Frases sobre inteligência
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“Respeito demais a inteligência dos italianos para acreditar que tantos coglioni votarão contra seus interesses.”

Silvio Berlusconi (1936) empresário e político italiano, Ex-Primeiro ministro da Itália

Silvio Berlusconi, primeiro-ministro em véspera de eleição, chocando a população com o termo grosseiro, o equivalente em italiano a pessoas de musculatura posterior flácida
Fonte: Revista VEJA Edição 1951 . 12 de abril de 2006

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“Peço desculpas pelo erro da Inteligência em relação às armas de destruição em massa, mas nunca pedirei desculpas pela remoção de Saddam. O mundo é melhor com ele preso.”

Tony Blair (1953) político britânico, Ex-primeiro ministro do Reino Unido

discursando sobre o Iraque, o primeiro-ministro fez mais uma forte defesa de sua decisão de ir ao combate com os EUA; citado em Revista Veja, 06.10.04

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“O poema deve resistir à inteligência / Quase com sucesso.”

Wallace Stevens (1879–1955)

The poem must resist the intelligence / Almost successfully
The palm at the end of the mind: selected poems and a play‎ - Página 281, de Wallace Stevens - Publicado por Knopf, 1971 - 404 páginas

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“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca!”

Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira

entrevista concedida em 1977 a Júlio Lerner

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“A confiança dá à conversa mais conteúdo do que a inteligência.”

Confucio (-551–-479 a.C.) Filósofo chinês

Atribuídas

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“Sei que muita gente acha que não tenho inteligência para isso, mas tenho sim. Senti a contusão e cometi a falta. Foi de propósito.”

David Beckham (1975)

confessando que fez falta de propósito para ser suspenso no jogo contra a fraca seleção do Azerbaijão; como citado em Revista Veja, 20.10.04

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“Há um cansaço da inteligência abstracta, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma.”

Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português

Bernardo Soares
Autobiografia sem Factos
Variante: Há um cansaço da inteligência abstracta, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento pela emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar com a alma.

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“Inteligências exteriores, ao explorar o Sistema Solar com verdadeira imparcialidade, muito provavelmente introduziriam o Sol nos seus ficheiros assim: Estrela X, classe espectral G0, 4 planetas e detritos.”

Isaac Asimov (1920–1992) Autor e professor russo-americano

Outside intelligences, exploring the Solar System with true impartiality, would be quite likely to enter the Sun in their records thus: Star X, spectral class G0, 4 planets plus debris.
View from a Height - página 227, Doubleday, 1963, 252 páginas

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“Há coisas sobre as quais não só não se pode falar com inteligência mas é até falta de inteligência falar sobre ela.”

Fiódor Dostoiévski (1821–1881) escritor russo

Notas do Subterrâneo ou Memórias do subsolo, Os Demônios ou Os Possessos

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“Não gosto de facilitar o raciocínio do meu público. Tenho respeito e acredito na inteligência das pessoas”

Fernanda Young (1970–2019) Escritora, roteirista e atriz brasileira

Entrevista ao GPG

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“A outros respeitos, a Escola Livre valeu-me como experiência pedagógica nova por três razões especiais. Primeiro, foi nela que conheci e convivi com um professor como Herbert Baldus, um homem generoso e de inteligência invulgar, sempre pronto para estimular os jovens de talento ou para apoiar inovações promissoras. Ficamos amigos íntimos para o resto da vida. Segundo, o seminário do Dr. Donald Pierson dava-me azo para estudar melhor a célebre <>, da qual ele se considerava um representante. Dadas as analogias entre Chicago e São Paulo e os nossos propósitos de expandir aqui a investigação sociológica, a tentativa de converter Chicago em um laboratório (ou um campo especial de trabalho concentrado dos sociólogos) atraía o melhor da minha imaginação. Terceiro, ao corpo docente da Escola Livre pertenciam professores brasileiros recém-chegados dos Estados Unidos. Inscrevi-me nos cursos de Mário Wagner Vieira da Cunha e Octávio da Costa Eduardo, pois estava curioso em verificar até onde haviam chegado, realizando a pós-graduação e o doutoramento em algumas das melhores universidades norte-americanas. O problema, para mim, consistia em indagar se se podia fazer a mesma coisa a partir da Universidade de São Paulo e, nesta hipótese, que estratégia (ou estratégias) se deveria montar. Uma avaliação que, quando chegou o momento, me ajudou a imprimir uma diretriz diversa da que prevalecia antes (e à qual fora submetido), na orientação dos candidatos a doutoramento. Além desses três pontos, a Escola Livre ficou presa à minha carreira acadêmica. Nela enfrentei e venci o primeiro <> por que deveria passar, para a obtenção do grau de mestre em Ciências Sociais (em 1947, com A Organização social dos Tupinambá). Esse não é um liame secundário, mesmo depois de rompidos os vínculos com a profissão”.”

Florestan Fernandes (1920–1995)
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“A qualidade mestra de JK era a tolerância, a compreensão, o respeito à inteligência. Que a sua morte sirva para restabelecer essas virtudes no Brasil.”

Carlos Lacerda (1914–1977) jornalista e político brasileiro

citado em "Folclore político: 1950 histórias" - Página 17, Sebastião Nery - Geração Editorial, 2002, ISBN 8575090615, 9788575090619 - 651 páginas

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“Será possível esperar que realizemos um sacrifício do entendimento, um sacrificium intellectus, para poder aceitar aquilo que sinceramente não podemos considerar verídico - só porque tais concepções estão contidas na Bíblia? Ou deveríamos deixar de lado os versículos do Novo Testamento que contêm tais concepções mitológicas e selecionar os que não constituem um tropeço desse tipo para o ser humano moderno? De fato, a pregação de Jesus não se limitou a afirmações escatológicas. Proclamou também a vontade de Deus, que é Seu mandamento, o mandamento de fazer o bem. Jesus exige veracidade e pureza, disposição para o sacrifício e para o amor. Exige que o ser humano todo seja obediente a Deus, e se insurge contra a ilusào de que possamos cumprir nosso dever para com Deus com a mera observância de determinadas prescrições externas. Se as exigências éticas de Jesus constituem tropeços para o ser humano moderno, somente o são em virtude de sua vontade egoísta, mas não de sua inteligência.
Que se desprende disso tudo? Deveremos conservar a pregação ética de Jesus e abandonar sua pregação escatológica? Haveremos de reduzir sua pregação do senhorio de Deus ao chamado "evangelho social"? Ou existe ainda uma terceira possibilidade? Temos que perguntar-nos se a pregação escatológica e o conjunto dos enunciados mitológicos contêm um significado ainda mais profundo, que permanece oculto sob o invólucro da mitologia. Se é assim, devemos abandonar as concepções mitológicas precisamente porque queremos conservar seu significado mais profundo. A esse método de interpretação do Novo Testamento, que procura redescobrir o significado mais profundo oculto por trás das concepções mitológicas, camo de "demitologização”

Rudolf Karl Bultmann (1884–1976) professor académico alemão

termo que nào deixa de ser bastante insatisfatório. Não se propõe a eliminar os enunciados mitológicos, mas sim interpretá-los."
Verificadas, Jesus Cristo e Mitologia

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“Sarcasmo é a mais baixa forma de humor, mas a mais elevada forma de inteligência.”

Val McDermid, "Ein Ort für die Ewigkeit" [um lugar para a eternidade]

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“Tudo eu posso fazer. Não há nada que eu não possa fazer. Eu tenho cabeça, raciocínio, equilíbrio, inteligência.”

Dercy Gonçalves (1907–2008)

Em Entrevista no Programa Roda Viva da TV Cultura http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/430/entrevistados/dercy_goncalves_1995.htm

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“Duvidar de si mesmo é o primeiro sinal da inteligência”

Ugo Ojetti (1871–1946)

Fonte: "Sessanta, XVI"

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“É preciso atrair violentamente a atenção para o presente do modo como ele é, se se quer transformá-lo. Pessimismo da inteligência, optimismo da vontade.”

Antonio Gramsci (1891–1937) Pensador marxista

Variante: É preciso atrair violentamente a atenção para o presente do modo como ele é, se se quer transformá-lo. Pessimismo da inteligência, otimismo da vontade.

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“O homem toma por inteligência o uso das suas faculdades de imaginação.”

Louis Scutenaire (1905–1987)

Variante: O homem confunde com inteligência o uso das suas faculdades de imaginação.

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“A religião não é senão a sombra projetada do universo sobre a inteligência humana.”

Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês

Variante: A religião é a sombra do Universo projetada sobre a inteligência humana.

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“O erro é a noite da inteligência e o laço da inocência.”

Marquês de Vauvenargues (1715–1747)

Variante: O erro é a noite dos espíritos e a armadilha da inocência.

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“A inteligência é uma categoria moral.”

Theodor W. Adorno (1903–1969) professor académico alemão
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