Citações de felicidade
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“Como a senhora explicaria a um menino o que é felicidade?
Não explicaria. Daria uma bola para que ele jogasse…”

Dorothee Sölle (1929–2003) teóloga e escritora da teologia da libertação alemã que cunhou o termo "cristofascismo"
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“As particularidades, como todos sabem, são favoráveis à virtude e à felicidade; as generalidades é que são, intelectualmente, males necessários. A espinha dorsal da sociedade não é composta de filósofos, mas de serradores de enfeites e de coleccionadores de selos.”

Aldous Huxley (1894–1963)

Variante: As particularidades, como todos sabem, são favoráveis à virtude e à felicidade; as generalidades é que são, inteletualmente, males necessários. A espinha dorsal da sociedade não é composta de filósofos, mas de serradores de enfeites e de colecionadores de selos.

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“Para suportar a tristeza basta um, mas para desfrutar a felicidade são precisos dois”

Elbert Hubbard (1856–1915)

One. can endure sorrow alone, but it takes two to be glad.
A Thousand & One Epigrams: Selected from the Writings of Elbert Hubbard, página 36, Elbert Hubbard - The Roycrofters, 1911 - 178 páginas

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“Descobri que se a felicidade é viajante e a dor é residente.”

João Morgado (1965) escritor português

Fonte: Diário dos Infiéis

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“É melhor imaginar a felicidade do que possuí-la.”

La felicidad, es mejor imaginarla que tenerla.
Jacinto Benavente y Martinez como citado em Puedo ser feliz despues de los 60? / Can I be happy after 60? - página 58 https://books.google.com.br/books?id=SMv8pr4ZkF8C&pg=PA58, Esteban Mirol, Editorial Bonum, 2004, ISBN 950507686X, 9789505076864, 144 páginas
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“Amar é encontrar na felicidade do outo a sua própria felicidade.”

Variante: Amar é encontrar na felicidade de outrem a própria felicidade.

“Nove décimos da nossa felicidade dependem da saúde.”

Ueberhaupt aber beruhen neun Zehntel unsers Glückes allein auf der Gesundheit.
Aphorismen zur Lebensweisheit: Über den Tod; Leben der Gattun; Erblichkeit der Eigenschaften, Volume 16, página 7, Arthur Schopenhauer - Kröner, 1904 - 144 páginas

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“Quando a porta da felicidade se fecha, outra se abre, mas normalmente olhamos tão intensamente para a porta fechada que não vemos a outra que se abriu para nós.”

Helen Keller (1880–1968)

Variante: Quando uma porta da felicidade se fecha, uma outra se abre; mas frequentemente nós olhamos tanto tempo para a porta fechada que não vemos aquela que se abriu para nós.

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“Fiz a descida toda no escuro. Agora via-se a Lua entre nuvens ralas de rebordos claros e a noite estava perfumada, ouvia-se o ruído hipnótico das ondas. Já na praia tirei os sapatos, a areia era fria, uma luz azul-cinza alongava-se até ao mar e depois espalhava-se pela extensão trémula da água. Pensei: sim, a Lila tem razão, a beleza das coisas é uma caracterização, o céu é o trono do medo; estou viva, neste momento, aqui a dez passos da água e na verdade isso não é belo, é aterrador; faço parte, juntamente com esta praia, com o mar, com o fervilhar de todas as formas animais, do terror universal; neste momento sou a partícula infinitesimal através da qual o terror de cada coisa toma consciência de si; eu; eu que oiço o ruído do mar, que sinto a humidade e a areia fria; eu que imagino Ischia inteira, os corpos abraçados de Nino e Lila, Stefano a dormir sozinho na casa nova cada vez menos nova, as Fúrias a favorecerem a felicidade de hoje para alimentarem a violência de amanhã. Sim, é verdade, tenho muito medo e por isso desejo que tudo acabe depressa, que as imagens dos pesadelos me comam a alma. Desejo que desta obscuridade saiam bandos de cães raivosos, víboras, escorpiões, enormes serpentes marinhas. Desejo que enquanto estou aqui sentada, à beira do mar, surjam da noite assassinos que me martirizem o corpo. Oh, sim, que eu seja castigada pela minha inadaptação, que me aconteça o pior, algo tão devastador que me impeça de fazer frente a esta noite, ao dia de amanhã, às horas e aos dias que me confirmarão, com provas cada vez mais esmagadoras, a minha constituição inadequada.”

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“A nossa sociedade ocidental contemporânea, apesar do seu progresso material, intelectual e político, promove cada vez menos a saúde mental e contribui para minar a segurança interior, a felicidade, a razão e a capacidade de amar do indivíduo; tende a transformá-lo num autómato que paga o seu fracasso humano com o aumento das doenças mentais e com o desespero oculto sob um frenesim de trabalho e de pretenso prazer.

Este aumento das doenças mentais pode ter expressão em sintomas neuróticos, claramente visíveis e extremamente penosos. Mas abstenhamo-nos, como diz Fromm, de definir a higiene mental como a prevenção de sintomas. Estes não são nossos inimigos, mas, sim, nossos amigos; quando há sintomas, há conflito, e o conflito indica sempre que as forças da vida que pugnam pela integração e pela felicidade continuam a lutar. Os casos de doença mental realmente desesperados encontram-se entre os indivíduos que parecem mais normais. Muito deles são normais por se encontrarem tão bem adaptados ao nosso modo de vida, porque a sua voz humana foi silenciada tão precocemente nas suas vidas que nem sequer lutam ou sofrem ou desenvolvem sintomas como o neurótico.
Não são normais no sentido absoluto que poderíamos dar à palavra; são normais apenas em relação a uma sociedade profundamente anormal. A sua adaptação perfeita a essa sociedade anormal é uma medida da sua doença mental. Estes milhões de indivíduos anormalmente normais, que vivem sem espalhafato numa sociedade à qual, se fossem seres humanos por inteiro, não deviam estar adaptados, acalentam ainda a ilusão da individualidade, mas, na realidade, estão em grande medida desindividualizados. A sua conformidade evolui para uma coisa parecida com a uniformidade. mas uniformidade e liberdade são incompatíveis. A uniformidade e a saúde mental são também incompatíveis. […] O homem não é feito para ser um autómato, e, se nisso se tornar, a base do seu equilíbrio mental está destruída.”

Brave New World Revisited

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“Poema – Daforin

Eu sou um parasita
Para aqueles que me amam
Desgracei as suas vidas
Com o meu nascimento

Agora vos entrego o meu suicídio
Para que vocês possam sorrir por um dia;

Não veem que estou
Destruindo suas vidas?

Me enforquem
Para que eu possa faze-los viver!

Há uma assombração
Que caminha ao meu lado
Desde os primórdios da minha infância

Todas as vezes que eu tento ser feliz
Ela começa a chorar

Suas lágrimas transformam-se em
Maldições que transformam o meu
Sorriso em gritos de dor

Gritando como um lunático
Eu suplico para que todos
Vocês vão embora

Eu só quero ficar sozinho
Com o diabo e ouvi-lo chorar

Sentindo a sujeira do mundo
Corroer a minha pele

Não entendo como vocês
Podem amar um monstro como eu;

Há uma assombração
Que caminha ao meu lado
Desde os primórdios da minha infância

Todas as vezes que eu tento
Levantar da cama

Ela se deita em meu lugar
Me prendendo a este quarto
Um escravo das suas paranoias

Escutei os sussurros de
Uma criança maldita
Lamentando o seu nascimento

Como a morte pré-matura
De estrelas incandescentes

Desejamos a escuridão do nada
E o martírio de todas as coisas

Me usem!
Como um porco
Pronto ao abate!

Me odeiem!
Como o diabo odeia
O crucifixo!

Eu sou as trevas
Nos olhos daqueles
Que perderam as suas esperanças

Nas minhas poesias
Há metáforas que escondem
A data do meu suicídio

Mas vocês só se importam
Com o poeta

E não com o sangue
Jorrado dos meus punhos;

Há uma assombração
Que caminha ao meu lado
Desde os primórdios da minha infância

E ela faz todos que eu amo sofrer
Todas as vezes que eu tento abrir
O meu coração

Ela me transforma em um monstro
Capaz de corroer as suas entranhas
E sugar a sua felicidade

Eu sou um parasita
Para aqueles que me amam
Desgracei as suas vidas
Com o meu nascimento

Agora vos entrego o meu suicídio
Para que vocês possam sorrir por um dia…
- Gerson De Rodrigues”

Gerson De Rodrigues (1995) poeta, escritor e anarquista Brasileiro

Niilismo Morte Deus Existencialismo Vida Nietzsche

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“A justiça é o único culto, O amor é o único sacerdote. A ignorância é a única escravidão, A felicidade é o único bem. A hora de ser feliz é agora, O lugar para ser feliz é aqui. A maneira de ser feliz, é fazer os outros felizes.”

Robert Green Ingersoll (1833–1899)

Mark Nottingham, the Justice is the only worship. Love is the only priest. Ignorance is the only slavery. Happiness is the only good. The time to be happy is now. The place to be happy is here. The way to be happy is to make others so.
Robert Green Ingersoll in: The Freethinker - Volume 118, Edições 4-12 https://books.google.com.br/books?id=DBWDvceFJL8C - Página 3, G.W. Foote, 1998
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“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi. Amei e fui amado, mas também fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade, tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi! E ainda vivo. Não passo pela vida. E você também não deveria passar. Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, por que o mundo pertence a quem se atreve. E a vida é muito para ser insignificante.”

Charlie Chaplin (1889–1977) Comediante, ator e cineasta britânico

Na internet há várias versões do texto acima e até meados de 2008 o autor era desconhecido. Chegou-se a acreditar que este texto tivesse sido inspirado no texto Curriculum Vitae de Felix Coronel(registrado na Biblioteca Nacional e escrito em livro em 2003), entretanto, foi constatada a autoria deste texto que é do poeta brasileiro Augusto Branco http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Branco (ver site oficial do autor:http://www.augustobranco.com) o qual não costumava assinar seus textos, dando espaço para que os internautas associassem o texto a Charles Chaplin, mas o poema está registrado na Fundação Biblioteca Nacional com autoria de Augusto Branco, conforme os dados a seguir:
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“O heroísmo de pouco vale, a felicidade é mais difícil.”

Albert Camus (1913–1960)

l'héroïsme est peu de chose, le bonheur plus difficile.
Lettres à un ami allemand‎ - Página 76, Albert Camus - Gallimard, 1946 - 68 páginas

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“A felicidade nunca é grandiosa.”

Aldous Huxley (1894–1963)

Livros, Contraponto, 1928

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“A descoberta de um novo manjar faz mais pela felicidade humana do que a descoberta de uma nova estrela.”

Jean Anthelme Brillat-Savarin (1755–1826) político francês

La découverte d'un mets nouveau fait plus pour le bonheur du genre humain que la découverte d'une étoile.
"Physiologie du gout; ou, Méditations de gastronomie transcendante ...: dédié aux gastronomes parisiens par un professeur"‎ - Tome I, Página 15 http://books.google.com.br/books?id=hpFLAAAAIAAJ&pg=PA15, Brillat-Savarin - Tessier, 1834

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“As ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a promover o reverso da felicidade.”

John Stuart Mill (1806–1873)

Principle, holds that actions are right in proportion as they tend to promote happiness, wrong as they tend to produce the reverse of happiness.
Dissertations and discussions: political, philosophical, and historical - Volume 3, Página 308 http://books.google.com.br/books?id=-iEvAAAAYAAJ&pg=PA308, John Stuart Mill - William V. Spencer, 1865

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“A política tira a metade do espírito, a metade do bom senso, três quartos da bondade e certamente todo o repouso e a felicidade.”

Joseph Joubert (1754–1824)

La politique a ôté aux autres la moitié de leur esprit, la moitié de leur droit sens, les trois quarts et demi de leur bonté, et certainement leur repos et leur bonheur tout entiers.
"Pensées, essais et maximes: Suives de lettres à ses amis et précédés d'une notice sur sa vie, son caractère et ses travaux"‎ - Tome Deuxieme Página 424 http://books.google.com.br/books?id=-u416ANKzVwC&pg=PA424, de Joseph Joubert - Publicado por C. Gosselin, 1842 - 879 páginas
Revista Caras http://www.caras.com.br, Edição 676.

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“A esperança é um empréstimo que se pede à felicidade.”

Joseph Joubert (1754–1824)

L'espérance est un emprunt fait au bonheur
citado em "Citations, proverbes et dictons de chez nous: toute la sagesse ancestrale du terroir" - Página 108, Julie Bardin - Editions de Borée, 2004, ISBN 2844942733, 9782844942739 - 320 páginas
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“Só temos alegrias se as repartirmos: a felicidade nasceu gémea”

all who joy would win Must share it, — Happiness was born a twin
"Don Juan", canto II página 188 http://books.google.com.br/books?id=V5QOAAAAQAAJ&pg=PA188 in: "The Works of Lord Byron Complete in One Volume"; Por George Gordon Byron Byron; Colaborador H. L. Brönner; Publicado por Printed by and for H.L. Broenner, 1826; 776 páginas

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“Algumas mulheres fazem a infelicidade de dezenas de homens. Outras se limitam a um só: são as fiéis.”

Marcel Achard (1899–1974)

Certaines femmes font le malheur de dizaines d'hommes. D'autres s'acharnent sur un seul. ce sont les femmes fidèles.
citado em Jeune Afrique, Edições 2433-2440‎ - Página 105, Groupe Jeune Afrique, 2007

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