Frases sobre mel

Uma coleção de frases e citações sobre o tema da mel.

Tópicos relacionados

Total 69 citações, filtro:


Friedrich Nietzsche photo

„Nós, homens do conhecimento, não nos conhecemos; de nós mesmos somos desconhecidos - e não sem motivo. Nunca nos procuramos: como poderia acontecer que um dia nos encontrássemos? Com razão alguém disse:'onde estiver teu tesouro, estará também teu coração'. Nosso tesouro está onde estão as colmeias do nosso conhecimento. Estamos sempre a caminho delas, sendo por natureza criaturas aladas e coletoras do mel do espírito, tendo no coração apenas um propósito - levar algo 'para casa'. Quanto ao mais da vida, as chamadas 'vivências', qual de nós pode levá-las a sério? Ou ter tempo para elas? Nas experiências presentes, receio, estamos sempre 'ausentes': nelas não temos nosso coração - para elas não remos ouvidos. Antes, como alguém divinamente disperso e imerso em si, a quem os sinos acabam de estrondear no ouvido as doze batidas do meio-dia, e súbito acorda e se pergunta 'o que foi que soou?', também nós por vezes abrimos depois os ouvidos e perguntamos, surpresos e perplexos inteiramente, 'o que foi que vivemos?', e também 'quem somos realmente?', e em seguida contamos, depois, como disse, as doze vibrantes batidas da nossa vivência, da nossa vida, do nosso ser - ah! e contamos errado… Pois continuamos necessariamente estranhos a nós mesmos, não nos compreendemos, temos que nos mal-entender, a nós se aplicará para sempre a frase: 'cada qual é o mais distante de si mesmo' - para nós mesmos somos 'homens do desconhecimento'…“

—  Friedrich Nietzsche filósofo alemão do século XIX 1844 - 1900

On the Genealogy of Morals/Ecce Homo

Machado de Assis photo
William Shakespeare photo
Buda photo
John Berger photo
Paulo Coelho photo
Friedrich Nietzsche photo

„(…) não existe, talvez, nada mais assustador e mais sinistro em toda a pré-história do homem que a sua técnica para se lembrar das coisas.” Alguma coisa é impressa, para que permaneça na memória: apenas o que dói incessantemente é recordado” – este é uma proposição central da mais antiga (e, infelizmente, também a mais duradoura) filosofia na Terra. Uma pessoa pode até sentir-se tentada a dizer que algo deste horror – através da qual em tempos se fizeram promessas por toda a Terra e foram dadas garantias e empenhamentos -, algo disto ainda sobrevive sempre que a solenidade, seriedade, secretismo e cores sombrias se encontram na vida dos homens e das nações: o passado, o passado mais longo, mais profundo e mais desagradável, respira sobre nós e brota em nós sempre que nos tornamos “sérios”. As coisas nunca avançaram sem sangue, tortura e vítimas, quando o homem achou necessário forjar uma memória de si próprio. Os sacrifícios e as oferendas mais horrendos (…), as mutilações mais repulsivas (…), os rituais mais cruéis de todos os cultos religiosos ( e todas as religiões são, nas suas fundações mais profundas, sistemas de crueldade) - todas estas coisas tem origem naquele instinto que adivinhou que a mais poderosa ajuda da memória era a dor.
Num certo sentido, todo o ascetismo faz parte disto: algumas ideias tem de tornar-se inextinguíveis, omnipresentes, inesquecíveis, “fixas” – com o objectivo de hipnotizar todo o sistema nervoso e intelecto através destas “ideias fixas” – e os procedimentos e formas de vida ascéticos são o meio de libertar essas ideias da competição com todas as outras ideias, para torna-las “inesquecíveis”. Quanto maior era a memoria da humanidade, mais assustadores parecem ser os seus costumes; a dureza dos códigos de punição, em particular, dá uma medida da quantidade de esforço que é necessária para triunfar sobre o esquecimento e tornar estes escravos efémeros da emoção e do desejo atentos a alguns requisitos primitivos de coabitação social. (…) Para dominar (…) recorreram a meios assustadores (…) de apedrejamento, (…), a empalação na estaca, a dilaceração ou o espezinhamento por cavalos, (…), queimar o criminoso em azeite (…), a prática popular de esfolamento, (…) cobrir o criminoso de mel e deixá-lo às moscas num sol abrasador. Com a ajuda deste tipo de imagens e procedimentos, a pessoa acaba por memorizar cinco ou seis “Não farei”, fazendo assim a promessa em troca das vantagens oferecidas pela sociedade. E de facto! com a ajuda deste tipo de memória, a pessoa acaba por “ver a razão”! Ah, razão, seriedade, domínio das emoções, todo o caso sombrio que dá pelo nome de pensamento, todos esses privilégios e exemplos do homem: que preço elevado que foi pago por eles! Quanto sangue e horror está no fundo de todas as “coisas boas”!“

—  Friedrich Nietzsche filósofo alemão do século XIX 1844 - 1900

On the Genealogy of Morals

„Não medo, mas fé


“…o Senhor é conosco; não os temais… 14:9


“Meu marido recebeu uma promoção para trabalhar em outro país, mas eu temia sair de nossa casa, então ele, com muita relutância, recusou a oferta”, minha amiga compartilhou comigo. Ela explicou como a apreensão sobre uma mudança tão grande a impediu de aceitar essa nova aventura, e como, às vezes, ela se questionava sobre o que eles tinham perdido por não terem aceitado aquela mudança.

Os israelitas permitiram que as suas ansiedades os paralisassem, quando foram chamados a habitar numa terra rica e fértil de onde fluía “leite e mel” (Êxodo 33:3). Quando ouviram os relatórios da existência dos poderosos nas grandes cidades (v.27), começaram a temer. A maioria dos israelitas rejeitou o chamado para entrar na Terra Prometida.

Mas Josué e Calebe os incitaram a confiar no Senhor, dizendo: “…o Senhor é conosco; não os temais”. Embora as pessoas ali parecessem grandes, podiam confiar no Senhor para estar com elas.

Minha amiga não recebeu uma “ordem” de se mudar para outro país como os israelitas receberam, no entanto, ela lamentou o fato de ter permitido que o medo fechasse essa oportunidade. E você, enfrenta uma situação terrível? Se estiver enfrentando alguma, saiba que o Senhor está com você e o guiará. Com o infinito amor de Deus, podemos avançar na fé.

O medo pode paralisar, mas a fé 
nos impulsiona a seguir a Deus. Amy Boucher Pye“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

Help us translate English quotes

Discover interesting quotes and translate them.

Start translating

„Um pequeno incêndio


Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva! v.5


Foi numa noite em que a maioria das pessoas estava dormindo, que começou um pequeno incêndio numa padaria. As chamas se espalharam de casa em casa e Londres foi engolida pelo Grande Incêndio de 1666. Mais de 70 mil pessoas ficaram desabrigadas pelo incêndio que destruiu quatro quintos da cidade. Tanta destruição originada por um pequeno incêndio!

A Bíblia nos adverte sobre outro fogo pequeno, mas destrutivo. Tiago se preocupava com vidas e relacionamentos, e não edifícios, quando escreveu: “Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva!” (v.5).

Mas nossas palavras também podem ser construtivas. Provérbios 16:24 nos lembra, “Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo.” O apóstolo Paulo diz: “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Cl 4:6). Como sal dá sabor ao alimento, a graça dá sabor às nossas palavras para a edificação de outros.

Com a ajuda do Espírito Santo, nossas palavras podem incentivar os que estão sofrendo, que querem crescer na fé, ou que precisam vir para o Salvador. Nossas palavras podem apagar incêndios em vez de iniciá-los.

Como serão as nossas palavras hoje? Bill Crowder“

—  pão_diário_é_só_noticias_boas

Ernest Hemingway photo
William Shakespeare photo
Ovidio photo
Pitágoras photo

„Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.“

—  Pitágoras -585 - -495 a.C.

Variante: Purifique teu coração para permitir que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda no recipiente sujo.

José de Alencar photo
Aluísio Azevedo photo
Noel Clarasó photo
Cazuza photo
Roger Martin du Gard photo

„Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Etiam egestas wisi a erat. Morbi imperdiet, mauris ac auctor dictum.“