Frases sobre coisa
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“Cientistas acreditam em coisas, não em pessoas.”

Marie Curie (1867–1934) química e física polonesa naturalizada primeiro russa, e, em seguida, francesa
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“O Gênesis do absurdo.

No início não havia coisa alguma.
Não existia a fome.
A seca.
Os terremotos ou todo o monte
de destroços por cima de corpos
esmagados que eles acostumam
deixar para trás.

Não existia traições,
sacrifícios.

Não tinha homicídios,
as chacinas,
ou os temíveis
genocídios.

Não existia a sede e nem as pestes.

Não havia o governo,
cientistas
ou as bombas atômicas.

No início não existia qualquer tipo
de armas
ou muito menos
todas as guerras feitas
por elas.

No início não existia dinheiro
ou muito menos a buscar
por algum tipo
de poder.

No início não havia morte,
e muito menos
o luto.

Não tinha o choro,
a agonia,
as lamentações.

Não havia desesperança,
nem ossos mutilados.

Os vícios ou suas drogas.

Não tinha os estupros,
as torturas.
Não havia indignação.

Não existia vingança,
nem desistência.

No início tudo estava em sintonia,
não havia nada,
era algo singular,
sem quês ou porquês.

No início tudo era tudo.

Nem belo, nem feio.

Nem quente, nem frio.

Nem liso, ou aspero.

Na início nada era bom,
pois não tinha nada
que fosse mal.

Não tinham respostas, pois não
haviam perguntas para
serem feitas.

No início de tudo,
luz
e
escuridão
eram a mesma
coisa.

Até que alguma força,
que a maioria diz
ter sido alguma espécie de deus
benevolente,
de poder incomparável
e inteligência
absoluta,
resolveu que deveria dar início
há tudo.

Pelo visto, algo se cansou
de estar sozinho
e entendeu que a solução
seria espalhar
sua vasta energia
por ai,
criando todo o tempo
e o tecido do
espaço.

Resolveu que a perfeição era
uma besteira
e deu início a todo o
imperfeito.

Algum ser filho da puta
o suficiente,
há muito tempo
resolveu sem consultar a
ninguém
(Porque só havia ele)
que a vida deveria existir.

E assim fez, instalando o caos,
por dentro de absolutamente
todas as coisas.

Há muito, muito tempo,
alguém
ou algo
resolveu nos trazer até
aqui
e após perceber
o tamanho da merda que tinha
cometido,
se foi
e nunca mais
voltou.

Talvez por culpa
ou vergonha,
quem é que vai
saber?

Talvez, o universo seja a vasta criação
de alguma criatura covarde
que se foi pela fuga
de seu próprio infinito
quando percebeu que seu egoísmo
absurdo
fez com que cometesse
uma atrocidade.

E tudo o que sobrou, da bendita
imbecilidade do seu criacionismo
foram coisas como
a gente,
fazendo coisas como gente
e pagando pelos erros
de um
deus vergonhoso
que
segundo o cristianismo,
a coisa mais interessante que
conseguiu fazer enquanto
aqui esteve, foi ter feito a Terra,
antes mesmo
de criar
o Sol.”

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“Poema – Daforin

Eu sou um parasita
Para aqueles que me amam
Desgracei as suas vidas
Com o meu nascimento

Agora vos entrego o meu suicídio
Para que vocês possam sorrir por um dia;

Não veem que estou
Destruindo suas vidas?

Me enforquem
Para que eu possa faze-los viver!

Há uma assombração
Que caminha ao meu lado
Desde os primórdios da minha infância

Todas as vezes que eu tento ser feliz
Ela começa a chorar

Suas lágrimas transformam-se em
Maldições que transformam o meu
Sorriso em gritos de dor

Gritando como um lunático
Eu suplico para que todos
Vocês vão embora

Eu só quero ficar sozinho
Com o diabo e ouvi-lo chorar

Sentindo a sujeira do mundo
Corroer a minha pele

Não entendo como vocês
Podem amar um monstro como eu;

Há uma assombração
Que caminha ao meu lado
Desde os primórdios da minha infância

Todas as vezes que eu tento
Levantar da cama

Ela se deita em meu lugar
Me prendendo a este quarto
Um escravo das suas paranoias

Escutei os sussurros de
Uma criança maldita
Lamentando o seu nascimento

Como a morte pré-matura
De estrelas incandescentes

Desejamos a escuridão do nada
E o martírio de todas as coisas

Me usem!
Como um porco
Pronto ao abate!

Me odeiem!
Como o diabo odeia
O crucifixo!

Eu sou as trevas
Nos olhos daqueles
Que perderam as suas esperanças

Nas minhas poesias
Há metáforas que escondem
A data do meu suicídio

Mas vocês só se importam
Com o poeta

E não com o sangue
Jorrado dos meus punhos;

Há uma assombração
Que caminha ao meu lado
Desde os primórdios da minha infância

E ela faz todos que eu amo sofrer
Todas as vezes que eu tento abrir
O meu coração

Ela me transforma em um monstro
Capaz de corroer as suas entranhas
E sugar a sua felicidade

Eu sou um parasita
Para aqueles que me amam
Desgracei as suas vidas
Com o meu nascimento

Agora vos entrego o meu suicídio
Para que vocês possam sorrir por um dia…
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche

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“Quando o amor cresce doente, a melhor coisa que podemos fazer é colocá-lo em uma morte violenta, eu não posso suportar a tortura de uma paixão persistente e Consumptivo.”

George Etherege (1635–1692)

G. E. Bentley, The Jacobean and Caroline Stage, 7 vols (Oxford, 1941-68), vi (1968), gives details on cach venue. This Section draws heavily on Bentley's work. pp. 28-29-92-95 for Charles's statcment. ISBN 0-460-87432-2.

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“Só à luz da esfera pública é que aquilo que é consegue aparecer, tudo se torna visível a todos. Na conversação dos cidadãos entre si é que as coisas verbalizam e se configuram; na disputa dos pares entre si, os melhores se destacam e conquistam a sua essência: a imortalidade da fama.”

Jürgen Habermas (1929) professor académico alemão

Fonte - Livro: HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública: investigações quanto a categoria da sociedade burguesa. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. p. 16"

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“As nossas verdades não expressam outra coisa senão a maneira pela qual são vistas e concebidas para cada um, num dado momento. Elas são, portanto, relativas ao observador e progressivas no tempo.”

Pietro Ubaldi (1886–1972) Filosofo ìtalo-brasileiro, que fundamentou uma ciência espiritualista, apreciada até mesmo por Eintein.

P. Ubaldi - A Descida dos Ideais

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“Só quero fazer alguma coisa que seja importante. Ou ser alguma coisa importante. Eu só quero ser importante.”

John Green (1977) Escritor, empresário e vlogger norte-americano

Colin Singleton, p. 126
Quem é Você, Alasca? (2005), O Teorema Katherine (2006)

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“Para mim, compactuar com corrupção é coisa de direitista. Mesmo que seja do PT, do PC do B.”

Cristovam Buarque (1944) Político brasileiro

Em entrevista a BBC http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160122_entrevista_cristovam_buarque_ab — 22 de janeiro de 2016

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“A verdade vive, de fato, na maior parte, á custa de um sistema de crédito. (…) Você aceita a minha verificação de uma coisa, eu de outra. Comerciamos um com a verdade do outro. Mas as crenças verificadas por alguém, são as vigas de toda uma super estrutura.”

William James (1842–1910)

William James, Pragmatismo http://books.google.com.br/books?id=fxePOwAACAAJ&dq, Sexta Conferência, página 116, Trad. Jorge Caetano da Silva, ISBN 8572325751, 9788572325752 - 184 páginas.

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“Uma sociedade saudável e normal é aquela em que as pessoas habitualmente entram em divergência, já que um acordo geral é coisa rara de existir fora da esfera das qualidades humanas instintivas.”

Carl Gustav Jung (1875–1961) psiquiatra e psicoterapeuta suíço

Fonte: O homem e seus símbolos, Carl G. Jung, Maria Lúcia Pinho, Nova Fronteira, 2012, p.70

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“Portanto, concluo que o nosso modo de chegar ao conhecimento, como chegamos lá e o número de coisas que conhecemos, é infinitamente superado pelo conhecimento divino; mas não por esse motivo o desvaloriza o suficiente para considerá-lo absolutamente nada; de fato, quando considero quantas coisas maravilhosas os homens estudaram e operaram, reconheço e compreendo claramente que a mente humana é a obra de Deus e a mais excelente.”

Galileu Galilei (1564–1642) físico, matemático, astrônomo e filósofo florentino

Pertanto concludo che il nostro modo di arrivare alla conoscenza, in quanto al come ci arriviamo e al numero delle cose da noi conosciute, è infinitamente superata dalla conoscenza divina; ma non per questo la svaluto tanto da reputarla assolutamente nulla; anzi, quando considero quante e così meravigliose cose hanno studiato e operato gli uomini, molto chiaramente riconosco e capisco che la mente umana è opera di Dio, e delle più eccellenti.
Dialogo (1632) como citado in Barocco italiano https://erprofessor.wordpress.com/2019/02/06/barocco/
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“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi. Amei e fui amado, mas também fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade, tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi! E ainda vivo. Não passo pela vida. E você também não deveria passar. Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, por que o mundo pertence a quem se atreve. E a vida é muito para ser insignificante.”

Charlie Chaplin (1889–1977) Comediante, ator e cineasta britânico

Na internet há várias versões do texto acima e até meados de 2008 o autor era desconhecido. Chegou-se a acreditar que este texto tivesse sido inspirado no texto Curriculum Vitae de Felix Coronel(registrado na Biblioteca Nacional e escrito em livro em 2003), entretanto, foi constatada a autoria deste texto que é do poeta brasileiro Augusto Branco http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Branco (ver site oficial do autor:http://www.augustobranco.com) o qual não costumava assinar seus textos, dando espaço para que os internautas associassem o texto a Charles Chaplin, mas o poema está registrado na Fundação Biblioteca Nacional com autoria de Augusto Branco, conforme os dados a seguir:
Atribuição incorreta

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“Nós defendemos com unhas e dentes o direito à propriedade, porque achamos uma coisa ão boa que queremos estendê-la para todos os brasileiros.”

Leonel Brizola (1922–2004) Político brasileiro

Durante palestra no 5° Congresso Internacional de Urbanismo.
Fonte: Brizola. Página 32. Marcus Cunha e Jesus Pereira. Edição dos autores. Pelotas, 1989.

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“Uma coisa é errar consciente do erro; outra é errar quando se pretendia fazer o que parecia certo.”

reiki universal, Johnny De' Carli, citações, erros

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““Qualquer coisa que tire a sua paz, não vale a pena!””

Fonte: Livro: Matheus Souza em Frases

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“me apego às fotografias
porque são a única coisa que restou”

do livro Renascença

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“Adolf Hitler pode ter errado todas as linhas, mas uma coisa é incontestável: o homem foi capaz de trabalhar a partir de seu caminho de cabo no exército alemão para Fuhrer de uma população de quase oitenta milhões… Seu sucesso sozinho provou que eu deveria subordinar-me a este homem.”

Adolf Eichmann (1906–1962)

Adolf Hitler may have been wrong all down the line, but one thing is beyond dispute: the man was able to work his way up from lance corporal in the German Army to Führer of a people of almost eighty million. ... His success alone proved that I should subordinate myself to this man.
conforme citado em "The Eichmann Memoir" in The Personalist Volume XLII (1961)

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“Uma coisa apenas: essa densidade e essa estranheza do mundo, isto é o absurdo.”

Albert Camus (1913–1960)

Fonte: O mito de sísifo (1942), p. 29

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“Exageramos sempre as coisas que não conhecemos.”

Albert Camus (1913–1960)

Camus, Albert. O estrangeiro; tradução de Valerie Rumjanek. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010.p. 102
O Estrangeiro

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“A televisão é como as torradeiras: carrega-se no botão e sai sempre a mesma coisa.”

Alfred Hitchcock (1899–1980) Diretor e produtor de cinema do Reino Unido

The television set in American homes is like the toaster. You press a button and the same thing pops up almost every time.
citado em "The Reader's digest: Volume 85" - página 26, DeWitt Wallace, Lila Bell Acheson Wallace - 1964
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“Não há acaso no governo das coisas humanas, e a fortuna é apenas uma palavra que não tem sentido algum.”

Jacques Bénigne Bossuet (1627–1704) Teórico Absolutista do século XVII

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Fonte: Citações da Cultura Universal - Página 21, Alberto J. G. Villamarín, Editora AGE Ltda, 2002, ISBN 8574970891, 9788574970899