“Marca o homem os fatos expressivos de sua vida, com sinais visíveis, em geral de alegria ou tristeza, para assegurar-lhes perenidade, a fim de que seu rastro não se apague facilmente. Assim, comemoram-se o nascimento e a morte, a união dos que se amam, as conquistas do heroísmo e as vitórias do esforço prudente, o êxito da boa fortuna e a conclusão da obra realizada com paciência e energia. A solenidade destes e outros momentos não é casual, mas corresponde à própria natureza do ato, que pela forma quer tornar-se, se não perene, ao menos marcante na memória dos homens.”
em discurso de paraninfo da 1ª turma de bacharéis em Direito pela Unisinos, publicado na revista Estudos Jurídicos, 1972, p. 75/79), citado por Maria Aparecida A. Moretto na Conferência "João Antônio Guilhembernard Pereira Leite e o Direito do Trabalho" http://www.femargs.com.br/palestra_maria_aparecida.html
Tópicos
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Variante: As grandes obras deste mundo foram sempre realizadas por doidos.
“A morte é de fato o fim, no entanto não é a finalidade da vida.”
Variante: A morte é de facto o fim, no entanto não é a finalidade da vida.
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