O que me falta
Nesses duros e cansados dias?”

Fonte: Café Com Poemas: Antologia Poética, organizada por Leandro Flores, Injustiça, Valter Bitencourt Júnior, Café Com Poemas, 2019, pág. 68, ISBN: 9786580343003.
Fonte: Toque de Acalanto: Poesias, Valter Bitencourt Júnior, Amazon/Clube de Autores, 2017, pág. 16, ISBN: 9781549710971.

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“Compreendi, então, que um homem que houvesse vivido um único dia, poderia sem dificuldades passar 100 anos numa prisão. Teria recordações suficientes para não se entediar. De certo modo, isto era uma vantagem.”

Albert Camus (1913–1960)

Camus, Albert. O estrangeiro; tradução de Valerie Rumjanek. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 76
O Estrangeiro

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“Se você é feliz, esconda-se. Não se pode passar carregado de jóias por um bairro de mendigos.”

Alejandro Casona (1903–1965)

Si eres feliz, escóndete. No se puede andar cargado de joyas por un barrio de mendigos. ¡No se puede pasear una felicidad como la tuya por un mundo de desgraciados.
"Teatro‎" - Volume 2, Página 45, de Alejandro Casona - Editorial Losada, 1958

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“Há de passar mais de um século até que se desperte um talento igual.”

Joseph Haydn (1732–1809)

quando encontrou Mozart pela primeira vez, em 1781.
Fonte: SPENCE, Keith. O Livro da Música, SP: Círculo do Livro, 1991. p. 59

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“Aqui estou eu no crepúsculo de minha vida, e me perguntando o que significa tudo isso…Posso lhe dizer que fama e fortuna são para os pássaros.”

Lee Iacocca (1924–2019)

Here I am in the twilight years of my life, still wondering what it's all about . I can tell you this: fame and fortune is for the birds
citado em "Paul: A Man of Grace and Grit" - Página 163, Charles R. Swindoll - Thomas Nelson Inc, 2002, ISBN 0849917492, 9780849917493 - 356 páginas
Atribuídas

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“O cortejo matinal dos pássaros parecia insípido a Françoise.”

Marcel Proust (1871–1922) Escritor francês

O Caminho de Guermantes

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“A sorte, para chegar até mim tem de passar pelas condições que o meu caráter lhe impõe.”

Nicolas Chamfort (1741–1794)

La fortune, pour arriver à moi, passera par les conditions que lui impose mon caractère.
Oeuvres Oeuvres de Chamfort: Volume 4 - Página 135 http://books.google.com.br/books?id=O1E6AAAAcAAJ&pg=PA135, Sébastien Roch Nicolas Chamfort, Pierre Louis Ginguené - Impr. des sciences et arts, 1795

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“O dia abre os olhos e penetra em uma primavera antecipada. Tudo o que minhas mãos tocam voa. O mundo está cheio de pássaros.”

Octavio Paz (1914–1998)

El día abre los ojos y penetra; en una primavera anticipada. Todo lo que mis manos tocan, vuela. Está lleno de pájaros el mundo.
"Primavera a la Vista" in: "Poemas (1935-1975)" - página 48, Octavio Paz - Seix Barral, 1979, ISBN 8432295213, 9788432295218 - 719 páginas

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“Todo homem tem o direito de pensar. Por que Deus daria asas aos pássaros para fazer do vôo um crime? Por que Ele me daria um cérebro e faria do pensamento um crime?”

Robert Green Ingersoll (1833–1899)

em discurso sobre a Intolerância Religiosa apresentado em Pittsburgh no dia 14 de outubro de 1879

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“Inicialmente quando isso surgiu eu tentei ser pragmático. Mas Blair não tem credenciais ambientais, até onde eu sei. Eu saí daquele período todo pensando, não quero me envolver diretamente, é veneno. Vou apenas me calar e passar para a lateral.”

Thom Yorke (1968)

sobre rejeitar a oportunidade de se encontrar com Tony Blair por uma campanha para pressionar o governo a ajudar a parar a mudança climática.
The Guardian (2006). Radiohead singer snubs Blair climate talks http://www.guardian.co.uk/environment/2006/mar/22/greenpolitics.politicsandthearts

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“Publicamos para não passar a vida a corrigir rascunhos. Quer dizer, a gente publica um livro para livrar-se dele.”

Jorge Luis Borges (1899–1986) escritor argentino

O pensamento vivo de Jorge Luis Borges‎ - Página 15, de Jorge Luis Borges, Martin Claret, Cristina Fonseca - Claret, 1987 - 126 páginas
Variante: Publicamos para não passar a vida a corrigir rascunhos. Quer dizer, a gente publica um livro para livrar-se dele

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“Passar dos fantasmas da fé para os espectros da razão é somente ser mudado de cela.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

"Autobiografia sem Factos". (Assírio & Alvim, Lisboa, 2006, p. 62)
Autobiografia sem Factos

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“A educação é simplesmente a alma de uma sociedade a passar de uma geração para outra.”

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936)

Education is simply the soul of a society as it passes from one generation to another.
The collected works of G.K. Chesterton - página 362, Gilbert Keith Chesterton - Ignatius Press, 1990, ISBN 0898702747, 9780898702743 - 697 páginas

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“Existe um caminho que vai dos olhos ao coração sem passar pelo intelecto.”

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936)

Revista CARAS http://www.caras.com.br, Edição 667.
Atribuídas

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“Apesar de tudo, o trabalho ainda é o melhor meio de fazer a vida passar”

Gustave Flaubert (1821–1880)

Le travail, c'est encore le meilleur moyen d'escamoter la vie.
L'éducation sentimentale: histoire d'un jeune homme, Volume 1‎ - Página xiii, Gustave Flaubert - Éditions de Cluny, 1939 - 480 páginas

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“Faz parte da natureza da evidência passar despercebida.”

Jean Paulhan (1884–1968)

il est de la nature de l'évidence qu'elle passe inaperçue.
De la paille et du grain (1948)

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“Não é por ter sido honesto uma vez que se pode passar o resto da vida a descansar.”

Jean Paulhan (1884–1968)

Ce n'est pas parce qu'on a été honnête une fois qu'on peut passer le reste de sa vie à se reposer
Oeuvres complètes‎ - v.4 Página 490, de Jean Paulhan - Publicado por Cercle du livre précieux, 1966

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“O que deve se passar na cabeça de um garotinho que lê que o pai nunca amou a mãe?”

Diana, Princesa de Gales (1961–1997) Primeira esposa de Sua alteza real, O principe de gales.

Verificadas
Fonte: Frases Famosas.

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“Quantos homens consideramos felizes apenas porque os vemos passar.”

Marquês de Custine (1790–1857)

Tant d'hommes qu'on croit heureux parce qu'on ne les voit que passer
"Custine" - Página 219; de Astolphe Custine, Yves Florenne - Publicado por Mercure de France, 1963 - 238 páginas

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“O meu maior lazer é passar quatro horas jogando videogame”

Ana Maria Braga, apresentadora
Fonte: Revista ISTO É, Edição 1819.

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“Veja tudo, deixe passar muita coisa, corrija um pouco.”

Papa João XXIII (1881–1963)

Fonte: portonovo.blogs.sapo.pt http://portonovo.blogs.sapo.pt/12278.html

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“Um dia eu vou sair desse conforto, encontrar o meu caminho. Passar pelo teste, saber que ao olhar pro céu, posso voar.”

Letra da música "What You Believe", presente no disco "I Love You In The Morning" Lançado em 2010

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“Não podemos desperdiçar as chances e deixar outro dia passar.”

Letra da música "Songbird", presente no disco "From The Outside In" Lançado em 2009

“Pássaro e lesma, o homem oscila entre o desejo de voar e o desejo de arrastar”

Gustavo Corção (1896–1978)

citado em "Novíssima gramática da língua portuguẽsa", página 34, Por Domingos Paschoal Cegalla, Publicado por Ed. Nacional, 1968, 393 páginas

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“Diferente da paixão, o amor é um sentimento, esta acima da razão e do passar do tempo…”

Roberto Carlos (1941) cantor e compositor brasileiro

na música O amor é mais" http://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/o-amor-e-mais.html

“Ficar com carinha de 20 é impossível. Com o passar do tempo as rugas são importantes.”

Em entrevista ao jornal Vale Paraibano de 10 abril de 2005.

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“A outros respeitos, a Escola Livre valeu-me como experiência pedagógica nova por três razões especiais. Primeiro, foi nela que conheci e convivi com um professor como Herbert Baldus, um homem generoso e de inteligência invulgar, sempre pronto para estimular os jovens de talento ou para apoiar inovações promissoras. Ficamos amigos íntimos para o resto da vida. Segundo, o seminário do Dr. Donald Pierson dava-me azo para estudar melhor a célebre <>, da qual ele se considerava um representante. Dadas as analogias entre Chicago e São Paulo e os nossos propósitos de expandir aqui a investigação sociológica, a tentativa de converter Chicago em um laboratório (ou um campo especial de trabalho concentrado dos sociólogos) atraía o melhor da minha imaginação. Terceiro, ao corpo docente da Escola Livre pertenciam professores brasileiros recém-chegados dos Estados Unidos. Inscrevi-me nos cursos de Mário Wagner Vieira da Cunha e Octávio da Costa Eduardo, pois estava curioso em verificar até onde haviam chegado, realizando a pós-graduação e o doutoramento em algumas das melhores universidades norte-americanas. O problema, para mim, consistia em indagar se se podia fazer a mesma coisa a partir da Universidade de São Paulo e, nesta hipótese, que estratégia (ou estratégias) se deveria montar. Uma avaliação que, quando chegou o momento, me ajudou a imprimir uma diretriz diversa da que prevalecia antes (e à qual fora submetido), na orientação dos candidatos a doutoramento. Além desses três pontos, a Escola Livre ficou presa à minha carreira acadêmica. Nela enfrentei e venci o primeiro <> por que deveria passar, para a obtenção do grau de mestre em Ciências Sociais (em 1947, com A Organização social dos Tupinambá). Esse não é um liame secundário, mesmo depois de rompidos os vínculos com a profissão”.”

Florestan Fernandes (1920–1995)
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“Quem não sonha o azul do vôo, perde seu poder de pássaro.”

Vento geral, 1951-1981: doze livros de poemas‎, Página 414, de Thiago de Mello - Publicado por Civilização Brasileira, 1984 - 469 páginas

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“Hoje, como outrora, todo homem que entra para as artes, sem outro meio de existência além da própria arte, será forçado a passar pelas trilhas da Boêmia. A maioria dos contemporâneos que figuram como os mais belos brasões da arte foi boêmia; e, na sua glória calma e próspera, frequentemente se recordam, talvez sentindo falta, do tempo em que, escalando a verde colina da juventude, não tinham outra fortuna, ao sol de seus vinte anos, além da coragem, que é a virtude dos jovens, e da esperança, que é o milhão dos pobres. Para o leitor inquieto, para o burguês temeroso, para todos aqueles que nunca encontraram muitos pingos nos is de uma definição, repetiremos em forma de axioma: 'A Boêmia é o estágio da vida artística; é o prefácio da academia, do hospital municipal ou do necrotério.”

Acrescentaremos que a Boêmia só existe e só é possível em Paris."
"Aujourd’hui comme autrefois, tout homme qui entre dans les arts, sans autre moyen d’existence que l’art lui-même, sera forcé de passer par les sentiers de la Bohème. La plupart des contemporains qui étalent les plus beaux blasons de l’art ont été des bohémiens ; et, dans leur gloire calme et prospère, ils se rappellent souvent, en le regrettant peut-être, le temps où, gravissant la verte colline de la jeunesse, ils n’avaient d’autre fortune, au soleil de leurs vingt ans, que le courage, qui est la vertu des jeunes, et que l’espérance, qui est le million des pauvres.Pour le lecteur inquiet, pour le bourgeois timoré, pour tous ceux qui ne trouvent jamais trop de points sur les i d’une définition, nous répéterons en forme d’axiome : 'La Bohème, c’est le stage de la vie artistique ; c’est la préface de l’Académie, de l’Hôtel-Dieu ou de la Morgue.' Nous ajouterons que la Bohème n’existe et n’est possible qu’à Paris."
Scènes de la vie de bohème

“Assim que passar a folia, farei uma lipo no corpo inteiro. Ela já estava marcada para dezembro do ano passado, mas minha mãe cancelou por causa do programa.”

Fonte: Revista Caras Online http://caras.uol.com.br/data/fazenda-de-verao/post/milionaria-da-fazenda-de-verao-angelis-borges-quer-fazer-lipoaspiracao#image0, 01/02/2013

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“Passar bem!”

Paulo Bonfá (1972)

usado ao encerrar chamadas telefônicas ao programa

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“A maturidade me tornou uma pessoa melhor. Acho que morrer aos 90 anos é muito cedo. Se puder ter saúde, quero passar dos 100.”

Fonte: Revista IstoÉ Gente. Edição 381 http://www.terra.com.br/istoegente/381/frases/index.htm.

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“Sabe o que odeio? Aquelas entrevistas que perguntam qual é o seu ‘segredinho de beleza’. Imagina se vou ficar misturando babosa com açúcar pra passar no cabelo. Será que alguém tem paciência para isso?”

Fernanda Paes Leme (1983) atriz brasileira de teatro, novelas, televisão e cinema

Fonte: Revista TPM.
Fonte: Revista TPM - Fernanda Paes Leme http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/perfil/fernanda-paes-leme.html

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“Não há nenhum modo de falar sobre gatos que permitem a pessoa passar como uma pessoa sã.”

Dan Greenburg (1936)

There is, incidently, no way of talking about cats that enables one to come off as a sane person.
Dan Greenburg citado em "Cats Don't Always Land on Their Feet: Hundreds of Fascinating Facts from the Cat World‎" - Página 95, de Erin Barrett, Jack Mingo - Publicado por Conari, 2002, ISBN 1573247219, 9781573247214 - 224 páginas

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“Foi dez vezes mais difícil. É muito mais fácil ganhar a Copa do Mundo do que passar por essa situação.”

Ronaldo Luis Nazário de Lima (1976) futebolista e empresário brasileiro

referindo-se ao pedido de casamento aos pais de Daniella Cicarelli
Revista Veja http://veja.abril.com.br/150904/vejaessa.html; Edição 1871 . 15 de setembro de 2004

“Se eu passar por uma obra e os operários não mexerem comigo, volto para casa”

Rita Cadillac (1954)

Fonte: Revista ISTO É, Edição 1753.