Frases sobre mundo página 26
Miguel Esteves Cardoso (1955)
George Bernard Shaw (1856–1950)
Variante: O dinheiro é, na verdade, a coisa mais importante do mundo; e toda a moralidade sólida e bem sucedida, pessoal ou nacional, deverá basear-se neste factor.
“Quem encontrar na vida o verdadeiro amor, deve escondê-lo, longe do mundo, como um tesouro.”
Júlio Dantas (1876–1962) escritor português
“A fome e o amor são os dois eixos do mundo. A humanidade gira toda sobre o amor e a fome.”
Anatole France (1844–1924)
Variante: A fome e o amor são os dois sexos do mundo. A humanidade gira toda sobre o amor e a fome.
Ralph Waldo Emerson (1803–1882)
Variante: Podemos viajar por todo o mundo em busca do que é belo, mas se já não o trouxermos connosco, nunca o encontraremos.
Walt Disney (1901–1966) Cofundador da The Walt Disney Company
Variante: Você pode sonhar, projetar, criar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo, mas é preciso pessoas para tornar o sonho realidade.
“As grandes obras deste mundo foram sempre realizadas por loucos.”
Anatole France (1844–1924)
Variante: As grandes obras deste mundo foram sempre realizadas por doidos.
“Meu coração vagabundo quer guardar o mundo em mim.”
Caetano Veloso (1942) músico, produtor, arranjador e escritor brasileiro
Manuel Bandeira (1886–1968)
(Ibidem, páginaa 91).
Poemas
Variante: ARTE DE AMAR
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
“A mão que embala o Berço, embala o mundo”
Victor Hugo (1802–1885) poeta, romancista e dramaturgo francês
“Sexo, esse minúsculo ponto feminino, em torno do qual gira a máquina do mundo.”
Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) Poeta brasileiro
Walter Kaufmann (1921–1980) professor académico alemão
João Morgado (1965) escritor português
Fonte: Diário dos Infiéis
“O mundo não quer que eu me distraia. Distraído estou salvo.”
Paulo Leminski (1944–1989) poeta brasileiro