Frases sobre ainda página 12
“Há momentos em que acho que a língua ainda não é absolutamente nada.”
Ludwig Van Beethoven (1770–1827) compositor alemão
“A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo.”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês
Variante: A vida já é curta e nós a encurtamos ainda mais desperdiçando o tempo.
“Um ancião é uma grande árvore que, já não tendo nem frutos nem folhas, ainda está presa á terra.”
Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
“Te amo ainda que isso te fulmine ou que um soco na minha cara me faça menos osso e mais verdade”
Hilda Hilst (1930–2004) poeta brasileira
Variante: Ainda que as circunstâncias influam muito sobre o nosso caráter, a vontade pode modificar as circunstâncias em nosso favor.
“Talvez: resposta pior que? não?, uma vez que ainda deixa, meio bamba, uma esperança.”
Pedro Bial (1958) Apresentador de TV, jornalista, escritor, cineasta e poeta brasileiro
“Aquilo que aprendi já não o sei. O pouco que ainda sei adivinhei-o.”
Nicolas Chamfort (1741–1794)
Variante: O que aprendi, já não sei. O pouco que ainda sei, adivinhei-o.
Em C. Vide, 4 Jano 929
“Só os grandes espíritos resistem. E ainda assim…”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês
“De todas as mentiras, a arte é ainda a menos falsa.”
Gustave Flaubert (1821–1880)
Variante: A arte é, de todas as mentiras, a que engana menos.
in Dispersos e Inéditos
“Ficava no ar aquela coisa assim? Um dia, se houver oportunidade, ainda seremos bons amigos?”
Caio Fernando Abreu (1948–1996) escritor brasileiro
“As únicas falsas loucuras que ainda existem são aquelas que uma vez por outra os sábios cometem.”
Pietro Aretino (1492–1556) escritor, dramaturgo, poeta e satírico italiano
“Diálogo Bobo - Abandonou-te? - Pior ainda: esqueceu-me…”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
Diálogo Bobo; Da Preguiça como Método de Trabalho
Variante: Abandonou-te?
-Pior ainda! Esqueceu-me.
“Só quero torná-la de toda a humanidade; ainda que para isso tenha de a perder como minha.”
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português