Frases sobre todo página 3
Carl Sagan (1934–1996) grande cientista do séc XX, criador da aclamada série Cosmos: An Personal Voyager e desenvolvedor no conteú…
“De uma maneira ou outra somos partes de uma só mente que abarca a todos, um único 'grande homem'.”
Carl Gustav Jung (1875–1961) psiquiatra e psicoterapeuta suíço
The Spiritual Problem of Modern Man, Collected Works 10: 175
Freddie Mercury (1946–1991) cantor e compositor britânico
Freddie Mercury, Queen, em 23/11/91, um dia antes de morrer
Kurt Cobain (1967–1994) Vocalista, guitarrista, compositor e músico
Texto de Kurt encontrado ao lado do seu cadáver a 8 de Abril de 1994
Luiz Inácio Lula da Silva (1945) político brasileiro, 35º presidente do Brasil
Ao receber o título de Doutor Honoris Causa de cinco universidades do Rio de Janeiro<br>Fonte: Discurso pronunciado em 4 de maio de 2012 http://www.pt.org.br/noticias/view/lula_agradece_as_universidades_e_diz_que_dia_sera_inesquecivel_em_sua_vida <br class="br">Educação, 2012
Machado de Assis livro Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas, Capítulo VII, Machado de Assis (1881)
Romances, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Variante: Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.
“Haverá eterna perda por todo conhecimento e capacidade não alcançados, que poderíamos ter ganho.”
Ellen G. White (1827–1915) Escritora norte-americana e líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Albert Einstein (1879–1955)
Variante: A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras. Todo o homem que lê de mais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.
“Todo meio é ele próprio um fim.”
Émile Durkheim (1858–1917) Sociólogo francês
Rules of Sociological Method
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
:- Fonte: Fernando Pessoa/Alberto Caeiro; Poemas Inconjuntos; Escrito entre 1913-15; Publicado em Atena nº 5, Fevereiro de 1925
Poemas e citações Ordenadas por Heterônimos, Alberto Caeiro
Variante: Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas—a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra coisa todos os dias são meus.
Fonte: Poems of Fernando Pessoa
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Suicídio Morte Niilismo Cartas Costumas - Gerson De Rodrigues
Variante: Cartas Póstumas
Eu vivi uma vida de Rebeldia
Neguei os deuses e gritei por Anarquia
Nas canções mais lindas escrevi versos de Poesia
Fui uma alma abandonada que amou a Melancolia
Que nos momentos mais sombrios se encontrou na Filosofia
No momento enquanto escrevo essa carta, estou decidido em me matar. Essa é uma vontade constante que a muito tempo me assombra. Todas as vezes em que estou decidido em acabar com tudo, eu simplesmente invento uma nova mentira.
E quando eu menos percebo, lá estou eu vivendo como todos os outros sem perceber o barulho das correntes em nossos pés...
Talvez, quando estiveres lendo essa carta daqui a cinco ou cinquenta anos eu já esteja morto. Ou talvez eu tenha encontrado motivos para viver, motivos o suficiente que me façam ler estes versos no futuro e dizer
- Tolo, como ousas dizer tamanha estupidez?
O Futuro é incerto. Eu fico me perguntando, todas as vezes em que me pego refletindo sobre a minha morte
Quantos livros eu publiquei enquanto estava vivo?
Quantas aulas eu dei?
Quantas pessoas eu influenciei?
Quantas vidas eu salvei?
Será que... eu fiz o meu trabalho como Filósofo?
Ou o tempo me apagou de sua história?
De qualquer forma, todos seremos apagados um dia. Então a resposta para essa pergunta de fato não importa.
Oh sim, eu vivi uma vida interessante. Tive uma juventude repleta de rebeldia e anarquia e aos vinte e três me vi publicando meu primeiro livro de Filosofia. Aquele jovem rebelde que só sabia gritar ‘’ Anarquia’’ hoje é um professor de Filosofia.
Quem diria não é mesmo? Em quantos momentos da minha juventude eu não jurei que o dia seguinte seria o último, e aqui estou eu, vivo e escrevendo.
Talvez esses momentos de escuridão com a assombração da morte cantando em meus ouvidos sejam de fato passageiros, ou talvez na pior das hipóteses eu simplesmente esteja me entregando a ela aos poucos.
Existem tantas coisas que eu poderia conquistar, tantos outros livros a publicar, pessoas para amar, causas para se lutar, alunos para ensinar...
Mas tudo que eu quero nesse momento é o direito de me suicidar.
Para aqueles que ficam, meus pais e meus amigos:
Nenhuma mãe deveria enterrar o seu filho, e nenhum amigo deveria chorar sobre o tumulo do outro. Embora eu de fato sinta um carinho enorme por todos vocês, sinto que a minha história seria de maior relevância com um ponto final em seu caminho.
Aos vermes que se alimentarem do meu corpo putrefato, desejo a vocês boa sorte. Algum dia, seremos ambos poeira no abismo do espaço e nenhuma diferença existirá dos homens aos vermes.
E Para aqueles que estiverem lendo essa carta. Vivam!! Pois para mim já é tarde demais...
- Gerson De Rodrigues
Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro
Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche
“É preciso ter a coragem de fazer como todo mundo para não ser como ninguém.”
Jean Paul Sartre livro A Idade da Razão
Fonte: A Idade da Razão, p. 131
Sócrates (-470–-399 a.C.)
By all means marry. If you get a good wife, you'll be happy. If you get a bad one, you'll become a philosopher ...and that's a good thing for any man.
Sócrates citado em Krētē: monthly publication of the Pancretan Association of America - Página 22, Pan-Cretan Association of America - 1998
Atribuídas
“A Verdadeira coragem é Ir Atrás De Seus Sonhos Mesmo Quando Todos Dizem Que Ele é Impossível.”
Cora Coralina (1889–1985) poetisa e contista brasileira
“Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras.”
Francisco de Assis (1182–1226) santo católico fundador da Ordem Franciscana
Luiz Inácio Lula da Silva (1945) político brasileiro, 35º presidente do Brasil
Em resposta a opositores
Gerais, Sem data/sem fontes
“Criar o que não existe ainda deve ser a pretensão de todo sujeito que está vivo.”
Paulo Freire (1921–1997) filósofo e educador brasileiro
Folha de S. Paulo, 8.1.1997
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Tabacaria, por Álvaro de Campos - um dos heterônimos de Fernando Pessoa
Variante: Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Henry David Thoreau livro Walden
I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived.
Walden, Chapter II
Walden
Spinoza (1632–1677) Filósofo Holandês
Whenever, then, anything in nature seems to us ridiculous, absurd, or evil, it is because we have but a partial knowledge of things, and are in the main ignorant of the order and coherence of nature as a whole
The chief works of Benedict de Spinoza - Volume 1, página 295, Benedictus de Spinoza, Robert Harvey Monro Elwes - G. Bell, 1887
“Todos os maus precedentes começam com medidas perfeitamente justificáveis.”
Julio César (-100–-44 a.C.) Consul Vitalício romano/Ditador romano
“Se não há café para todos, não terá para ninguém.”
Che Guevara (1928–1967) guerrilheiro e político, líder da Revolução Cubana
“Todo aquele que possui coisas que não precisa é um ladrão.”
Mahátma Gándhí (1869–1948) líder político e religioso indiano
Zibia Gasparetto (1926–2018) escritora brasileira