Frases sobre mestre

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da mestre.

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„Eu acredito no valor supremo do indivíduo e em seu direito à vida, liberdade e a busca da felicidade.

Eu acredito que todo direito implica uma responsabilidade; toda oportunidade, uma obrigação; cada possessão, um dever.

Creio que a lei foi feita para o homem e não para o homem pela lei; esse governo é o servo do povo e não seu mestre.

Eu acredito na dignidade do trabalho, seja com a cabeça ou a mão; que o mundo não deve a ninguém viver, mas que deve a todo homem uma oportunidade de ganhar a vida.

Acredito que a economia é essencial para uma vida bem ordenada e que a economia é um requisito primordial de uma estrutura financeira sólida, seja no governo, nos negócios ou nos assuntos pessoais.

Acredito que a verdade e a justiça são fundamentais para uma ordem social duradoura.

Eu acredito na santidade de uma promessa, que a palavra de um homem deve ser tão boa quanto o seu vínculo, que o caráter - não riqueza, poder ou posição - é de valor supremo.

Creio que a prestação de serviço útil é o dever comum da humanidade e que somente no fogo purificador do sacrifício é a escória do egoísmo consumido e a grandeza da alma humana libertada.

Acredito em um Deus todo-sábio e todo-amoroso, nomeado por qualquer nome, e que a maior realização do indivíduo, maior felicidade e maior utilidade sejam encontradas em viver em harmonia com a Sua vontade.

Eu acredito que o amor é a melhor coisa do mundo; que só ele pode superar o ódio; esse direito pode e triunfará sobre o poder.“

—  John Davison Rockefeller Personalidade 1839 - 1937

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„Mestre é quem sabe aprender.“

—  José Ângelo Gaiarsa 1920 - 2010

Sobre Uma Escola Para O Novo Homem - Editora Ágora, 1985, pg. 55

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„Um homem deixa de ser um principiante em qualquer ciência e se torna um mestre quando aprende que vai ser um principiante a vida inteira.“

—  Robin George Collingwood 1889 - 1943

Robin G. Collingwood, conforme relatado por Singh, Simon - Big Bang - Editora Record - Rio de Janeiro / São Paulo - 2006. ISBN: 85-01-07213-3 (pág. 459)

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„A marca de sua ignorância é a profundidade da sua crença na injustiça e na tragédia. O que a lagarta chama de fim de mundo, o mestre chama de borboleta.“

—  Richard Bach, livro Illusions

The mark of your ignorance is the depth of your belief in injustice and tragedy. What the caterpillar calls the end of the world, the master calls a butterfly.
Illusions: The Adventures of a Reluctant Messiah - Página 134; de Richard Bach - Publicado por Delacorte Press, 1977 ISBN 0440043182, 9780440043188 - 143 páginas
Ilusões: As aventuras de um Messias Indeciso

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„Nós não tivemos esse erro, ao contrário, usamos e abusamos da pimenta que nos veio da África, mas, por outro lado, temos como política imigratória, o não Ter política e, sim, um open door imprevidente e perigoso. No caminho que adotamos, podemos dar numa maionese perfeita, mas, como estes molhos, quando mal batidos - podemos desandar. O Brasil é sempre menos de portugueses e emigrantes e mais de indesejáveis entrantes - esquecendo que cada galego, por mais bruto e rude que seja, traz-nos cromossomos semelhantes aos navegadores, colonizadores e degredados - mantendo a nossa possibilidade de repetir um Nunálvares, um Mestre de Alviz, um Camões, um Herculano, um Egas Moniz, um Eça, um Antônio Nobre, um Fernando Pessoa. E não são eles mesmos que já repontaram aqui nos que escorraçaram o batavo e o francês e no gênio de José de Alencar, Machado de Assis, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade? Eu sei que não é possível princípios racistas no Brasil. Mas ao menos tenhamos uma imigração onde se procure manter a boa unidade do galinheiro. Não falo em unidade racial, Deus me livre! Peço é unidade cultural. Impossível é continuar nessa tentativa absurda de cruzar galinha com papagaio e pato com pomba-rola. Isso que se vê por aí não é democracia nem falta de preconceito, não, meus quindins. Isso não dá ovo e chama-se burrice. Mantenhamo-nos um pouco caboclos (orgulhosamente), bastante mulatos (gloriosamente), mas, principalmente, sejamos lusitanos. Vinde a nós portugas, galegos, mondrongos - mesmo se fordes da mesma massa de degredados que chegaram com os primeiros povoadores. O que esses tão degredados eram, não tinha nada demais. Ladrões? Assassinos? Nada disto. Criminosos sexuais, simpáticos bandalhos. Baste ler as Ordenanças e verificar a maioria dos motivos de degredo para o Brasil: comer mulher alheia, deflorar, estuprar, ser corno complacente e mais, e mais, e mais ainda - entretanto, nada de se temer. Fazer lembrar as delinqüências brejeiras de que um juiz mineiro que conheci, dizia, com inveja e depois de julgar -serem, exatamente, as que ele, juiz, tinha vontade de perpetrar.“

—  Pedro Nava, livro Baú de Ossos

Baú de Ossos

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