Frases do livro
Memória de Minhas Putas Tristes

Memória de Minhas Putas Tristes
Gabriel García MárquezTítulo original Memoria de mis putas tristes (Espanhol, 2004)

Memória de Minhas Putas Tristes foi escrito em 2004 por Gabriel García Márquez e publicado em outubro do mesmo ano nos países de língua espanhola. No Brasil, foi publicado pela editora Record em 2005, com tradução de Eric Nepomuceno.


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„O sexo é o consolo que a gente tem quando o amor não nos alcança.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

Fonte: Memória de Minhas Putas Tristes, p. 79

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„Se tem uma coisa que detesto nesse mundo são as festas obrigatórias em que as pessoas choram porque estão alegres, os fogos de artifício, as musiquinhas chochas, as grinaldas de papel de seda que não têm nada a ver com um menino que nasceu há dois mil anos num estábulo indigente.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

Memória de Minhas Putas Tristes
Variante: Se tem uma coisa que detesto nesse mundo são as festas obrigatórias em que as pessoas choram porque estão alegres, os fogos de artifício, as musiquinhas chochas, as grinaldas de papel de seda que não têm nada a ver com um menino que nasceu há dois mil anos num estábulo indigente.

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„A idade não é a que a gente tem, mas a que a gente sente.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

Gabriel Garcia Márquez, in: Memória de Minhas Putas Tristes
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„O bolero é a vida.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

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„Não abandone o barco em alto-mar.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

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„Eu sou quem você não procura.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

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„Não há pior desgraça que morrer sozinho.“

—  Gabriel García Márquez, livro Memória de Minhas Putas Tristes

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