“Expor roupa suja ao público, por meio da arte, nunca leva a uma obra-prima.”
Francois Truffaut (1932–1984) diretor de cinema francês
“Expor roupa suja ao público, por meio da arte, nunca leva a uma obra-prima.”
Francois Truffaut (1932–1984) diretor de cinema francês
“Eu sou uma coisa: outra é a minha obra.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Por que escrevo livros tão bons.
Ecce Homo
“É preciso que nunca avaliemos um artista pela medida de suas obras.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
Vontade de Potência
Gabriel García Márquez livro Memória de Minhas Putas Tristes
Fonte: Memória de Minhas Putas Tristes, p. 107
“O estilo está tanto nas palavras como dentro delas. É igualmente a alma e a carne de uma obra.”
Gustave Flaubert (1821–1880)
Le style est autant sous les mots que dans les mots. C'est autant l'âme que la chair d'une œuvre
Correspondance - Volume 3, Página 199, Gustave Flaubert - G. Charpentier et cie., 1892
Guy De Maupassant (1850–1893)
Une oeuvre d'art n'est supérieure que si elle est, en même temps, un symbole et l'expression exacte d'une réalité.
Œuvres complètes de Guy de Maupassant - Volume 28, página 122, Guy de Maupassant - L. Conard, 1926
Frases
Guy De Maupassant (1850–1893)
Il n'y a que les imbéciles qui ne soient pas gourmands. On est gourmand comme on est artiste, comme on est instruit, comme on est poète. Le goût, mon cher, c'est un organe délicat, perfectible et respectable comme l'oeil et l'oreille. Manquer de goût, c'est être privé d'une faculté exquise, de la faculté de discerner la qualité des aliments, comme on peut être privé de celle de discerner les qualités d'un livre ou d'une oeuvre d'art ; c'est être privé d'un sens essentiel, d'une partie de la supériorité humaine ; c'est appartenir à une des innombrables classes d'infirmes, de disgraciés et de sots dont se compose notre race ; c'est avoir la bouche bête, en un mot, comme on a l'esprit bête. <br class="br">Maupassant Choix de Contes - página 277 http://books.google.com.br/books?id=P4I6AAAAIAAJ&pg=PA277, F. C. Green, Guy de Maupassant, Editora CUP Archive, 1952 <br class="br">Frases
Hector Berlioz (1803–1869)
Reclamando de seu trabalho de jornalismo e crítica musical no Journal des Débats, em Paris.
Fonte: 13º Volume dos CDs da Coleção FOLHA de Música Clássica
Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (1886–1950) escritor, narrador, ensaísta, dramaturgo, desenhista e político galego
Fonte: Álbum Nós, 1931
José María Vargas Vila (1860–1933)
citado em "Presença infinita" - Página 56, de Elizabeth Castro O'Shea - Publicado por Martins, 1962 - 152 páginas
Antônio Carlos Jobim (1927–1994) compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro
Brasil
Alejandro Toledo (1946) político peruano, Ex-presidente do Peru
Citações de suas declarações públicas entre 27 e 28 de julho de 2006
Antônio Callado (1917–1997)
Quarup, O éter
“A obesidade financeira é a verdadeira mãe de todas obras públicas.”
Carlos Vaz (1970)
Economia
Fonte: Textualino, Carlos Vaz, Ed. Labirinto.
“O criador do universo fez primeiro o rascunho para depois fazer a obra-prima.”
Emília Fernandes (1950) política brasileira
Emília Fernandes, senadora (PDT-RS), em comentário feminista na Comissão de Constituição e Justiça durante aprovação do nome da juíza Ellen Gracie para o STF <br class="br">Fonte: Revista Veja http://veja.abril.com.br/291100/vejaessa.html, Edição 1 677 - 29 de novembro de 2000
“Para falar ao vento bastam palavras; para falar ao coração são necessárias obras.”
Padre Antônio Vieira (1608–1697)
"Sermão da Sexagésima", parte IV
Sermão da Sexagésima,
Bernard Lahire (1963)
citado em "Educação & Sociedade", Print version ISSN 0101-7330, Educ. Soc. vol.23 no.78 Campinas Apr. 2002, doi: 10.1590/S0101-73302002000200002 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302002000200002
Djalma Batista (1916–1979)
Em Letras da Amazônia (1938).
Djalma Batista (1916–1979)
Renan Freitas Pinto, sociólogo e historiador amazonense na Apresentação da segunda edição de Complexo da Amazônia (2007).
Franz Weissmann (1911–2005)
Fonte: A Noticia http://www1.an.com.br/2005/jul/19/0mun.htm, citando notícia de "O Estado de S. Paulo" em 2001
José Régio (1901–1969) escritor, poeta, dramaturgo, romancista, novelista, contista, ensaísta, cronista, crítico, autor de diário,…
Presença, Folha de Arte e Crítica (1927-1940) <br class="br">Impressa <br class="br">Fonte: Citador: Originalidade Verdadeira e Originalidade Falseada (José Régio) http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=200510250900&author=20720&theme=175
“A obra de arte não tem idéias, ela é uma idéia.”
Konrad Fiedler (1841–1895)
Das Kunstwerk hat keine Idee, sondern es ist selbst Idee <br class="br">"Vom Wesen der Kunst: Auswahl aus seinen Schriften"; de Konrad Fiedler, Hans Eckstein - 1942 - 219 páginas http://www.berlin.de/imperia/md/content/bapankow/amtfuerkulturundbildung/kunnstundkultur/galerieparterre/2005/faltblatt_toppel.pdf
Adolfo Caminha (1867–1897) poeta e escritor cearense
Cartas literárias - página 50, Adolfo Caminha - UFC Edições, 1999 - 175 páginas
Manuel Ribeiro de Pavia (1907–1957)
M. R. Pavia, em entrevista ao jornal Ler, n.º 7, Outubro de 1952.
Heitor Villa-Lobos (1887–1959) compositor brasileiro
Francisco Braga, Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 1920).
Sobre a obra de Villa Lobos
Lauro Müller (1863–1926)
Lauro Müller; Discursos acadêmicos, Volume 2 - Página 578, Academia Brasileira de Letras - 2006
Auguste Louis Petiet (1784–1858) político francês
Le défaut d'espace nous force de renvoyer au livre du général Petiet; nos lecteurs se dédommageront en savourant à loisir une œuvre qui fait penser, rêver et souvent aimer. <br class="br">Pays citado em "Lord Palmerston, l'Angleterre et le continent", Volume 2 - Página 325 http://books.google.com.br/books?id=h6UQAAAAYAAJ&pg=PA325, Karl Ludwig Ficquelmont (Graf) - Amyot, 1852
Paulo César Pereio (1940)
Ernst Gombrich (1909–2001)
citado em "Arte é o que eu e você chamamos arte: 801 definições sobre arte e o sistema da arte" - Página 287, de Frederico Morais - Editora Record, 2002, ISBN 8501050024, 9788501050021 - 320 páginas
“Para mim, a obra de Ford foi um guião. Sempre que fazia alguma coisa na indústria, pensava nele.”
António de Sommer Champalimaud (1918–2004)
citado em RTP http://www.rtp.pt/gdesport/index.php?article=595&visual=6 <br class="br">Atribuídas
“Este Reino é obra de soldados.”
Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque (1855–1902)
Carta de Mouzinho de Albuquerque ao Príncipe D. Luís Filipe, 1898
Mira Schendel (1919–1988)
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, em maio de 1978
“Figurativo e não figurativo são a mesma coisa, basta que a obra seja intensa.”
Harald Szeemann (1933–2005)
declaração numa entrevista, segundo Sheila Leirner erratica.com.br http://www.erratica.com.br/opus/62/index.html
“Se eu passar por uma obra e os operários não mexerem comigo, volto para casa”
Rita Cadillac (1954)
Fonte: Revista ISTO É, Edição 1753.
Pereira Leite (1936–1992)
em discurso de paraninfo da 1ª turma de bacharéis em Direito pela Unisinos, publicado na revista Estudos Jurídicos, 1972, p. 75/79), citado por Maria Aparecida A. Moretto na Conferência "João Antônio Guilhembernard Pereira Leite e o Direito do Trabalho" http://www.femargs.com.br/palestra_maria_aparecida.html
Diogo Mainardi (1962)
“A poesia numa obra é o que faz aparecer o invisível.”
Nathalie Sarraute (1900–1999)
la poésie dans une œuvre, c'est ce qui fait apparaître l'invisible.
Nathalie Sarraute citada em "Nathalie Sarraute" - Página 210, de Mimika I. Kranakē, Yvon Belaval - Gallimard, 1965 - 263 páginas
Witness Lee (1905–1997)
Caráter - Pág. 12, de Witness Lee - Publicado por Editora Árvore da Vida, 2003, ISBN 8573041609
Ivo Pitanguy (1923–2016)
http://www.pitanguy.com.br/
Otávio Mesquita (1959)
comentando sobre sua mania de recolher moedas pelo chão
Fonte: Entrevista concedida à revista Isto É Gente!, de 1 de Agosto de 2005
“Será mais fácil criticar a minha obra do que imitá-la.”
Fonte: "citado em Plínio, o Velho, História Natural"
Odílio Denys (1892–1985) militar brasileiro
Sobre Juscelino Kubitschek; como citado em "Folclore político: 1950 histórias" - Página 18, Sebastião Nery - Geração Editorial, 2002, ISBN 8575090615, 9788575090619 - 651 páginas
Fernando Pessoa (1888–1935) poeta português
Variante: Ver muito lucidamente prejudica o sentir demasiado. E os gregos viam muito lucidamente, por isso pouco sentiam. De aí a sua perfeita execução da obra de arte.
Do livro "Você é do tamanho dos seus sonhos"