“O amor na mocidade é ocupação, na velhice distracção ou alienação.”
Marquês de Maricá (1773–1848)
Variante: O amor na mocidade é ocupação, na velhice distração ou alienação.
“O amor na mocidade é ocupação, na velhice distracção ou alienação.”
Marquês de Maricá (1773–1848)
Variante: O amor na mocidade é ocupação, na velhice distração ou alienação.
“O que é trágico na velhice é que a morte é normal. E a sua vantagem também.”
Vergílio Ferreira (1916–1996) escritor português
“Nunca devemos debutar por um escândalo. Devíamos reservá-lo para dar interesse à nossa velhice.”
Oscar Wilde (1854–1900) Escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa
“A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.”
Machado de Assis (1839–1908) escritor brasileiro
“A velhice é uma tirania que proíbe, sob pena de morte, todos os prazeres da juventude.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“A velhice não significa mais do que deixar de sofrer pelo passado.”
Stefan Zweig (1881–1942) escritor austríaco
“Verbetes
Infância - A vida em tecnicolor./ Velhice - A vida em preto-e-branco.”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
(In: A Vaca e o Hipogrifo) p. 527 [2]
Frases e Poemas
“A velhice poderia ser a suprema solidão, não fosse a morte uma solidão ainda maior.”
Jorge Luis Borges (1899–1986) escritor argentino
Charles de Gaulle (1890–1970) 18° presidente da República Francesa, Líder da França Livre e Co-principe de Andorra
“Na velhice do amor, como na da idade, vive-se ainda para os males, mas já não para os prazeres.”
François de La Rochefoucauld (1613–1680) Escritor, moralista e memorialista francês
“quando é que a velhice começa, surgindo”
João Guimarães Rosa livro Grande Sertão: Veredas
Grande Sertão: Veredas
Variante: quando é que a velhice começa, surgindo de dentro da mocidade.
“Quanto mais puta em jovem mais séria na velhice. Ficou donzela e bucho…”
Jorge Amado livro Dona Flor e Seus Dois Maridos
Dona Flor and Her Two Husbands
“A velhice o que é senão a morte estagiando em nosso corpo?”
Mia Couto (1955)
A Varanda do Frangipani
Anne-Thérèse de Marguenat de Courcelles (1647–1733)
Il n'y a que deux temps dans la vie où la vérité se montre utilement à nous : dans la jeunesse , pour nous instruire ; dans la vieillesse , pour nous consoler. Dans le temps des passions la vérité nous abandonne. <br class="br">Marquesa de Lambert in: Oeuvres complètes de Madame la Marquise de Lambert: suivies de ses lettres a plusieurs personnages célèbres - página 1 https://books.google.com.br/books?id=P6EGAAAAQAAJ&pg=PA1, Anne Thérèse de Marguenat de Courcelles marquise de Lambert - L. Collin, 1808, 408 páginas
Tarde demais