Roger Martin du Gard (1881–1958)
"Os Thibault", de Roger Martin Du Gard - traduzido por Casemiro Fernandes, Publicado por Editora Globo, 1986
Roger Martin du Gard (1881–1958)
"Os Thibault", de Roger Martin Du Gard - traduzido por Casemiro Fernandes, Publicado por Editora Globo, 1986
Rachel de Queiroz (1910–2003) escritora e jornalista brasileira
"O brasileiro perplexo; histórias e crônicas.: histórias e crônicas" - Página 189, de Rachel de Queiroz - Publicado por Editôra do Autor, 1963 - 204 páginas
Paulo César Pereio (1940)
Em entrevista concedida à revista Veja (30 de abril de 2008) http://veja.abril.com.br/300408/holofote.shtml
Ulysses Guimarães (1916–1992) político brasileiro
Suposto diálogo entre Manuel Bandeira e Ulysses Guimarães.
Citação por Ulysses Guimarães durante entrevista no programa de Jô Soares (Jô Soares Onze e Meia, 21 de setembro de 1992).
Outras citações
Fonte: [23:30 h em 21/09/1992, Jô Soares Onze e Meia, programa de entrevistas, SBT, Brasil, português, ca. 4 min. após início do diálogo (1º bloco)]
“O ciúme nasce sempre com o amor, mas nem sempre morre com ele.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“Sofia! Sofia! Não morra! Fique viva para os nossos filhos!”
Franz Ferdinand (1863–1914)
Franz Ferdinand para sua esposa logo depois que foram baleados
“O amor é imortal! Você pode negá-lo sufocá-lo, encerrá-lo, mas ele nunca morre.”
Augusto Cury (1958) Psiquiatra e Escritor brasileiro
“A paixão não morre pelo que se diz, mas sempre pelas palavras nunca ditas.”
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“O homem morre a primeira vez quando perde o entusiasmo.”
Honoré De Balzac (1799–1850) Escritor francês
Martha Medeiros (1961) escritora e jornalista brasileira
A Morte Devagar - Non-Stop, Crônicas do Cotidiano
“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos”
Cora Coralina (1889–1985) poetisa e contista brasileira
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
“A poesia é uma filha que não morre jamais.”
Considerado uma das mentes mais brilhantes da atualidade, o poeta brasileiro se destaca por meio de suas frases e obras impressionantes.
Vinni Corrêa (1981) poeta
Fonte: Coma de 4. São Paulo: All Print Editora, 2012
“Um grande homem é aquele que morre duas vezes. Primeiro, como homem; e depois, como grande homem.”
Paul Valéry (1871–1945)
Les grands hommes meurent deux fois, une fois comme hommes, et une fois comme grands.
Cahier B 1910 - página 79, Paul Valéry, Paul Valéry - Gallimard, 1926 - 83 páginas
“O amor só descansa quando morre. Um amor vivo é um amor em conflito.”
Paulo Coelho (1947) escritor e letrista brasileiro
Palavras essenciais - Página 26, Paulo Coelho - Vergara e Riba Editoras Ltda, 2001, ISBN 8587213156, 9788587213150 - 104 páginas
Por obra, Palavras essenciais
“Até mesmo a bondade, se em demasia, morre do próprio excesso.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
Filippo Tommaso Marinetti (1876–1944)
MARINETTI, Filippo Tommaso. Manifesto futurista. (disponível no Wikisource).
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
O meio está em toda parte. Curvo é o caminho da eternidade."
O convalescente, § 2.
Assim falou Zaratustra
Galvão Bueno (1950) Narrador Esportivo Brasileiro
Ao ser perguntado se ele se incomoda com as críticas
Fonte: Entrevista na Revista Isto É Gente!, de 7 de Janeiro de 2002.
Fiódor Dostoiévski (1821–1881) escritor russo
Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, Os Demônios ou Os Possessos
Mahmoud Ahmadinejad (1956) político iraniano, Ex-presidente do Irã
sobre as críticas do ocidente diante do enriquecimento de urânio conquistado pelo país; Folha de S. Paulo, 15.04.06.
Roberto Jefferson (1953)
ao negar-se a contar como usou os supostos R$ 4 milhões que recebeu do Partido dos Trabalhadores durante interrogatório na CPI dos Correios, para não envolver outras pessoas do seu partido que alegou serem inocentes, em 30/Junho/2005.
“Senhor, morro filha da Igreja.”
Teresa de Ávila (1515–1582)
Señor [...] muero hija de la Iglesia <br class="br">Fonte: "Diccionario de los Santos"; Por Claudio Leonardi, Andrea Riccardi, G. Zarri; Colaborador Claudio Leonardi; Publicado por Editorial San Pablo, 2000; ISBN 842852257X, 9788428522571; 2272 páginas; books.google http://books.google.com.br/books?id=a2WMi-KVQNkC&pg=PA2102&dq=%E2%80%9CMuero+hija+de+la+Iglesia%E2%80%9D&lr=&client=firefox-a#PPA2102,M1, página 2102
“Às vezes, é pela forma como morre que um homem mostra que era digno de viver.”
Francis Ponge (1899–1988)
C'est par sa mort parfois, qu'un homme montre qu'il était digne de vivre
Tome premier - Página 465, de Francis Ponge - Publicado por Gallimard, 1965 - 621 páginas
“Da Amizade
A amizade é uma espécie de amor que nunca morre…”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
(In: Porta Giratória) p. 829 [2]
Frases e Poemas
Variante: A amizade ė um amor que nunca more.
Manuel Bandeira (1886–1968)
Atribuido a Manuel Bandeira em suposto diálogo com o deputado Ulysses Guimarães. Este teria obtido esta resposta após ter exclamado "—Sua inspiração mestre divino!..."
Citado por Ulysses Guimarães durante entrevista no programa de Jô Soares (Jô Soares Onze e Meia, 21 de setembro de 1992).
Atribuições
Fonte: [23:30 h em 21/09/1992, Jô Soares Onze e Meia, programa de entrevistas, SBT, Brasil, português, ca. 4 min. após início do diálogo (1º bloco)]
Giacomo Puccini (1858–1924)
Disse após a estréia da ópera "Madame Butterfly" em fevereiro de 1904. Foi um fracasso inesperado.
Coleção FOLHA de Música Clássica, CD 27.
“Amei a justiça e odiei a iniquidade, por isso morro no exílio.”
Dilexi iustitiam et odivi iniquitatem, propterea morior in exilio <br class="br">últimas palavras; citado em "Pope Gregory VII, 1073-1085: 1073-1085"; Por Herbert Edward John Cowdrey; Publicado por Oxford University Press, 1998; ISBN 0198206461, 9780198206460; 743 páginas books.google http://books.google.com/books?id=D9SG3pEWGfkC&pg=PA680&lpg=PA680&dq=Dilexi+iustitiam+et+odivi+iniquitatem,+propterea+morior+in+exilio&source=web&ots=5gPGwXF9op&sig=swAPgt3QCg_cvy8DJCDtJ1etv0U&hl=pt-BR&sa=X&oi=book_result&resnum=1&ct=result, página 680
Oscar Niemeyer (1907–2012) Arquiteto brasileiro
entrevista a Isabel Murray; Portal BBC Brasil http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/010420_niemeyer.shtml, 20 de abril, 2001
Chico Xavier (1910–2002) Médium brasileiro
BACCELLI, Carlos. O Evangelho de Chico Xavier. São Paulo: Didier, 2000, p. 133
“Se você não passa no morro, eu quase morro.”
Arnaldo Antunes (1960)
na música " Passe em casa http://letras.terra.com.br/tribalistas/64147/"
Paulo César Pereio (1940)
Em entrevista concedida ao Globo News (10 de dezembro de 2010) http://g1.globo.com/platb/geneton/2010/12/10/o-lamento-de-paulo-cesar-pereio-a-mediocridade-e-eterna-os-genios-sao-pereciveis/
Paulo César Pereio (1940)
Vergílio Ferreira (1916–1996) escritor português
Escrever - Página 21, Vergílio Ferreira - Bertrand Editora, 2001, ISBN 9722512056, 9789722512053 - 280 páginas
Escrever
“Morre um liberal mas continua a viver a liberdade!”
Líbero Badaró (1798–1830) jornalista
ao falecer, assassinado; citado em "Os holandeses no Brasil, 1626-1654" - vol. 189, Página 222, Companhia editora nacional, 1939
Tulio Maravilha (1969) futebolista brasileiro
entrevista http://www.diaadiarevista.com.br/News/17/1088/tulio-f-c-.aspx à Marília Ruiz; Revista Dia a Dia; Túlio F.C.; domingo, 1 de novembro de 2009
Dona Zica (1913–2003) Sambista
Depoimento ao programa MBP Especial, Tv Cultura, (1973)
Flávio Bolsonaro (1981) político brasileiro do Rio de Janeiro
Em debate sobre Tropa de elite na TV Alerj, quando indagado se a força policial excessiva usada pelo Bope é justificável.
Fonte: Idem
“O meu amor agora está perigoso. Mas não faz mal, eu morro mas eu morro amando.”
Cazuza (1958–1990) cantor e compositor brasileiro
Almada Negreiros (1893–1970)
http://www.triplov.org/almada_negreiros/anti_dantas.htm
Manifesto Anti-Dantas
“A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
Martha Medeiros (1961) escritora e jornalista brasileira
Muere lentamente quien se transforma en esclavo del hábito, repitiendo todos los días los mismos trayectos <br class="br">texto de Martha Medeiros, com frequência atribuído a Pablo Neruda <br class="br">Mal atribuídas <br class="br">Fonte: O Estado de S. Paulo, Falso poema atribuído a Neruda é da brasileira Martha Medeiros http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,falso-poema-atribuido-a-neruda-e-da-brasileira-martha-medeiros,306181,0.htm