Frases de Susan Faludi

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Susan Faludi

Data de nascimento: 18. Abril 1959

Susan C. Faludi é uma jornalista estadunidense.

É autora do livro de impacto Backlash, O contra-ataque na guerra não declarada contra as mulheres.

Recebeu o Prémio Pulitzer de Reportagem Explicativa em 1991.

Obras

„A exigência de que as mulheres "retornem à feminilidade" é uma demanda de mudança de mecanismos culturais ao reverso, que nós voltemos para uma época fictícia quando todo mundo era mais rico, mais jovem, mais poderoso.“

—  Susan Faludi, livro Backlash: The Undeclared War Against American Women

The demand that women "return to femininity" is a demand that the cultural gears shift into reverse, that we back up to a fabled time when everyone was richer, younger, more powerful.
"Backlash: the undeclared war against American women" - página 70, Susan Faludi - Anchor Books, 1992, ISBN 0385425074, 9780385425070 - 552 páginas
Backlash (1992)

„Culpar o feminismo pela “vida inferior” das mulheres significa não entender nada do movimento feminista, que se propõe oferecer às mulheres um leque maior de experiências. O feminismo continua sendo um conceito bastante simples, apesar das repetidas — e extremamente eficazes — tentativas de pintá-lo com cores sombrias transformarem suas defensoras em verdadeiras gárgulas. Como escreveu Rebecca West ironicamente em 1913: “Eu mesma nunca cheguei a entender direito o que quer dizer feminismo: só sei que as pessoas me chamam de feminista toda vez que expresso sentimentos que me diferenciam de um capacho.”“

—  Susan Faludi, livro Backlash: The Undeclared War Against American Women

To blame feminism for women's “lesser life” is to miss entirely the point of feminism, which is to win women a wider range of experience. Feminism remains a pretty simple concept, despite repeated — and enormously effective — efforts to dress it up in greasepaint and turn its proponents into gargoyles. As Rebecca West wrote sardonically in 1913, “I myself have never been able to find out precisely what feminism is: l only know that people call me a feminist whenever I express sentiments that differentiate me from a doormat.”
"Backlash: the undeclared war against American women" - página 22, Susan Faludi
Backlash (1992)

„O backlash não é uma conspiração, com um conselho emanando ordens de uma sala de controle central, e as pessoas que se prestam aos seus fins muitas vezes nem estão conscientes dos seus papéis; algumas até se consideram feministas. Na maioria dos casos, as suas maquinações são disfarçadas e ocultas, impalpáveis e camaleônicas. E tampouco podemos dizer que todas as manifestações do backlash tenham o mesmo peso e o mesmo significado; muitas não passam de coisas efêmeras, geradas por uma máquina cultural que está continuamente à cata de “novos” ângulos. Considerados em conjunto, entretanto, todos estes códigos e bajulações, estes murmúrios e ameaças e mitos, levam irreversivelmente numa única direção: tentar mais uma vez prender a mulher aos seus papéis "aceitáveis“

—  Susan Faludi, livro Backlash: The Undeclared War Against American Women

seja como filhinha do papai ou criaturazinha romântica, seja como procriadora ativa ou passivo objeto sexual."
The backlash is not a conspiracy, with a council dispatching agents from some central control room, nor are the people who serve its ends often aware of their role; some even consider themselves feminists. For the most part, its workings are encoded and internalized, diffuse and chameleonic. Not all of the manifestations of the backlash are of equal weight or significance, either; some are mere ephemera, generated by a culture machine that is always scrounging for a “fresh” angle. Taken as a whole, however, these codes and cajolings, these whispers and threats and myths, move overwhelmingly in one direction: they try to push women back into their “acceptable” roles — whether as Daddy's girl or fluttery romantic, active nester or passive love object.
"Backlash: the undeclared war against American women" - página 21, Susan Faludi
Backlash (1992)

„Embora o contra-ataque antifeminista não seja um movimento organizado, nem por isto deixa de ser destrutivo. Com efeito, a falta de coordenação, a ausência de uma única liderança só servem para torná-lo menos visível — e talvez mais eficiente. Um backlash contra os direitos das mulheres tem sucesso na medida em que parece não ter conotações políticas, na medida em que se mostra como tudo, menos uma luta. Ele é tanto mais poderoso, quanto mais consegue transformar-se numa questão privada, penetrando na mente da mulher e torcendo a sua visão para dentro, até ela imaginar que a pressão está toda na cabeça dela, até ela começar a impor as regras do backlash a si mesma.“

—  Susan Faludi, livro Backlash: The Undeclared War Against American Women

Although the backlash is not a movement, that doesn't make it any less destructive. In fact, the lack of orchestration, the absence of a single string-puller, only makes it harder to see — and perhaps more effective. A backlash against women's rights succeeds to the degree that it appears not to be political, that it appears not to be a struggle at all. It is most powerful when it goes private, when it lodges in a woman's mind and turns her vision inward, until she imagines the pressure is all in her head, until she begins to enforce the backlash, too — on herself.
"Backlash: the undeclared war against American women" - página 21, Susan Faludi
Backlash (1992)

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