Frases de José Nêumanne Pinto

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José Nêumanne Pinto

Data de nascimento: 18. Maio 1951

José Nêumanne Pinto é um jornalista, poeta e escritor brasileiro. Editorialista e articulista de O Estado de S. Paulo, ele é também comentarista diário na Rádio Estadão. Em 1976, foi agraciado com o Prêmio Esso de jornalismo econômico. Membro da Academia Paraibana de Letras, já publicou 12 livros, dentre os quais se destacam «O Silêncio do Delator» e «O que Sei de Lula» . Por mais de 15 anos foi comentarista diário na Rádio Jovem Pan.

Integrou por muitos anos o setor de jornalismo do SBT, onde tinha o quadro «Direto ao Assunto» em diversos telejornais da emissora – notadamente no Jornal do SBT. Em fevereiro de 2014, é demitido do SBT e assina contrato com a TV Gazeta.



„A chamada política nacional de direitos humanos do governo Lula põe fim à liberdade de expressão e de opinião dos meios de comunicação e da pesquisa científica e ainda dá um chute no balde de nossa galinha dos ovos de ouro, o agronegócio. Comparadas com isso aí, as reformas de base de João Goulart que levaram os militares ao poder em 64 são café pequeno. Mas hoje o presidente assina sem ler. A oposição também não lê. E os militares... alguem sabe por onde andam os militares?“

„A principal fonte de erro para o repórter político é a própria vaidade e seu maior instrumento de trabalho não é a caneta, o bloco de anotações nem o computador, mas o semancol, em doses que devem aumentar com o passar do tempo. Pois a sensação ilusória da proximidade com os poderosos dada ao repórter que segue seus passos é a pior conselheira que ele pode ter. O convívio é uma forma de cooptação mais terrível. A proximidade e a freqüência são poderosas armas a serviço da pura e simples adesão, às vezes piores do que a própria corrupção.“

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