Frases sobre amor página 13
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“Muitos são os remédios que curam o amor, mas nenhum é eficaz.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
Cesare Pavese (1908–1950)
Variante: O homem interessa-se tão pouco pelo próximo que até mesmo o cristianismo recomenda fazer o bem por amor a Deus.
“A amizade é, acima de tudo, certeza? é isso que a distingue do amor.”
Marguerite Yourcenar livro Coup de Grâce
Coup de Grâce
Variante: A amizade é, acima de tudo, certeza - é isso o que a distingue do amor.
“As crianças são sempre o símbolo do eterno matrimônio entre o amor e o desejo.”
Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa
“O amor que se acende e se apaga descontinuamente logo se queima.”
Dino Basili (1934) jornalista italiano
“Nos amores deste mundo, desde Eva, há sempre um que ama e outro que se deixa amar.”
Eça de Queiroz (1845–1900) Escritor e diplomata português
“Dói quando se ama.
Dói quando se apaga a chama.
É preciso conhecer a dor
para reconhecer o amor!”
João Morgado (1965) escritor português
Para Ti (2014)
“O amor tem que ser um egoísmo a dois.”
Germaine de Staël (1766–1817)
Variante: O amor é um egoísmo a dois.
“Talvez o amor seja apenas o reconhecimento do prazer.”
Honoré De Balzac (1799–1850) Escritor francês
“O amor é imortal! Você pode negá-lo sufocá-lo, encerrá-lo, mas ele nunca morre.”
Augusto Cury (1958) Psiquiatra e Escritor brasileiro
Marquês de Maricá (1773–1848)
Variante: A obstinação nas disputas é quase sempre efeito do nosso amor-próprio: julgamo-nos humilhados se nos confessamos convencidos.
“Não há mal pior que a descrença, mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão.”
Vinícius de Moraes (1913–1980) cantor, poeta, compositor e diplomata brasileiro
“Na verdade, eu acho que a amizade e o amor são exatamente a mesma coisa.”
Truman Capote (1924–1984) Escritor norte-americano
“Por que o amor, aparentemente tão doce, é tão prepotente e tão brutal quando posto à prova?”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês