Frases sobre estranho página 3
Salete Lemos (1955) saleta diminutivo de sala
entrevista ao Portal Imprensa http://portalimprensa.uol.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=3297
Emílio Moura (1902–1971)
“É um estranho desejo, desejar o poder e perder a liberdade.”
Francis Bacon (1561–1626) página de desambiguação da Wikimedia
Variante: É um estranho desejo buscar o poder e perder a liberdade.
Milton Nascimento (1942) cantor e compositor brasileiro
Variante: Mas é preciso ter manha. É preciso ter graça. É preciso ter sonho sempre. Quem traz na pele essa marca, possui a estranha mania, de ter fé na vida.
“Os caprichos da nossa vontade são ainda mais estranhos do que os do destino.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
(In: Preparativos de Viagem) p. 767 [2]
Frases e Poemas
“A miséria habitua o homem a estranhos companheiros de cama.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
Variante: A necessidade faz-nos habituar a estranhos companheiros de leito.
“Estranho seria se eu não me apaixonasse por você.”
Cássia Eller (1962–2001) cantora e compositora brasileira
“Que mundo estranho seria este se todos tivéssemos o mesmo senso de humor…”
Variante: Que mundo estranho seria este se todos tivéssemos o mesmo senso de humor..
“Estranho é que o cérebro, feito essencialmente pra produzir ideias, exulte quando tem uma.”
Millôr Fernandes (1923–2012) cartunista, humorista e dramaturgo brasileiro.
“O poema essa estranha máscara mais verdadeira do que a própria face.”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
O Poema
Hermann Hesse (1877–1962)
Ein Buch lesen heißt für den guten Leser: eines fremden Menschen Wesen und Denkart kennenlernen, ihn zu verstehen suchen, ihn womöglich zum Freund gewinnen.
Über Literatur - Página 39, Hermann Hesse - Aufbau-Verlag, 1978, 725 páginas
Melody Beattie (1948)
“É tão estranho, os bons morrem jovens.”
Renato Russo (1960–1996) cantor e compositor brasileiro
Love in the Afternoon
“Estranho desarranjo interior que quase o incomodava.”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês