Frases sobre nuvem página 2
“No retrato que me faço - traço a traço - Às vezes me pinto nuvem Às vezes me pinto árvore…”
Mário Quintana (1906–1994) Escritor brasileiro
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Imperfeitos
“A face de um velho amigo é como um raio de sol por entre escuras e sombrias nuvens.”
Abraham Lincoln (1809–1865) 16° Presidente dos Estados Unidos
“As quimeras nele e sobre ele, a nuvem noturna, cheia de faces confusas, atravessava-lhe o cérebro.”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês
“A vida é o sol, os problemas as nuvens e o vento o tempo.”
Rafael Alves (1985) futebolista brasileiro
“Pensar e fumar são duas operações idênticas que consistem em atirar pequenas nuvens ao vento.”
Eça de Queiroz (1845–1900) Escritor e diplomata português
“As nuvens vagueiam no espaço sem lar nem raiz. O ódio não é o real é a ausência do Amor…”
Raul Seixas (1945–1989) cantor e compositor brasileiro
Gregory Maguire livro Son of a Witch
Son of a Witch
“O que são nuvens, salvo uma desculpa para o céu? O que é vida, salvo uma fuga da morte.”
James Clavell (1921–1994)
What are clouds, but an excuse for the sky? What is life, but an escape from death.
Do livro Shōgun (1975) - capítulo 43.
Tim Lilburn (1950)
Tim Lilburn Desire Leaves. The Poet\ry of Tim Lillburn by Tim Lilburn, edited by Alison Calder whith an afterword by Tim Lilburn. 2007. Xiv + 50 pp. ISBN 0889204942/ ISBN 139780889205147
Luiz Cristóvão dos Santos (1916–1997)
E passou a descrever as torturas do inferno. Labaredas subiam, tochas ardendo, um relógio marcando: Sempre! Sempre! Nunca! Nunca! Que são as horas da Eternidade. E no meio da fornalha, o suplício do fumaceiro de enxofre sufocando tudo. Aí a multidão se abateu, lábias ciciavam. "Eu pecador, me confesso a Deus", almas tremendo de pavor, como corpos sacudidos de maleita. Junto de mim um matuto de Quitimbu tinha os olhos esgazeados. Cheguei mesmo a ver o suor lhe empastando a fronte morena. Uma velha traçou o xale com força, cobrindo a cabeça tôda, temendo a baforada do satanás. E ao meu lado um soldado desatou o lenço que trazia ao pescoço, como se a coisa lhe abafasse a respiração. E, voltando-se para um companheiro, avisou que ia tomar uma "bicada" pois o cheiro de enxofre estava lhe sufocando a garganta. Depois, Frei Damião baixou os braços, serenou a voz. Nunca, na minha vida, vi silêncio maior. A praça parada, o povo de lábios chumbados, os ohos fitos no frade (...) então o frade rezou. E a multidão respondeu, contrita e imóvel, como se, ao invés de milhares de vozes ali estivesse apenas uma só pessoa, postada diante do pregador famoso, na hora do juízo final, prestando contas ao Altíssimo."
Sobre pregações de Frei Damião
Crônica do livro - Frei Damião - O Missionário dos Sertões (1953)
Autor desconhecido