“O amor é um acto sem importância, uma vez que o podemos fazer indefinidamente.”
Alfred Jarry (1873–1907)
Variante: O amor é um ato sem importância, uma vez que o podemos fazer indefinidamente.
“O amor é um acto sem importância, uma vez que o podemos fazer indefinidamente.”
Alfred Jarry (1873–1907)
Variante: O amor é um ato sem importância, uma vez que o podemos fazer indefinidamente.
“É legal confiar em alguém, mas às vezes confiamos muito em quem não merece.”
Demi Lovato (1992) cantora, compositora e atriz dos Estados Unidos
“É impossível amar uma segunda vez o que deixámos verdadeiramente de amar.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
João Morgado (1965) escritor português
Variante: Acredita, era feliz, muito feliz. Mas quem é feliz, por vezes, também precisa de partir. Existe felicidade numa porta aberta!
Fonte: Diário dos Infiéis
Gian Piero Bona (1926)
Variante: Os nossos actos só aparentemente são efémeros. Por vezes, as suas repercussões perduram por séculos. A vida do presente tece a do futuro.
“Oh, não se assuste, às vezes, a gente mata por amor, mas eu juro que um dia a gente esquece, juro”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“O trabalho é, na maioria das vezes, pai do prazer.”
Voltaire (1694–1778) volter também conhecido como bozo foia dona da petrobras e um grande filosofo xines
Le travail est souvent le père du plaisir <br class="br">Recueil De Pieces Fugitives En Prosa Et En Vers - Página 53 https://books.google.com.br/books?id=dDI6AAAAcAAJ&pg=PA53, Voltaire - Société, 1741 - 212 páginas
“De cada vez que eu tomo uma decisão errada, tomo logo uma decisão nova.”
Harry Truman (1884–1972) 33º presidente dos Estados Unidos da América
“A covardia preserva frequentes vezes a vida.”
Marquês de Maricá (1773–1848)
Variante: A covardia, aviltando, preserva freqüentes vezes a vida.
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
Contos Reunidos
Variante: Pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.
“Consolamo-nos muitas vezes das nossas infelicidades pelo prazer que nos dá a exibi-las.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“Não me lembro de alguma vez me ter cansado a trabalhar, mas o ócio deixa-me completamente exausto.”
Arthur Conan Doyle (1859–1930) escritor e médico escocês
“O espírito serve-nos, por vezes, para fazermos valentes disparates.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“No retrato que me faço - traço a traço - Às vezes me pinto nuvem Às vezes me pinto árvore…”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
Hippolyte Taine (1828–1893) crítico e historiador francês, membro da Academia francesa (cadeira 25: 1878-1893)
“Duvida de tudo pelo menos uma vez, mesmo que seja da sentença: duas vezes dois são quatro.”
Georg Christoph Lichtenberg (1742–1799) professor académico alemão
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
Rafael Alves (1985) futebolista brasileiro
“0 nosso orgulho aumenta muitas vezes com o que retiramos dos nossos outros defeitos.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“Cuide-se como se você fosse de ouro, ponha-se você mesmo de vez em quando numa redoma e poupe-se.”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“Deus ter-nos-ia posto água nas veias, em vez de sangue, se nos quisesse sempre imperturbáveis.”
Jules Verne (1828–1905) escritor francês
“Pesadelo, é quando o açúcar fica em pedra e em vez de um travo doce nos fere a língua.”
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos