“Não devemos contentar-nos em falar do amor para com o próximo, mas em praticá-lo.”
Albert Schweitzer (1875–1965) professor académico alemão
“Não devemos contentar-nos em falar do amor para com o próximo, mas em praticá-lo.”
Albert Schweitzer (1875–1965) professor académico alemão
“É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.”
William Shakespeare (1564–1616) dramaturgo e poeta inglês
“Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida.”
Cazuza (1958–1990) cantor e compositor brasileiro
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“Tudo pelo amor, e que se dane o mundo.”
John Lennon (1940–1980) foi um músico, cantor, compositor, escritor e ativista britânico
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“O amor é um acto sem importância, uma vez que o podemos fazer indefinidamente.”
Alfred Jarry (1873–1907)
Variante: O amor é um ato sem importância, uma vez que o podemos fazer indefinidamente.
“A maior necessidade deste mundo é de confiança e amor.”
André Gide (1869–1951)
Variante: A maior necessidade que há no mundo é de confiança e de amor.
“O amor conquista todas as coisas.”
Virgilio (-70–-19 a.C.) poeta romano clássico, autor de três grandes obras da literatura latina
“A mocidade, quando ama, não tem exigências que não sejam as do próprio amor.”
Júlio Dantas (1876–1962) escritor português
“Chego a mudar de calçada Quando aparece uma flor E dou risada do grande amor…”
Chico Buarque (1944) compositor, cantor e escritor brasileiro
“Onde não intervém o amor ou o ódio, a mulher sai-se mediocremente.”
Friedrich Nietzsche (1844–1900) filósofo alemão do século XIX
“A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.”
Luis Fernando Verissimo (1936) Escritor e cronista brasileiro
“Oh, não se assuste, às vezes, a gente mata por amor, mas eu juro que um dia a gente esquece, juro”
Clarice Lispector (1920–1977) Escritora ucraniano-brasileira
“O amor jamais morre de morte natural geralmente morre de sede porque nos esquecemos da fonte.”
Paulo Coelho (1947) escritor e letrista brasileiro