Frases de Ruben A.

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Ruben A.

Data de nascimento: 26. Maio 1920
Data de falecimento: 29. Setembro 1975

Ruben Alfredo Andresen Leitão foi um escritor, romancista, ensaísta, historiador, crítico literário, e autor de textos autobiográficos, português, com o pseudónimo Ruben A.. Foi professor no King's College, em Londres de 1947 a 1951 e funcionário da Embaixada do Brasil em Lisboa de 1954 a 1972. Nesta data foi nomeado administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Foi igualmente director-geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura.


„O amor é prazer, é amor de companhia, é amor de estar junto, precisa de mais coisas. (...) Mas onde é que está o amor completo? Essa ambição mata o amor, esse desejo de tudo ter da outra pessoa, de tudo exigir, de tudo querer, essa ambição leva a desgraça, a drama, a paixão sem controle, folha de árvore a cair no Outono.“

„Muito do amor vem com o trabalho, com a persistência, com a presença. (...) O amor é uma obra de arte, o acto do amor é uma obra de arte.“


„Amor é a possibilidade de duas pessoas não se aborrecerem uma à outra.“

„O amor é duas coisas ao mesmo tempo; uma, muito fraca, quebra à mínima oscilação; e outra, de uma fortaleza sobrenatural, aliada a um poder que vem das entranhas, força cósmica, para além das convenções, das leis morais, dos requisitos técnicos das religiosidades.“

„Quando o amor domina, quando vivemos rodeados de amor, nesse momento ficamos órfãos, num orfanato de província, triste de espírito, puros de pecado, segredo íntimo de que estamos errados, de que estamos contentes por estarmos errados, um dobre vivo a finados, toque de sino que diz, que fala...“

„A paixão é feita de carradas de infelicidade e outras carradas de felicidade. (...) Vale a pena, vale sempre a pena, se não houver paixão, amor, eu insisto em chamar amor, se não houver paixão, nunca se sabe o que é viver, o que é a entrega, uma lucidez que dá alegria, uma lucidez que só se tem nessas alturas, depois passa, lucidez e entusiasmo.“

„A exigência mata o amor. A necessidade imensa que tens de companhia, de estar ao pé, de ternura, de já, de saber de ir perto do mais perto, de envolver o amor, de dares personalidade na loucura, essa necessidade mata o amor, estrangula, a liberdade é amor que rouba o livre amor, é tão bom que deita por fora, escalda.“

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