Frases sobre toda
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“Arranquei do calendário os dias de Maio e de Junho, disse Susan, e vinte e dois dias de Julho. Arranquei-os e amarfanhei-os, e por isso já só existem como um peso no meu coração. São dias mutilados, como borboletas nocturnas com as asas arrancadas, incapazes de voar. Já só faltam oito dias. Dentro de oito dias, descerei do comboio e ficarei parada no cais às seis e vinte e cinco. A minha liberdade vai então desabrochar, fazendo estalar todas as obrigações que me tolhem e diminuem — os horários, a ordem, a disciplina, o ter de estar aqui e ali a horas certas. O dia explodirá de brilho quando eu abrir a porta e vir o meu pai com o seu velho chapéu e as polainas. Vou tremer. Romper em lágrimas. Depois, na manhã seguinte, levanto-me de madrugada. Saio pela porta da cozinha. Irei pelo paul, ouvindo trovejar atrás de mim os grandes cavalos montados por fantasmas que de súbito se detêm. Verei a andorinha roçando a erva. Vou atirar-me para um banco junto ao rio e ficar a ver os peixes deslizando entre os juncos. Terei nas palmas das mãos as marcas das agulhas dos pinheiros. Então poderei desdobrar e examinar com atenção tudo o que aqui nasceu em mim, qualquer coisa de duro. Porque alguma coisa cresceu dentro de mim, através do Inverno e do Verão, dos dormitórios e escadarias. Ao contrário de Jinny não quero ser admirada. Não quero que as pessoas ergam os olhos de admiração quando entro. Quero dar e receber e quero a solidão onde possa desdobrar em paz tudo o que possuo.”

The Waves

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“Sente-se.
Está sentado?
Encoste-se tranquilamente na cadeira.
Deve sentir-se bem instalado e descontraído.
Pode fumar.
É importante que me escute com muita atenção.
Ouve-me bem?
Tenho algo a dizer-lhe que vai interessá-lo.

Você é um idiota.

Está realmente a escutar-me?

Não há pois dúvida alguma de que me ouve com clareza e distinção?
Então repito: você é um idiota. Um idiota.
I como Isabel;
D como Dinis;
outro I como Irene;
O como Orlando;
T como Teodoro;
A como Ana.
Idiota.

Por favor não me interrompa.
Não deve interromper-me.
Você é um idiota.
Não diga nada.
Não venha com evasivas.
Você é um idiota.
Ponto final.

Aliás não sou o único a dizê-lo.
A senhora sua mãe já o diz há muito tempo.
Você é um idiota.
Pergunte pois aos seus parentes.
Se você não é um idiota…
claro, a você não lho dirão, porque você se tornaria vingativo como todos os idiotas.
Mas os que o rodeiam já há muitos dias e anos sabem que você é um idiota.
É típico que você o negue.
Isso mesmo: é típico que o Idiota negue que o é.
Oh, como se torna difícil convencer um idiota de que é um Idiota.
É francamente fatigante.
Como vê, preciso de dizer mais uma vez que você é um Idiota e no entanto não é desinteressante para você saber o que você é e no entanto é uma desvantagem para você não saber o que toda a gente sabe.
Ah sim, acha você que tem exactamente as mesmas ideias do seu parceiro.
Mas também ele é um idiota.
Faça favor, não se console a dizer que há outros Idiotas: Você é um Idiota.
De resto isso não é grave.
É assim que você consegue chegar aos 80 anos.
Em matéria de negócios é mesmo uma vantagem.
E então na política!
Não há dinheiro que o pague.
Na qualidade de Idiota você não precisa de se preocupar com mais nada.
E você é Idiota

(Formidável, não acha?)”

Bertolt Brecht (1898–1956)
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“Eu nasci numa família muito ligada à política. Agora, eu depois me rebelei contra isso, inclusive eu fui para a Universidade e praticamente só fazia estudar, essa coisa toda. Eu diria que… mais tarde eu voltei a me preocupar com a questão política, quando já era, enfim, depois da adolescência, quando tava na Universidade ainda, mas daí eu fui para a Esquerda, né, então eu tinha ligação com o pessoal do Partido Comunista. Na época eu ajudei, eu escrevia pra revista brasiliense que era do Caio Prado e do Elias Chaves Neto, e essa não era do Partido Comunista, mas era ligada, tendência. E eventualmente para o jornal Fundamentos, esse sim, era do Partido Comunista. Até que veio a questão da Hungria, a invasão da Hungria, o relatório Khrushchov, então pá, acabou tudo isso. E eu passei um longo período, enfim, outra vez, voltando só para os estudos. E depois eu, de alguma maneira, fui engolfado pela política por causa do regime militar; porque fui, enfim, obrigado a sair do Brasil. Eu não estava ligado a nenhum partido naquela ocasião. Meu pai tinha sido deputado federal pelo PTB, pelo partido trabalhista. Eu conhecia as pessoas e tal, mas eu não estava em nada disso. Eu estava na Universidade, querendo modernizar a Universidade e veio o golpe. No começo eu nem imaginei que fosse acontecer alguma coisa de mais grave, mas como eu tinha muita presença nas lutas da Universidade, eu era membro do conselho universitário, tinha sido eleito contra a direita universitária e tal, eles achavam que isso significaria alguma ligação de outra natureza e eu fui obrigado a sair do Brasil. Aí, exílio, ditadura. Então, isso é o que me levou, de novo, a ter uma participação mais ativa na política.”

Fernando Henrique Cardoso (1931) Sociólogo e político brasileiro, ex-presidente do Brasil

Brado Retumbante: Memória das Diretas — 21 de outubro de 2014
Vídeo no YouTube: youtube.com/watch?v=2RE5l0NVK_0

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“Marina, essa coisa de meio ambiente é igual a um exame de próstata, não dá para ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter de enfiar o dedo no cu da gente. Então, companheira, se é para enfiar, é melhor que enfiem logo.”

Luiz Inácio Lula da Silva (1945) político brasileiro, 35º presidente do Brasil

Gerais, Sem data/sem fontes
Fonte: NOSSA, Leonencio; SCOLESE, Eduardo. Viagens com o presidente. Rio de Janeiro: Record, 2006.

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“De todas as coisas que perdi, sinto mais falta da minha mente.”

Mark Twain (1835–1910) escritor, humorista e inventor norte-americano
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“Poema – Sodoma

No esgoto dos ratos
Os suicidas trepam com as baratas
Para esquecer o seu medo da morte

Enquanto aqueles que já se mataram
Participam de orgias com a mãe de cristo
Em busca de salvação
Da condenação divina;

Há uma jovem neste exato momento
Que teve o seu coração partido

Ela jura que a arma na gaveta do seu pai
Pode solucionar todos os seus problemas

Enquanto o seu vizinho ao lado
Chora todas as manhãs

Com uma única chance
De faze-la sorrir

O quão irônica é a vida?
Enquanto padres estupram crianças

Mães rezam para que cristo as protejam
Do homem que as violentam todos os dias

Como uma sinfonia composta por
Beethoven e apreciada pelo Diabo
A vida e a morte caminham de mãos dadas

Enquanto nós meros mortais
Clamamos por um abraço daqueles
Que nos apunhalaram pelas costas

Um homem de sessenta anos
Teve o seu coração partido
Mais vezes do que todos os seus filhos

Hoje ele chora sozinho em sua sala de estar
Se perguntando por que não teve coragem
De se matar aos dezesseis anos

Talvez porque a dor em seu coração
Não fosse tão forte
Quanto a sua vontade de viver mais um dia?

Vivemos vidas miseráveis
Enquanto nos perdemos em ambições
De uma vida feliz e um amor sincero

Existe um boato no inferno
Que todas as almas felizes são condenadas
Ao abismo da melancolia

Enquanto aqueles que sofreram em vida
São abraçados pelo acalanto amor
De um anjo apaixonado

Mas todos nós sabemos que
Os contos bíblicos são mentiras

Contadas por homens que queimavam
Mulheres inocentes
Em fogueiras de pura covardia e terror

Blasfêmias ofendem mais
Do que crianças morrendo de fome

Ou adolescentes cortando seus pulsos
Enquanto seus pais dizem que o sangue
Que escorre pelas suas veias
É pura frescura

Uma mulher inocente
Foi estuprada por um monstro imundo

Ela se enforca se sentindo culpada
E o crápula é aplaudido pelos vermes
Que chamam de amigos

Vivemos em uma sociedade doente
E o suicídio para alguns é o remédio
Menos doloroso…
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Fonte: Filosofia Niilismo

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“A liberdade costuma vir vestida de trapos; porém, mesmo assim, é muito bela, mais bela do que todas as moedas de ouro e prata.”

Amado Nervo (1870–1919)

La libertad suele ir vestida de harapos; pero aun así, es muy bella, más bella que todas las libreas de oro y plata
El arquero divino‎ - Página 116, de Amado Nervo - Publicado por Espasa-Calpe Argentina, 1944 - 151 páginas

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“As religiões, todas elas, por mais voltas que lhes dermos, não têm outra justificação para existir que não seja a morte, precisam dela como do pão para a boca.”

José Saramago (1922–2010) escritor português

... ] "Tem razão, senhor filósofo, é para isso mesmo que nós existimos, para que as pessoas levem toda a vida com o medo pendurado ao pescoço e, chegada a sua hora, acolham a morte como uma libertação," [... ] "Não foi o que nos habituaram a ouvir, Algo teriamos que dizer para tornar atractiva a mercadoria, Isso quer dizer que em realidade não acreditam na vida eterna, Fazemos de conta.

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“Até quando serei capaz de gritar até arrebentar os pulmões toda a noite, durante um ano inteiro de turnê?”

Kurt Cobain (1967–1994) Vocalista, guitarrista, compositor e músico

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“A sua primeira paixão, a mulher ama seu amante; em todas as outras ela só ama o amor.”

George G. Byron (1788–1824)

Variante: Na sua primeira paixão, a mulher ama o seu amante; em todas as outras, do que ela gosta é do amor.

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“Sentimos que, mesmo depois de serem respondidas todas as questões científicas possíveis, os problemas da vida permanecem completamente intactos”

Ludwig Wittgenstein (1889–1951)

Wir fühlen dass selbst, wenn alle möglichen wissenschaftlichen Fragen beantwortet sind, unsere Lebensprobleme noch gar nicht
citado em "Ludwig Wittgenstein: eine existenzielle Deutung"‎ - Página 58, Leo Adler - Karger Publishers, 1976, ISBN 3805523904, 9783805523905 - 110 páginas

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“Somente quem tem a vocação da política terá certeza de não desmoronar quando o mundo, do seu ponto de vista, for demasiado estúpido ou demasiado mesquinho para o que ele deseja oferecer. Somente quem, frente a todas as dificuldades, pode dizer ‘Apesar de tudo!’ tem a vocação para a política.”

Max Weber (1864–1920) Jurista e sociólogo alemão

Only he has the calling for politics who is sure that he shall not crumble when the world from his point of view is too stupid or too base for what he wants to offer. Only he who in the face of all this can say 'In spite of all! has the calling for politics.
From Max Weber: Essays in sociology - página 128, Max Weber, Hans Heinrich Gerth, Charles Wright Mills - Oxford university press, 1946 - 490 páginas

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“Toda mulher gosta de apanhar.”

Nélson Rodrigues (1912–1980) escritor e dramaturgo brasileiro

Flor de Obsessão: as 1000 melhores frases de Nelson Rodrigues
Variações:
"Toda mulher gosta de apanhar, apenas as neuróticas reagem."
A lição de Charcot
"Nem toda mulher gosta de apanhar, só as normais"
A Impressão da Cultura
Variante: Nem toda mulher gosta de apanhar, só as normais.
Fonte: Flor de Obsessão: as 1000 melhores frases de Nelson Rodrigues; Coleção das obras de Nelson Rodrigues: as 1000 melhores frases de Nelson Rodrigues", de Nelson Rodrigues, Ruy Castro - Publicado por Companhia das Letras, 1992 - 183 páginas
Fonte: A lição de Charcot - Página 113, de Antonio Quinet - Publicado por Jorge Zahar Editor Ltda, 2005 ISBN 8571108412, 9788571108417
Fonte: A Impressão da Cultura - Página 79, de José Antônio Silva - Publicado por Editora Sulina, 1990 ISBN 8520500269, 9788520500262 - 104 páginas

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“(…) Que sabemos das coisas, exceto através de nossa mente? Tudo o que acontece, acontece na cabeça. E o que acontece em todas as mentes, de fato acontece.”

George Orwell (1903–1950) escritor e jornalista britânico

1984, George Orwell, Companhia Editora Nacional, 2005. p. 265.
1984

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“Toda minha Física não passa de uma Geometria.”

René Descartes (1596–1650)

toute ma physique n'est autre chose que géométrie.
Oeuvres complètes - Volume 7 - Página 121 https://books.google.com.br/books?id=8C1RAAAAcAAJ&pg=PA121, René Descartes, ‎Victor Cousin - 1824
Discurso do método (1637), Sexta parte

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“Quando iniciamos a vida, cada um de nós recebe um bloco de mármore e as ferramentas necessárias para convertê-lo em escultura. Podemos arrastá-lo intacto a vida toda, podemos reduzi-lo a cascalho ou podemos dar-lhe uma forma gloriosa.”

Richard Bach (1936)

We are each given a block of marble when we begin a lifetime, and the tools to shape it into sculpture. [...] We can drag it behind us untouched, we can pound it to gravel, we can shape it into glory
One - página 118, Richard Bach - Dell, 1989, ISBN 044020562X, 9780440205623 - 400 páginas

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“Vi um corte brusco no filme, mas eu queria mais nudez. Pensei: ‘Onde estão todas as coisas loucas que eu fiz?”

Sharon Stone (1958)

sobre Instinto Selvagem 2
Fonte: Revista ISTOÉ Gente, edição 340 http://www.terra.com.br/istoegente/340/frases/index.htm (27/02/2006)

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“Todas as religiões baseiam-se no medo de muitos e na esperteza de poucos.”

Stendhal (1783–1842)

Toutes les religions — excepté la véritable, celle du lecteur — sont fondées sur la peur du plus grand nombre et l'adresse de quelques-uns.
citado em "Stendhal-Beyle" - página 224, Arthur Chuquet - Plon-Nourrit et cie, 1902 - 548 páginas
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“Não nascer talvez seja a maior dádiva de todas.”

Sófocles (-496–-406 a.C.)

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“No futuro, todas as pessoas serão famosas durante quinze minutos.”

Andy Warhol (1928–1987)

citado em "Toward socio-criticism: selected proceedings of the conference "Luso-Brazilian literatures, a socio-critical approach" - página 211, Roberto Reis - Center for Latin American Studies, ASU at Tempe, 1991, ISBN 0879180749, 9780879180744 - 236 páginas
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“Era nisso que ele acreditava, em que sempre acreditou quando eu falava e falava sobre a bondade? Estaria ele fazendo o violino dizer isso? Estaria criando deliberadamente aquelas notas longas, puras e transparentes para dizer que a beleza não significava nada porque vinha do desespero dentro dele e que afinal não tinha nada a ver com o desespero, porque o desespero não era belo e então a beleza não passava de uma horrível ironia? A beleza não era a traição que ele imaginava ser, era mais uma terra desconhecida na qual se poderiam cometer mil erros fatais, um paraíso selvagem e indiferente sem indicações claras do bem e do mal. Apesar de todos os refinamentos da civilização que conspiraram para produzir a arte — a estonteante perfeição do quarteto de cordas ou o exuberante esplendor das telas de Fragonard — a beleza era selvagem. Era tão perigosa e sem lei quanto a terra fora milênios antes que o homem tivesse elaborado um único pensamento coerente ou escrevesse códigos de conduta em tábuas de argila. A beleza era um Jardim Selvagem. Assim, por que iria feri-lo o fato de mesmo a música mais desesperadora estar cheia de beleza? Por que isso iria magoá-lo, torná-lo cínico, triste e desconfiado? O bem e o mal são conceitos criados pelo homem. E o homem é melhor, de fato, do que o Jardim Selvagem. Mas talvez bem no íntimo, Nicki sempre tenha sonhado com uma harmonia entre todas as coisas, que eu sempre soube ser impossível. Nicki não sonhara com a bondade, mas sim com a justiça.”

O Vampiro Lestat

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“Aqueles que procuram agradar se enganam. Para agradar, tornam-se maleáveis, apressam-se a corresponder a todos os desejos. E acabam por trair-se em todas as coisas, para ser como os desejam. Que fazer com seres que não têm ossos nem forma?”

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Fonte: http://www.caras.uol.com.br - 5 de novembro de 2009 - EDIÇÃO 835 - Citações http://caras.uol.com.br/noticia/citacoes-novembro
Sobre a frase "Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós." NÃO se encontra com certeza no livro o Pequeno Príncipe e em 153 citações populares de Antoine Saint- Exupéry, em sites franceses, não se encontra esta. Como pode ser verificado em http://www.lescitations.net/citations/auteurs/Antoine_de_Saint-Exupéry.html. Diante disso seria melhor retirar da seção do autor. Por enquanto o autor é desconhecido.

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“O indivíduo não é um átomo, mas a individuação histórica de toda a sociedade.”

Antonio Gramsci (1891–1937) Pensador marxista

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“O motor principal e fundamental no homem, bem como nos animais, é o egoísmo, ou seja, o impulso à existência e ao bem-estar. […] Na verdade, tanto nos animais quanto nos seres humanos, o egoísmo chega a ser idêntico, pois em ambos une-se perfeitamente ao seu âmago e à sua essência. Desse modo, todas as ações dos homens e dos animais surgem, em regra, do egoísmo, e a ele também se atribui sempre a tentativa de explicar uma determinada ação. Nas suas ações baseia-se também, em geral, o cálculo de todos os meios pelos quais procura-se dirigir os seres humanos a um objetivo. Por natureza, o egoísmo é ilimitado: o homem quer conservar a sua existência utilizando qualquer meio ao seu alcance, quer ficar totalmente livre das dores que também incluem a falta e a privação, quer a maior quantidade possível de bem-estar e todo o prazer de que for capaz, e chega até mesmo a tentar desenvolver em si mesmo, quando possível, novas capacidades de deleite. Tudo o que se opõe ao ímpeto do seu egoísmo provoca o seu mau humor, a sua ira e o seu ódio: ele tentará aniquilá-lo como a um inimigo. Quer possivelmente desfrutar de tudo e possuir tudo; mas, como isso é impossível, quer, pelo menos, dominar tudo: "Tudo para mim e nada para os outros" é o seu lema. O egoísmo é gigantesco: ele rege o mundo.”

Página 51
A Arte de Insultar

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“Dê a todas pessoas seus ouvidos, mas a poucas a sua voz.”

William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês

Ato I - Cena III: Polônio
HAMLET (1603)

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“Toda a carne, à meia-noite,/ silenciará./ E a voz da primavera anunciará,/ correndo,/ que, apenas amanheça o dia,/ a morte estará vencida,/ pelo esforço da Ressurreição.”

Boris Pasternak no poema "Na Semana Santa", citado em MAIS BELAS ORAÇOES DE TODOS OS TEMPOS, AS: INCLUI CD DE ORAÇOES‎ - Página 147, ROSE MARIE MURARO, Editora Pensamento, ISBN 8531512247, 9788531512247 - 204 páginas

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“Não sou Cristo nem filantropo, velha, sou totalmente o oposto de um Cristo (…). Luto pelas coisas em que acredito, com todas as armas ao meu dispor e tento deixar o outro homem morto de modo que eu não seja pregado numa cruz ou em algum outro lugar.”

Che Guevara (1928–1967) guerrilheiro e político, líder da Revolução Cubana

citado em "Che Guevara - Uma biografia" - Página 246 http://books.google.com.br/books?id=apj3tWUKqbAC&pg=PA246, Jon Lee Anderson - Editora Objetiva, 1997, ISBN 8573021527, 9788573021523 - 924 páginas
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“Quanto sangue e quanto horror há no fundo de todas as 'coisas boas'.”

Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX

Segunda dissertação - § 03 https://books.google.com.br/books?id=TVi29FH1Ou8C&pg=PACapa#v=snippet&q=%22Quanto%20sangue%20e%20quanto%20horror%20h%C3%A1%20no%20fundo%20de%20todas%20as%20%22coisas%20boas%22&f=false
Genealogia da Moral

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“Deus designa aquilo de que se deve esperar todo o bem e em que devemos refugiar-nos em toda apertura. Portanto, ter um Deus outra coisa não é se não confiar e crer nele de coração. […] Fé e Deus não se podem divorciar. Aquilo, pois, a que prendes o coração e te confias, isso, digo, é propriamente o teu deus.”

Martinho Lutero (1483–1546) teólogo e professor

Martinho Lutero citado em CONFIANÇA E CONVIVÊNCIA: REFLEXÕES ÉTICAS E ECUMÊNICAS - página 19 http://books.google.com.br/books?id=l3gM8iPWg7IC&pg=PA19, RUDOLF VON SINNER, Editora Sinodal, 2007, ISBN 8523308814, 9788523308810, 152 páginas
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“Toda a geração ridiculariza a moda antiga, mas segue religiosamente a nova.”

Every generation laughs at the old fashions, but follows religiously the new
Walden, Volume 1‎ - Página 43 http://books.google.com.br/books?id=-EoLAAAAIAAJ&pg=PA43, Henry David Thoreau - Houghton, Mifflin, 1854
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“Sócrates não gostava de ciências muito sofisticadas, embora as conhecesse todas. Ele dizia que o conhecimento sofisticado exige um esforço extra que tira o tempo do estudante da busca humana mais básica e importante: a da perfeição moral.”

Xenofonte (-430–-354 a.C.)

Xenofonte citado em "Pensamentos para uma vida feliz" - página 24 http://books.google.com.br/books?id=VjiouzqX6b0C&pg=PA24, Leo Tolstoy, Barbara Heliodora, Editora Prestígio, ISBN 8599170252, 9788599170250, 224 páginas
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“Todas as coisas de que gosto ou são imorais e ilegais ou engordam.”

Alexander Woollcott (1887–1943)

All the things I really like to do are either illegal, immoral, or fattening
Alexander Woollcott, in: "The Knock at the Stage Door", segundo "A Dictionary of Catch Phrases: British and American, from the Sixteenth Century to the Present Day"; Por Eric Partridge, Paul Beale; Publicado por Routledge, 1986; ISBN 041505916X, 9780415059169; 416 páginas http://books.google.com.br/books?id=Nm3jbg0JalMC&pg=PA24&dq=All+the+things+I+really+like+to+do+are+either+illegal,+immoral,+or+fattening&client=firefox-a

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“Gosto muito dos aplausos de uma plateia, seja esta qual for. Gosto de toda a gente e adoro as reuniões festivas. Vivo de alegria.”

Carmen Miranda (1909–1955) atriz e cantora brasileira

citada em Manchete - Página 82, Block Editores, 1989

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“O meu problema é que eu amo todas as mulheres: cada um do seu jeito!”

Gerard Butler (1969) Ator e produtor escocês

Life & Stile, março de 2009
Mulheres

“Depois de todas as tempestades e naufrágios, o que fica de mim em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro.”

Caio Fernando Abreu (1948–1996) escritor brasileiro

"Ovelhas negras, de 1962 a 1995‎" - Página 117, de Caio Fernando Abreu - Editora Sulina, 1995, 2a. ed., ISBN 8520500684, 9788520500682 - 258 páginas

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